CAPÍTULOS
OPÇÕES
Cor de Fundo
CONTROLE DE FONTE
HOME INDEX
17º Mito - A missão do Mar Egeu

Epopeia do Fim (EDF)

17º Mito - A missão do Mar Egeu

Autor: Sora

No Monte Olimpo, Atena estava boquiaberta e incrédula com o que acabou de acontecer. Damon perdeu... ou melhor, foi massacrado.

Não teve nenhuma chance desde o início da batalha. Ainda assim, a Deusa da Sabedoria não conseguia achar uma resposta para o que sentiu. E não só ela, mas o que está intrigando a todos, com certeza; o nível de reiki de Keith e também dos outros dois que apareceram depois. Maior que o dos Dez Apóstolos, o reiki de um semideus, no qual humanos normais jamais poderiam sonhar em alcançar. Era real. 

— Eu ainda não acredito nisso... – A deusa murmurou, com o olhar trêmulo.

— Damon colheu o que plantou. Simples. – Zeus falava de forma ríspida e totalmente direta. Um calafrio percorreu a espinha de sua filha.

— Você vai...?

— Não se preocupe. Eu já sabia que Damon iria lutar contra ele, ordem minha ou não. Aliás, se ele não lutasse, com certeza não escapariam, então não havia muita escolha. Com certeza ele sabia disso. Ou não...

Atena suspirou aliviada com as palavras do Rei dos Deuses, Damon não seria punido pelo que fez. Pelo menos Zeus entende esse lado das coisas. Certamente não havia escolha a não ser lutar naquele momento...

— Sim, você está certo, pai.

Atena seguia observando a Piscina da Vidência em sua frente, Zeus também estava com seus olhos fixados nela. Atena então a tocou com o dedo indicador esquerdo, fazendo as ondulações leves circulares mudarem a imagem que ali era refletida. 

— Agora vamos ver como estão os outros cinco. E a missão do tio Poseidon. – A deusa tomou a frente, quando se surpreendeu com o que viu na piscina.

— Olha só... – Zeus murmurou, também surpreso, porém o Rei dos Deuses não demonstrava tal reação, fazendo parecer que sua entonação foi a mais original e normal.

— Não acredito. Com eles também!?!

Zeus ficou apenas em silêncio diante da perplexidade de sua filha...





Mar Egeu, por volta de 22h45. 

O grupo de Silver estava frente a frente com outro membro dos Imperadores da Escuridão. Nesse momento, a chuva havia cessado no local. A garota a frente deles tinha cabelo longo de cor rosa, com dois coques nas laterais direita e esquerda superiores, descendo como se fossem marias-chiquinhas. Seus olhos eram da mesma cor de seus longos cabelos. Ela se chamava Bluebell. 

— Prazer em conhece-los, Dez Apóstolos. – Se apresentou a garota; exceto por Brandt e Arthur, os outros três estavam aflitos com sua presença. 

“Essa garota é forte”, pensou Silver enquanto analisava Bluebell com cuidado. Ele sabia que era perigoso, já que a quantidade de reiki que ele sentia era assustadora. A garota de cabelo e olhos rosas olhou diretamente para Elaine, que reagiu ao olhar.

— Faz um tempinho. – Bluebell disse, sorrindo. Grey percebeu do que se tratava e arregalou um pouco os olhos, enquanto Silver não entendeu nada.

— Então foi você? Foi você quem me atacou aquela noite! – Elaine exclamou, cerrando o punho. Silver arregalou os olhos e Arthur franziu a testa. 

— Você tem boa memória! Nem tinha visto meu rosto e mesmo assim se lembrou. Acho que eu deveria te dar mais crédito a partir de agora, não acha?!

Bluebell tinha em torno de 16 ou 17 anos, mas ainda não se sabia sobre sua real idade, claro. E como a mesma disse, foi ela quem ajudou a 'apagar' Elaine ao atacar junto com um parceiro ela e Grey. Ele cerrou os punhos com mais força que sua prima. 

— Bem, bem, bem... que tal começarmos a festa?! – Descontraída e de forma leve, ela seguia falando.

Ninguém se mexia. A tensão estampava o ar local, que já era tenso por si só. A missão desses cinco não era essa, mas o perigo estava à frente deles. 

“EssaEssa garota, Bluebell. Seu reiki também é de Nível Gama”, pensou Silver. Mas ela também tomava cuidado.

“Aqueles dois, mais quietos ao lado da garota... Sim, eles são o verdadeiro perigo”, a garota pensou ao olhar para Arthur e Brandt, ao lado de Elaine.

Bluebell podia sentir a aura assassina que emanava dos dois. Ela não conseguia medir o reiki deles, essa era a primeira vez que ela não conseguia medir o nível reiki de alguém. Atacar sem cautela poderia custar sua vida, mas ainda assim, eles eram novatos. 

De repente, quando o ápice do clima estava sendo alcançado, gotas de chuva começaram a pingar no chão. Silver e os outros olharam para cima, quando começou a chover forte segundos após isso; a típica chuva do Mar Egeu havia retornado. Bluebell estendeu a mão para cima e sentiu as gotas caírem nela, e em seguida a garota de cabelo rosa se segurou por um momento e...

— Aaaaaah! Por que tinha que começar a chover!?! – Perguntou, como se fosse uma criancinha mimada.

— Hã?! – A reação de Silver, Grey e Elaine foi em conjunto, olhando para ela boquiabertos enquanto piscavam de forma engraçada.

— Desculpe, desculpe! Bluebell não gosta de chuva! – Disse ela, unindo as mãos com um sorriso.

“NÃO GOSTA DE CHUVA!?!”, novamente, os três agora pensaram em coro.

— Vou ter que me retirar. – Ela falou dando um sorriso, com as mãos cruzadas atrás das costas enquanto a chuva aumentava ainda mais.

— O QUE??? – Virou repentino os três pensarem e falarem ao mesmo tempo.

— Não façam essa expressão. Vamos nos encontrar de novo, então vou ter certeza de acabar com vocês. Bye bye!

Bluebell então se foi rapidamente enquanto corria, escapando da forte chuva que começou a cair no Mar Egeu. O silêncio entrou em contraste com o barulho das grandes e velozes gotas colidindo com o solo e com os cinco. 

“Inacreditável”, nem Atena e Zeus, que estavam no Olimpo, podiam acreditar. 

— Ela tirou sarro da gente!?! É isso mesmo!?!

— Mas isso foi até bom. Evitamos uma batalha complicada e sem noção. – Falou Silver, apagando o fogo que queimava Grey. Ele olhou para Arthur e Brandt, que seguiam em silêncio.

“Esses dois são com certeza os mais misteriosos e poderosos entre nós. Talvez ela tenha percebido essa vantagem pelo nosso lado e inventou uma desculpinha para se retirar, mas...”, Silver pensava enquanto observava os arredores do local.

— Hmpf. Ela só escapou do pior. – Disse Brandt, com raiva da fuga precoce de Bluebell.

— Vamos continuar. Podemos nos preocupar com isso depois e-. 

Antes que Silver terminasse de falar, uma vibração veio de baixo do chão de madeira. De repente, sem nenhum aviso, uma explosão sucedeu-se ali e uma enorme quantidade de água foi jogada para cima. Elaine olhou, com os olhos tremendo para o alto.

— Impossível...!

— Parece que já veio nos dar as boas-vindas! – Comentou Silver na sequência, também olhando para o monstro que estava ali, na frente deles agora...

Era uma cabeça de Hidra. E ao redor dela três harpias, que batiam suas asas voando até eles, de cima para baixo. Os cinco se prepararam e puseram as mãos em suas armas.

— Vamos lá então! – Silver foi o primeiro, em sua cintura esquerda – Arma Divina: Haumi!

Silver pegou sua Arma Divina, Haumi. Seu nome, do japonês, é a união das palavras ‘Ha’ (Lâmina) e ‘Umi’ (Oceano). A Lâmina do Oceano.

Era como dizia o nome, uma grande lâmina de cor predominantemente azul-marinho, que exala consigo o ar oceânico de Atlântida.

Silver, assim que pegou sua lâmina, deu o primeiro ataque rapidamente. Ele partiu uma harpia no meio e seguiu diretamente até a Hidra. O garoto girou a lâmina e perfurou o olho do monstro aquático que grunhiu em dor; o filho de Poseidon voltou para baixo, parando no chão, agachado e então retomou a compostura, voltando a se manter erguido.

— Essa Hidra não é meio... pequena? – Sim, Elaine estava correta. Historicamente, a Hidra era maior, muito maior que essa que estava à frente deles.

— Essa não é a verdadeira. É só uma cria que se proliferou da mais forte. – Respondeu Silver, brandindo a lâmina para o lado se livrando do sangue escuro da harpia que cortou.

— Então, vamos acabar com essa rapidamente. – Arthur disse, em reação instantânea, todos olharam assustados de forma cômica – Arma Divina: Konrama. 

Arthur pegou sua Foice do Caos, Konrama. Todos se afastaram lentamente, até que Arthur fixou seu olhar assassino no monstro e pulou com um gigantesco impulso. Ele cortou a Hidra na barriga e a deixou caída em questão de segundos, porém, ele mesmo finalizou o serviço cortando a cabeça dela. Todos olharam pasmos com a situação, com olhos quase que esbugalhados.

— B-Bom... Não percam o foco. Podem ter várias restando! – Silver comentou, tentando mudar o assunto.

Arthur e ele guardaram suas armas e os cinco prosseguiram em frente. No meio do caminho, várias harpias apareciam. Os cinco destruíam todas com facilidade e seguiam avançando até encontrarem uma porta.

— Onde será que essa porta dá? – Grey perguntou, parado a sua frente.

— Só saberemos se entrarmos, não é? 

Após a afirmação, Elaine abriu a porta. À sua frente... Destruição total. Toda a cidade estava caída e inundada pela água do Mar Egeu que havia elevado de nível alarmantemente, e consequentemente, haviam poucas plataformas secas. Elaine ficou assustada com o cenário devastador na sua linha de visão e só pôde reagir colocando suas duas mãos sobre a boca, arregalando seus olhos.

— O que aconteceu aqui...?! – A própria garota fez a pergunta.

— Parece até que um furacão passou. – Disse Grey, falando uma coisa tão sem sentido que fez o filho de Poseidon olha-lo de forma engraçada.

Os cinco começaram a andar, fitando toda a pequena cidade oceânica que estava derrubada, quando no meio do caminho, Silver se agachou e viu uma espécie de escama partida no chão. 

— Olhem só isso. – Todos se aproximaram e observaram o pedaço de escama cinza-azulada no chão

— Essa não... Isso foi obra dela! – Grey e os outros quatro olharam para o lado esquerdo.

Uma baforada fria e medonha os deixou paralisados na mesma hora que olharam. E de repente, em meio a escuridão mais à frente, dois olhos vermelhos se abriram. Ambos os cinco sabiam do que se tratava, recuando rapidamente e se prepararando.


       — Aí está! – Disse Silver, segurando sua Haumi.

A Hidra original deu as caras. Ela era gigante, não era nem comparada a última que enfrentaram. O filho do Deus dos Mares sabia por natureza que eles não teriam chances se não lutassem com tudo. Ela deu um rugido forte e ensurdecedor e apenas com a pressão dele, os cinco foram levemente empurrados para trás. 

— Essa é a original?!?! – Perguntou Grey, com os braços em frente ao corpo.

— Sim, é ela mesmo. Temos que ir com tudo senão iremos... morrer! – As palavras de Silver disseram tudo. Mas ninguém demonstrava nervosismo ou desespero, pelo contrário.

— Então vamos logo com isso. – Brandt disse, tomando a frente, enquanto pegava sua arma, em suas costas – Arma Divina: Enjōno. 

A Arma Divina de Brandt, Enjōno: Do japonês, a união das palavras ‘Enjō’ (Holocausto) e ‘Ono’ (Machado). O Machado do Holocausto.

Um machado gigante e dourado que continha a face do Deus da Guerra, Ares, estampado nele. 

Ele não esperou ou hesitou, e atacou a Hidra com um golpe de cima para baixo. O corte no monstro aquático foi profundo, mas não o suficiente para o abater. 

— Ela é durona. – Disse Brandt ao parar depois do seu ataque, olhando para a ferida que abriu na escama do monstro.

— Vamos fazer um ataque combinado! Se preparem! – Comandou Silver, olhando para os seus quatro companheiros.

— Arma Divina: Hatsuki! – Elaine pegou sua Arma Divina, a Lâmina de Ártemis, a lâmina de cor predominantemente roxa e em um leve forma de “Z”.

— Arma Divina: Taiyukuro!

— Arma Divina: Konrama.

Arthur e Grey seguiram os dois e também pegaram suas Armas Divinas. Todos estavam a postos, Silver então lançou o primeiro ataque. Ele levantou sua lâmina para cima...

— Chuva Ácida! 

A chuva que começou a cair, fundida com a chuva forte do Mar Egeu, continha grande quantidade de Gás Carbônico e caiu exclusivamente em cima da Hidra que grunhiu alto. A chuva ácida de Silver, em contato com o monstro, fez parte de suas escamas começarem a derreter.

— Agora, Brandt! – Com o grito do garoto, Brandt pulou em frente ao rosto da Hidra.

— Fogo de Ares. 

Brandt apenas cortou o ar com seu machado na direção do monstro. Um fogo superquente se espalhou rapidamente pela Hidra, que se debateu, e quando todos pensavam que ela havia sido derrotada, o fogo de extinguiu em uma velocidade incrível. Ela rugiu novamente com mais força e os cinco se protegeram.

— Tsc. Ela é invencível por acaso?! – Grey reclamou, de forma agitada.

A Hidra então, abriu sua boca na direção dos cinco. E então, começou a carregar uma luz azul na saída dela; a água de todo o local, do mar e da chuva começaram a ser sugadas pela esfera azul. Foi quando Silver percebeu que era um poderoso laser pronto para aniquilar tudo ali.

— Isso não é bom! Recuem!!! – Ele gritou para os quatro. 

Quando a Hidra ia lançar o laser aniquilador, um rastro estranho percorreu o olhar de todos e o monstro simplesmente gritou de dor. Ela tinha sido cortada por algo. 

Todos ficaram sem entender o que havia acontecido naquela fração de segundo, olhando para o monstro se debatendo de dor, quando...

— Yo, pessoal! Querem ajuda?! – Damon estava à frente de todos com a Ryūken em mãos. Ele se virou sorrindo para os cinco.

O grupo dele havia chegado no local naquele exato momento; Meade, Julie, Chloe e Lilith pararam ao lado dos outros cinco. Damon então deu uma recaída e ficou de joelhos, sendo segurado pela última garota mencionada.

— Não se esforce, idiota! – Ela deu a bronca nele, ainda preocupada.

— É, eu sei. Mas não é tempo para bobeira. Temos que destrui-la logo. – Damon se levantou, olhando para o lado – Então essa era a missão de vocês, hein? – O filho de Zeus disse para Silver, sorrindo.

— Damon... seu reiki está baixo. – Silver disse. Elaine e Grey ficaram preocupados com isso – Como foi na Floresta Negra...?!

— Ah, isso? Topamos com o líder do grupinho deles e não foi muito bom para mim. – Damon deu uma leve risada de escárnio, fazendo todos ficarem impressionados com sua resposta repentina.

— O líder!?! Você o enfrentou?! – Elaine perguntou preocupada. Arthur lembrou de quando ele e Damon foram atacados. 

“Então ele era mesmo o líder...”, pensou o garoto de cabelo loiro.

— Sim, mas falamos sobre isso depois. Já temos um problema bem grande, não podemos demorar aqui. – Damon e os outros nove olharam para a Hidra que ainda sentia o golpe dele.

— Já tentamos várias coisas e não teve efeito. Tem algum plano? – Silver perguntou para o filho de Zeus, os dois estavam lado a lado.

— Ela tem um grande poder de regeneração. Temos que atacar antes que ela se regenere. – Chloe foi quem respondeu, se aproximando dos outros com sua lança já em mãos.

— Se temos que atacar antes que ela se regenere, então já sabemos o que temos que fazer. Meade, é com você! – Grey avisou. Meade fechou os olhos, pensativo (ou melhor, cansado).

— Fazer o que... – Ele abriu os olhos verdes novamente e esticou suas duas mãos para frente. Havia duas luvas com pequeninas hastes metálicas na parte dos dedos. E então...

— Arma Divina: Shōkito. 

Shōkito, do japonês, a união das palavras ‘Shōkan’ (Redenção) e ‘Ito’ (Fios), os Fios da Redenção. Duas luvas com um arsenal de fios totalmente produzidos de aço, que saíam das hastes de metal dela.

— Uou. – Damon se demonstrou interessado naquilo, mesmo já sabendo sobre a arma do garoto de cabelo e olhos ambos verdes.

— Avaliação: É o certo a se fazer. Os Fios da Redenção são produzidos e foram confeccionados pelo aço mais puro e resistente do Olimpo. – Julie explicou enquanto Meade se preparou para começar...

— Vamos lá, pessoaaaal. – Falou com um tom de preguiça, ao mesmo tempo que cruzou as mãos em alta velocidade – Dança da Samambaia! 

 Os fios de Meade começaram a partir para o contorno de Hidra  foram dando voltas no monstro.  A Hidra ficou perdida com o número incessante de voltas que os fios deram, até que os mesmos ficaram totalmente envolvidos nela, flutuando.

— Um, dois, três e... Vualá!

Em seguida, Meade moveu suas mãos para dentro, fazendo com que seus braços formassem um ‘X’. Os fios então se apertaram na Hidra que grunhiu com os cortes, ficando mais e mais apertados, até destruírem as escamas dela. Um sangue meio vermelho, meio roxo começou a jorrar do monstro.

— Vão...

— Eu também vou ajudar, Meade. – Lilith pulou e atacou a Hidra com sua foice, mas errou grotescamente o golpe – UAH?!

— Ela errou...? – Silver perguntou comicamente.

— Sim, ela errou... – Damon respondeu da mesma forma. Os dois estavam pasmos com o erro fácil de Lilith.

— Vocês vão ver...! – A Hidra tentou morder Lilith, mas... – Ha, idiota! Você caiu!

Três partes da Hidra foram decepadas ao mesmo tempo naquele exato momento, o monstro paralisou. Lilith parou no chão, de costas para ela.

— Linhas do Inferno. – Disse a filha de Hades. Eram aquelas linhas invisíveis a olho nu que acabaram com a investida da Hidra.

— Agora! Ataquem todos! – Damon gritou.

— Arma Divina: Tenyumi. – Julie carregou ao máximo seu arco, assim que o pegou. – Luz da Morte.

Ela disparou. Todas as três flechas acertaram a Hidra e uma luz fez ela ficar cega, seguida de uma explosão forte que a deixou para trás. Ela não tinha tempo o suficiente para se regenerar pois os ataques eram rápidos demais.

— Punhos do Sol! 

Grey voou com um grande impulso e acertou o soco no rosto da Hidra que tombou para trás. O golpe dele era quente como o sol e fez parte do rosto da Hidra derreter com a pequena explosão que veio após o soco super quente. O gigante aquático começou a perder mais ainda as escamas. 

— Pereça aqui, Hidra... – Damon pulou na sequência do ataque combinado dos Apóstolos.

— Por que esse idiota pulou?! Ele está debilitado! – Gritou Lilith, furiosa, mas Damon preparou sua espada acima do monstro sem nem dar bola, e...

— Corte dos Mil Pássaros! 

O ataque triplo mais forte de Damon atualmente acertou a Hidra e produziu uma gigantesca luz azul. Depois de alguns segundos, a Hidra não aguentou mais e explodiu, disparando várias tripas e sangue pelo local. A Hidra então foi derrotada. A missão havia sido completa...


[Cortando como uma navalha...!]

Por Sora | 15/01/18 às 14:22 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen