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21º Mito - O Teste Final

Epopeia do Fim (EDF)

21º Mito - O Teste Final

Autor: Sora

Um pouco longe dali, Panteão do Sol e da Lua.  Em um campo aberto ali próximo, estavam três pessoas, sendo que duas estavam lado a lado e uma estava à frente dessas duas. Sim, era uma batalha. Uma batalha de dois contra um. Uma batalha entre Grey e Elaine contra o Deus do Sol, Apolo.

— Punhos do Sol!

O primeiro ataque foi de Grey, com sua Arma Divina, Taiyukuro, as Luvas do Sol. O golpe dele foi direto e Apolo não se moveu, apenas aceitou o golpe. Elaine observou atentamente, sem se surpreender pelo fato do deus não ter desviado. Grey deu um sorriso largo, porém, seu próprio golpe voltou e o acertou. Com isso, ele foi para trás e caiu no chão.

— O que foi isso?! Eu acertei, mas...!

— Refração. – Disse Apolo. Sua armadura dourada reluzia à luz do sol. Grey fechou sua mão pegando um pouco de grama e rangeu os dentes.

— Droga! Ainda não acabei!

Ele se levantou com um impulso e continuou a batalha. Grey, com seu estilo de luta parecendo o de um lutador de boxe, começou a socar Apolo, que foi desviando com seu escudo dourado com formato de um sol. Grey foi aumentando a velocidade de pouco em pouco, recuando o Deus do Sol, que foi ficando sem espaço.

— Oh! – O deus disse, impressionado com a velocidade de seu filho.

— Eu não falaria isso se fosse você! – Grey disse, sorrindo. Apolo então, notou algo estranho. Faltava alguém...

 De repente, e sem precedentes, Elaine veio por trás de Apolo com sua lâmina, a Hatsuki. Ela apresentava uma cor mais púrpura agora, o que significava evolução. De Elaine, com a arma e consigo mesma. Apolo só teve tempo de olhar. Sim, uma armadilha ensaiada pelos dois. O deus não tinha brecha para escapar.

— Black Out!

Ela tentou tocar com sua lâmina no braço esquerdo de Apolo. A técnica Black Out consistia em fazer com que o fluxo de sangue para o cérebro parasse em uma escala de 1 a 2 segundos, o suficiente para diminuir a pressão arterial abruptamente, provocando uma síncope no oponente, assim que o mesmo fosse tocado pela Arma Divina de Elaine. Não dava para desviar. A vitória era certa se ela tocasse em seu braço, o fazendo desmaiar. Mas...

— Brilho do Sol.

De repente, uma luz incrivelmente aguda e forte penetrou os olhos de Grey e Elaine. Os dois ficaram sem enxergar por um momento. O ataque de Elaine não teve sucesso graças a magia de Apolo, o que a impediu de tocar seu braço com a lâmina. Os dois foram para trás, e então o Deus do Sol os rendeu no chão de forma veloz.

— Gh! – Grey não conseguiu se soltar, com o rosto prensado no chão.

— Droga... – Elaine, da mesma forma, suspirou por não ter conseguido o que planejava. Ela suspirou.

— Ok, ok, já está bom. Vocês melhoraram bastante. – Disse Apolo, estalando os dedos. A luz de sua magia se foi. Elaine e Grey puderam abrir os olhos novamente, com a luz solar se esvaindo.

— Aaaah!! Meus olhos ardem!! – Exclamou Grey, os esfregando rapidamente com as duas mãos.

— Eu não acho que melhoramos tanto assim... – Disse Elaine, guardando a Hatsuki em sua cintura, ao mesmo tempo que a lâmina voltou a ficar incolor ao sair de suas mãos.

— Elaine, não é porque vocês não conseguem me derrotar, que vocês não melhoraram. Afinal vocês já estão lutando de igual para igual comigo. – Apolo afirmou convincente, fazendo Elaine ficar um pouco corada e olhar para o lado. Grey seguia esfregando os olhos.

— Sim pai, sem usar todo o seu poder! – Havia ironia nas palavras de Grey, mas não deixava de ser verdade. Eles não podiam se equiparar ao poder total de um deus lutando a sério. Pelo menos não agora.

— Na verdade...

— Hm? – Grey e Elaine perguntaram ao mesmo tempo.

— Eu estava usando cerca de 75% do meu poder nessa luta.

Ele fez um sinal com o polegar e deu uma risada. Não era possível, mentira! O Deus do Sol, o próprio, usando mais que metade de seu poder! Mas, era tão... fraco! Sim, fraco. Se fosse verdade isso, Grey e Elaine não teriam nenhuma chance, por mais que estivesse melhores.

— Deixa disso! Que piada sem graça! – Grey cerrou seu punho.

— O que?! Isso é...!

— Ele está falando a verdade, filha. – Os três olharam para o lado ao escutar a bela voz que disse tais palavras.

Quem vinha andando até eles, era a Deusa da Lua, Ártemis.

— Meu irmão não mentiria por nada. Ele estava lutando a sério contra vocês.

Parecia até combinado esses dois. Era como se a irmã estivesse esticando a mentira do irmão. Mas não tinha como. O sorriso de Ártemis era sincero. Só restou a Grey e Elaine acreditar.

— Então nós realmente... 

— Sim. Vocês estão muito mais fortes do que eram antes. – A Deusa da Lua falou, mas havia um porém.

Se isso fosse apenas algo como para eles não ficaram tão encanados com isso, podia ser perigoso. De fato, os dois, assim como todos os outros em duas semanas, melhoraram muito. O reiki deles já está na porta do Nível Gama. Se já podem bater de frente com os Imperadores da Escuridão, só o tempo dirá.

— Mas ainda assim... – Todos olharam para Elaine – Eu ainda não consegui dominar aquela técnica... – Seu tom de voz e sua expressão eram cabisbaixas. Ártemis andou até o lado dela.

— Não se preocupe filha, você irá conseguir!

— Mas, como?

Aquela técnica de qual Elaine fala... Provavelmente nem Grey entendeu o significado disso. Os dois sempre treinam juntos, mas Elaine tem um treino a parte com Ártemis – assim como ele tem com Apolo, é o normal afinal. Seria uma magia secreta que a Deusa da Lua estaria ensinando a ela? Ou até mesmo uma magia dela própria?

Elaine olhou para suas mãos. Sua expressão era a de uma pessoa sem saída para um problema. Ártemis chegou perto dela e colocou sua mão sobre seu ombro.

— Acredite em você mesma! – Ela deu um sorriso – Minha lâmina é de sua posse, é sua. Meus sentimentos e esperança residem nela. Apenas aceite-os...

— Seus sentimentos e... esperanças... aceitá-los... – Como em uma charada, Elaine pensou e pensou. Essa era a chave que ela procurava para abrir a porta trancafiada... E então, um sorriso percorreu o rosto da garota de cabelo azul – Entendi! – Ela exclamou.

— Oh?

— Hm? – Grey e Apolo olharam para a garota sorridente, surpresos.

— Eu entendi como dominar aquela técnica! – Os olhos de Elaine brilharam. Grey olhou, ainda sem entender. Apolo ficou em silêncio.

— Viu só?! – Ártemis deu outro sorriso. Era tão brilhante quanto a lua cheia.

 

***

 

Cidade de Olímpia, por volta de 17h50, quase 18h. O sol já estava se pondo ao horizonte oeste, fazendo uma luz alaranjada banhar a cidade. Já era possível ver a lua, 97% cheia para ser bem exato, faltando apenas uma pequena parte para ficar completa, como se estivesse uma pequena penumbra cobrindo essa última parcela. Deveria estar já na sua fase cheia ao 100% amanhã, era esperado assim ao menos.

A cidade estava um pouco movimentada, mas ainda assim, faltava gente andando por ali. A maioria já residia dentro de suas casas, descansando do trabalho ou se preparando para a noite que caía. E no meio da pequena rua central, andavam duas pessoas mais destacadas.

— Então você está de acordo?

Um era um garoto de 16 anos, cabelo negro com pontas bagunçadas nas laterais e em cima e olhos azuis escuros – Damon!

— Sim, aceito. Será um teste e tanto, mas acho que podemos conseguir.

A outra, era uma garota de 15 anos, cabelo vermelho médio com twintails nas laterais e olhos de cor vermelho-rubi – Lilith!

— Sim. Falando nisso, Julie e Chloe foram bem, digamos... corajosas hoje.

— Ah, fala sobre aquilo...? – Disse Lilith, remetendo a um acontecimento de um tempinho atrás.


...


[Submundo, um pouco mais cedo]

Não faz nem tanto tempo assim, foi há alguns minutos atrás. Lilith acabou seu treino com seu pai, o Deus do Submundo, Hades e Damon foi até lá para pedir algo a sua amiga, quando de repente Chloe e Julie apareceram na frente dos três.

— Nós também temos algo a perguntar, tio Hades – Chloe falou, com Julie ao seu lado.

— Julie e Chloe?!

— O que estão fazendo aqui?

Damon e Lilith perguntaram em sequência. Só então que as duas perceberam a presença dos dois ali.

— Lilith... Damon também está aqui? – Perguntou Chloe, os observando.

— Só agora que me viu!?! – Ele esbravejou após o pulinho de susto que deu.

Chloe fixou seus olhos e fitou Damon e Lilith de cima para baixo. Eles se entreolharam, sem entender. Chloe então, deu um leve sorriso de canto.

— Parece que vocês também evoluíram bastante. – Ela disse, com um tom alegre e confiante.

— Hã?! É claro! – Damon cruzou os braços e fechou os olhos, olhando para o lado.

O reiki de ambos estava totalmente diferente. Já conseguia pegar uma ‘forma própria’. O de Lilith era mais calmo, enquanto o de Damon era um reiki mais intenso. Ambos os dois, também já entrando praticamente no Nível Gama. Não, Damon já alcançou esse nível! Lilith estava bem próxima. Os resultados estavam saindo melhor do que o esperado.

— E então, vão dizer o que estão fazendo aqui? – Damon perguntou.

— Resposta: Viemos pedir para o tio Hades nos ajudar com nosso treino. – Julie, como sempre, não demonstrava expressões em seu rosto ou sua fala.

— Mas vocês não estavam treinando com a Atena?

— Nosso treinamento com ela já foi concluído...

— ...então falou para pedirmos ao tio Hades para finaliza-lo. – Chloe e Julie falaram, se completando. Realmente eram gêmeas inseparáveis.

— Hmmm, entendo. E aí tio Hades, vai aceitar? – Ele cutucou Hades com o cotovelo e deu um sorriso sarcástico.

Damon realmente tinha um parafuso a menos. Ele era doido! Quem tinha coragem de fazer isso com Hades?! Nem Lilith fazia isso, e olha que ela era sua filha. Porém, a reação de Hades foi diferente do que a expressão de Lilith mostrava.

— Mais duas para treinar... – Hades suspirou, ou melhor, bufou em desgosto – Afinal Damon, o que procura aqui? Também quer que eu te treine?

— Não, nada disso! Vim pedir um favor pra Lilith.

Esse cara é insano. Damon, 16 anos, filho de Zeus. O primeiro na face da Terra que cutucou o Deus do Submundo assim e não foi cremado instantaneamente. E ele era filho de Zeus! Mais um motivo para Hades o cremar na hora, mas não aconteceu. Diante disso tudo, Lilith balançou a cabeça e voltou a operar normalmente.

— Ah, é mesmo! Você disse algo assim. Então o que é?

— Ah, é simples! Lute junto comigo contra meu pai! 

Silêncio na sala...

— Hã?! – Sua expressão era de surpresa. Damon continuou olhando para ela, sorrindo.

 

...

 

Retornando ao presente momento, Cidade de Olímpia, pôr do sol. Damon e Lilith andando pela cidade.

— Se isso vai nos ajudar, eu não sou contra. – Lilith respondeu, após relembrar de tudo.

— Ooooh, impressionante!

— O que foi?

— Esquece. Não é nada. – Confiante, Damon sorriu, cruzando as mãos atrás de sua cabeça como sempre. Lilith também deu um pequeno sorriso.

Ele já melhorou. Voltou a ser o Damon de antes, pensava a garota.

— Então, quando vamos lutar com seu pai?

— Precisamente? – Eles chegaram até a frente da base do Monte Olimpo – Acho que agora. – Damon falou demonstrando seu sorriso branco. Lilith parecia não acompanhar e ficou com uma cara engraçada. Na verdade ela estava tão distraída que nem percebeu que havia chegado na base da montanha.

— A-Agora..?!

— Sim. Consegue subir daqui?

— Hã?

— Você sabe. Assim!

Damon então, pegou um grande impulso e subiu o Olimpo como sempre fazia. Pulando e pulando nas pedras e nas rochas que faziam pequenas plataformas, ele foi sem parar. E então, com alguns segundos, chegou no topo, suspirou e se virou.

 — CONSEGUE?!! – Gritou lá de cima. Quase não dava para escutar de baixo.

Lilith ficou em silêncio. É claro que bateu um baita déjà-vu nela, isso já tinha acontecido uma vez, há duas semanas. Na última vez, ele havia deixado ela catando cavaco lá embaixo e ela teve que subir correndo pelas escadas. Mas dessa vez... Damon esperava a resposta negativa, mas o que Lilith respondeu, foi:

— É CLARO QUE CONSIGO!! – Lilith devolveu o grito.

— Ei, ei, ela disse isso mesmo?

— Sim, Lilith. Você consegue! Você consegue! – Como um mantra, ela repetiu para si mesma e se preparou.

Seu coração batia mais forte e sua produção de adrenalina no corpo estava maior. Ela então pegou impulso, começou a subir igual Damon. Ele acompanhava tudo, com a boca aberta e os olhos arregalados. Lilith veio, subindo e subindo, pisando nas mesmas pedras e rochas que Damon pisou. Com extremo cuidado. Ela então, já podia ver seu companheiro a esperando na borda.

— Isso! Consegui!!

Ela chegou ao topo. Damon a olhou. E então, quando ela sorriu para ele dizendo “viu só”, seu pé pisou em falso e ela escorregou. Lilith foi lentamente caindo para trás e, quando já parecia sem salvação, Damon segurou seu braço.

— Glup! – Ela engoliu seco.

— Nossa... – Damon puxou Lilith para cima rapidamente. Ela ficou de pé, dessa vez, sem escorregar. Dava para ver ela suando como uma torneira ligada. Que coisa... – Você realmente é atrapalhada.

— C-Cala a boca! Droga, você me tira do sério!

Ela virou o rosto e cruzou os braços, corada como um camarão. Ou um tomate, enfim. Ao mesmo tempo, a porta da frente se abriu e Daisy, envolta por uma toalha em seu pescoço e um pouco suada, saiu.

— Oh. Lili! – Ela abriu um sorriso assim que viu os dois.

— Daisy? Por que está toda suada? E por que “Lili”?! – Perguntou asquerosa.

— Ah, isso?! Eu estava lutando com o papai! – Daisy respondeu sorrindo, de olhos fechados, com a maior facilidade e calma do mundo.

— O QUE!?!?! – Lilith deu um grito. Damon colocou as mãos aos ouvidos e fez uma expressão de quem estivesse aguentando o mundo.

— Não precisa gritar, droga!

— Mas, m-mas ela! – Lilith estava tremendo enquanto apontava para Daisy, que andava até os dois terminando de secar seu rosto.

— Ué, eu não te disse? Daisy está treinando também. Só não sei porque meu pai não deixa eu acompanhar o treinamento dela.

— Que enigma...

— Sim. Isso realmente é chatinho. Mas eu estou bem, irmão!

— Eu sei que está, mas o maninho fica curioso aqui pra saber sua evolução.

E quem não estava? Uma garotinha de apenas 11 anos de idade, essa era Daisy, um prodígio entre todos. Nem os Dez Apóstolos começaram com essa idade. Era quase que mortal a curiosidade que todos sentiam para saber os resultados de apenas duas semanas de treinamento dela.

— E o velhote? Está lá dentro?

— Sim! Disse que está esperando por vocês! – Daisy disse com um sorriso.

— Hein?! – Perguntou Lilith, surpresa.

— Então ele previu que eu ia te chamar... Haha, bem esperado dele.

— Ele já sabia que íamos lutar... Isso não é...

— Não se preocupe. Hm, Daisy quer ver a nossa luta?

— Sim!

— Tenho um pressentimento ruim sobre isso...!

Falou colocando a mão na testa, encobrindo os olhos. Após a conversa eles entraram na sala. Zeus estava de braços cruzados. Como sempre, não dava para ler sua expressão. Os três andaram até o centro da sala de combate. Damon levantou a mão e acenou.

— Yo, velhote! Parece que já sabe que chamei Lilith para enfrentar você comigo.

— O-Olá! – Lilith parecia ansiosa e nervosa.

— Se quiserem, podemos ter um aquecimento antes. – Zeus foi direto.

— Não precisa. Eu já estou aquecido!

— Espera aí! Vocês já vão começar!?! – Lilith perguntou, nervosa.

— Ué, o que foi? Não podemos perder tempo, já está tarde!

— Mas, eu-!

— Boa sorte, irmão! Lili! – Daisy já estava no banco fora da arena, gritando para os dois e acenando.

— VOCÊS SÃO RÁPIDOS DEMAIS! – Lilith então suspirou – Okay, Lilith. Vamos lá... – Ela respirou fundo e disse para si mesma.

É isso mesmo. Hades deve ser pior que Zeus com sua aura maligna e intensa. Lilith estava mais que acostumada com isso.

— Isso aí... – Damon sorriu e então...

Ele colocou a mão na sua espada. Estava sério, apesar de estar sorrindo. Um rodamoinho de reiki de coloração azul, começou a circundar sobre seu corpo. Do chão até ir subindo e subindo. Lilith olhou para ele e ficou um pouco boquiaberta. Ela percebeu que Damon estava mais forte. Muito mais forte.

 Era uma sensação incrível, intensa. Ela, assim como os outros, já podiam sentir o reiki de outras pessoas com mais facilidade e clareza. O que Lilith via ali, era um Damon totalmente diferente. Ela então fechou os olhos e se concentrou também. Sua mente se esvaziou e anulou toda a informação desnecessária, a não ser Zeus e a batalha. Em sua mente Lilith se viu em uma sala totalmente preta. Só havia ela ali. Sua força, seu conhecimento e sua experiência. Estavam todos ali. Após isso, ela abriu os olhos. 

Se o reiki de Damon era intenso e agressivo, o de Lilith era mais calmo e concentrado. Zeus sentiu isso vindo dos dois. Já dava para ver. Daisy soltou brevemente um “uau”, totalmente impressionada. Seu sorriso ficou maior.

— Muito bom, pirralhos. Isso realmente vai me entreter... – Zeus descruzou os braços e estalou todos os dedos das duas mãos. Ele parecia se divertir. Ou era mera impressão?

— Vamos lá, Damon! – Lilith abriu os olhos.

— Sim!

Os dois sacaram suas armas. Eles se prepararam ao mesmo tempo para a batalha contra o Rei dos Deuses!

— Arma Divina: Ryūken! 

— Arma Divina: Jigokuma!

Os dois falaram ao mesmo tempo. Pareciam perfeitamente sincronizados. Zeus estendeu sua mão e pegou uma bonita espada azul. Ela era a...

— Blade of Olympus...

A mais forte de todas as Armas Divinas: Blade of Olympus, a Lâmina do Olimpo. Usada pelo próprio Zeus para acabar com a Grande Guerra e banir os Titãs para o Fosso do Tártaro. O ar intenso da lâmina fez Damon e Lilith ficarem em alerta.

— Venham e me mostrem o quanto vocês melhoraram nesses dias.

Por Sora | 19/01/18 às 14:19 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen