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35º Mito - A Missão Mais Difícil: Começo

Epopeia do Fim (EDF)

35º Mito - A Missão Mais Difícil: Começo

Autor: Sora

Prisão do Monte Olimpo, um pouco mais cedo, por volta de 10h40 da manhã, 40 minutos antes do início da missão.

Bluebell, um dos membros dos Imperadores da Escuridão, foi derrotada por Elaine. Após sua derrota sua arma foi confiscada por Hefesto, o Deus Forjador e do Fogo, que afirmou que, apesar de não serem Armas Divinas, tem um poder muito próximo das mesmas, podendo serem chamadas de Armas Semi-Divinas.

Após a batalha feroz na Criméia, o País da Noite Eterna, lar das Górgonas agora derrotadas, Elaine perdeu a visão do olho esquerdo graças a um ataque surpresa de Bluebell enquanto a mesma desmaiava. A garota foi mantida sob custódia na prisão do Monte Olimpo, até que o caso dos Imperadores da Escuridão seja resolvido.

E alguns minutos antes do início da missão mais difícil dos Dez Apóstolos, Elaine foi com Lilith até a prisão. Era bem escuro, apenas com pequenas velas presas às paredes acesas, iluminando a passagem. Bluebell ouviu o som de passos e abriu os olhos para ver quem era. 

— O que estão fazendo aqui?

Ela estava sentada em uma pequena cama, com uma perna esticada e uma apoiada na cama, fazendo uma curva com o joelho para cima. Elaine e Lilith pararam em frente à cela de Bluebell, que olhava com um sorriso sarcástico.

A garota de cabelo rosa com dois coques nas laterais e olhos igualmente da mesma cor, estava apenas com uma simples camisa branca que mais parecia um pano velho, como uma prisioneira medieval. Ela, porém, não parecia incomodada com isso.

— Viemos falar umas coisas com você.

— Oh...? – Bluebell parecia não dar a mínima para o que Elaine falava.

— Estaremos partindo para nossa próxima missão em algumas horas.

— É mesmo? E daí?

— As Irmãs do Destino. – Lilith foi bem direta, fazendo a atenção de Bluebell se prender nelas agora.

— Irmãs do Destino...? – Perguntou, curiosa.

— Hein? Não conhece?!

— Claro que conheço. O que tem elas? – Bluebell se deitou na velha cama. Elaine e Lilith seguiram com a postura e a segunda então prosseguiu.

— Elas estão trabalhando em conjunto com vocês para alterar o destino do Olimpo. – Bluebell seguiu ouvindo com atenção – Nossa missão é acabar com vocês de uma vez. As Irmãs do Destino não são exceção.

— Ah é? Então ok. Nesse caso não vou para-las. 

Bluebell seguia sorrindo, enquanto olhava para cima, com suas mãos cruzadas por baixo de sua cabeça. Ela parecia não ter interesse, podiam tortura-la para obter informações, ela não ligaria para isso. Elaine só a olhava com tristeza.

— Parece que foi perda de tempo mesmo. Vamos Elaine. – Lilith e Elaine se viraram para voltar ao topo da montanha. Bluebell então voltou a se sentar na cama, agora sem o sorriso no rosto.

— Esperem. – As duas pararam e voltaram a olhar para Bluebell. – Você. Elaine, não é?

— Sim...

Elaine estava acuada, ela jamais iria esquecer o que Bluebell fez com ela. Sim, ela foi a responsável por tirar a visão do olho esquerdo de Elaine, que agora estava coberto com um tapa olho branco de gaze.

Mesmo assim, não era o suficiente para cobrir totalmente a ferida horizontal e profunda feita pelo pedaço de vidro pontiagudo que Bluebell usou em sua derrota na Criméia. Porém, as palavras de Bluebell fizeram Elaine e também Lilith ficarem ociosas.

— Tome cuidado com a Hazel... – Elaine e Lilith ficaram sem resposta, apenas ficando boquiabertas – Ela sabe que eu fui derrotada, e vai querer lutar contra quem me derrotou. E também, ela é mais forte do que eu...

O silêncio pairou no escuro corredor iluminado parcamente pelas poucas e pequenas velas das paredes. Elaine então, andou até a frente da cela de Bluebell novamente e a olhou, sorrindo. Ela não entendeu o motivo, então...

— Bellzinha.

— "BELLZINHA”!?! – Bluebell ganhou um apelido carinhoso de Elaine e não acreditou nisso, muito menos Lilith, que estava com uma expressão surpreendida.

— Por que está me falando isso?

A pergunta de Elaine é a pergunta de todos, não é verdade? Elas eram inimigas afinal. Ela tirou a visão esquerda de Elaine, então por que? Arrependimento? Redenção? Não, não era isso. Não mesmo.

Não podia ser.

— Hmpf, nada em especial. Há membros mais fortes que eu nos Imperadores da Escuridão, apenas isso.  Agora vão...! – Bluebell voltou a se deitar na cama, ficando de costas para Elaine, que sorriu novamente.

— Obrigada, Bellzinha! Vamos embora, Lilith.

— T-Tá...

As duas saíram do corredor da prisão onde Bluebell estava. A porta se fechou e a sala ficou ainda mais no breu. A garota de cabelo rosa seguiu deitada. Ela então, com um olhar distante, sussurrou para si mesma, com um tom fraco e diferente:

— O que estou fazendo? Ajudando eles... nem parece comigo... – E após isso, ela se virou, ficando de lado para a parede – Ou melhor... nem eu sei mais quem sou...

 

***

 

— Muito bem, subam. Não é difícil de controlar. – Retornando ao presente momento do fim do último capítulo, no topo do Monte Olimpo, Apolo, o Deus do Sol, falou para os Dez Apóstolos.

Ali haviam exatamente seis Carruagens do Sol, feitas pelo próprio deus. Elas iriam transportar todos os onze escolhidos pela morte até a Ilha da Criação. À frente delas, cavalos alados com armaduras do sol. Eles também possuíam uma curta magia de voo, desse modo iriam planando até o local definido.

— Ao chegar lá, não se preocupem, elas irão retornar a mim. – O deus completou, acariciando um dos cavalos.

— Nossa, isso aqui é bem confortável!

— Demais! – Exclamaram Daisy e Lilith em seguida, bastante animadas.

— Muito bem. Vamos nessa, pessoal. – Damon bradou.

Em cada carruagem, ficou uma dupla, exceto uma, onde ficou com Arthur sozinho (por que será, hein?). Damon e Daisy; Lilith e Elaine; Grey e Silver; Julie e Chloe; Brandt e Meade.

Eles então se prepararam para partir.

— Estamos indo!

— Boa sorte e cuidado, pessoal! Eu e vosso pai estaremos observando vocês da Piscina da Vidência!

— Beleza!

— Voltem fazendo o sinal da vitória! – Atena fez seu típico sinal com os dedos, um ‘V’. Damon olhou para ela, que devolveu o olhar, por um tempo.

Exatamente, essa missão não tinha garantia alguma de sucesso. Na verdade, seria impossível isso. Mas, se tudo corresse como Atena planejou, nem que fosse 0.1% de chances...

— Sim! Vamos nessa! – Ele se virou, deixando Atena e os outros apenas observando.

Os onze então, tomaram rumo até a Ilha da Criação. Os cavalos puxando as carruagens começaram a ir em direção à gigantesca ilha que ficava ao horizonte à toda velocidade. Todos os deuses ali presentes observaram a saída dos Dez Apóstolos.

...

E, alguns minutos depois, eles já podiam ver a gigantesca ilha mais de perto. Realmente, vendo do horizonte do Olimpo, pareciam formigas, mas de perto...

— Incrível!

— É enorme mesmo...

— Isso não é nada.

Damon não estava tão surpreso quanto Lilith, Grey e os demais estavam. Todos observavam a pequena ilha da frente, quando Damon moveu seu olhar para mais ao lado, os outros dez também seguiram seu ponto de visão e arregalaram mais os olhos. Quatro enormes cavalos dourados separavam o resto da ilha, mais gigantesca ainda, que dava caminho e acesso ao Templo dos Destinos.

— Uau...!

Eles ficaram boquiabertos com a proporção dos quatro corcéis com apetrechos dourados na anca, acima do rabo gigante; da crina até o pescoço, com pequenas repartições simétricas até o tórax; e também uma espécie de sela dourada que dava uma volta em sua barriga, que ali estavam, imóveis, sobre a água cristalina refletida pela luz do sol.

As carruagens do sol de Apolo, começaram a acentuar uma curva em diagonal para a esquerda, indo até a primeira ilha, a menor, antes dos gigantescos corcéis.

— Se estamos voando, não poderíamos ir diretamente para o templo principal? – Perguntou Elaine.

Sua lógica era correta. Mas havia um motivo para isso não acontecer:

— Seria fácil demais. Não somos fortes o suficiente para encarar as Irmãs do Destino. Pelo menos não ainda...

— Então vamos passar pelos desafios da ilha como forma de treinar e evoluir... Muito bom!

Grey, assim como os demais, ficaram aliviados ao entender a situação. O plano que Atena traçou, visava um fortalecimento mais agudo sobre os Dez Apóstolos. Só assim, eles teriam uma chance, nem que fosse pequena, de encarar as Irmãs do Destino. Na verdade, não só elas...

Esse seria o verdadeiro teste após o treinamento dos onze – contando Daisy, a partir daqui. E todos desceram até o início da ilha. Eles saíram das carruagens que voltaram para Apolo logo em seguida e os deixaram ali. Todos se esticaram e se prepararam.

A área na qual eles pousaram era uma pequena floresta que dava passagem a um pequeno templo mais em frente, templo esse que dava passagens aos gigantescos cavalos. Era uma área bastante favorável. Porém, o templo estava ainda um pouco distante. Agora não havia mais retorno...

— Então, primeiro temos que ir até aqueles cavalos... Como se chamam mesmo? – Damon se perguntou.

— Os Corcéis do Tempo. – Uma voz feminina ressoou na mente de todos. Eles olharam para os lados, sem saber o que estava acontecendo. Menos Julie, que estava normal.

— Mãe, é você?! – A garota de cabelo roxo perguntou.

— Sim, Chloe. Sou eu.

— Irmã?! Onde você está?! – Daisy não sabia de onde a voz vinha e a procurava olhando para todos os lados.

— Eu não estou aqui no momento. Digamos que sou uma projeção astral agora. Estarei guiando vocês até o último destino. O Templo dos Destinos. – Atena explicou. Sua voz fazia pequenos ecos.

— Então. O que precisamos fazer?

— Como você disse, vocês precisam chegar até os Corcéis do Tempo para conseguirem ter acesso à parte profunda da Ilha. Mas tenham cuidado. Várias criaturas habitam suas regiões. 

— Não se preocupe. Iremos chegar ao nosso "destino". – Damon sorriu ao fazer o pequeno trocadilho.

— Estão vendo aquele pequeno templo? Ele dá acesso aos corcéis. Vocês precisam chegar até lá.

— Beleza. Acho que andar um pouco não faz mal. Vamos lá, pessoal!

— Parece que não será tão simples assim. – Silver apontou para frente, e todos olharam. Monstros mitológicos já os aguardavam pelo caminho.

— Tranquilo. Vamos acabar com isso em dois tempos! – Damon sorriu, pegando sua Arma Divina. Mas...

 

***

 

Algumas horas depois. Ilha da Criação: 13h30 da tarde.

— Argh! Esses bichos são chatos! – Eles ainda estavam batalhando no caminho para o pequeno templo à frente. Ainda...

— Merda, eles não param de vir! Estamos aqui a quantas horas!?!

— Não vai adiantar querer derrotar todos! Vocês precisam avançar logo!

A batalha dos Dez Apóstolos era contra alguns filhotes de Cérberos e Minotauros, que não eram tão fortes, mas estavam brotando aos montes. Eles não paravam de vir, não importa o quanto eles os matassem mais e mais.

— MORRAM! – Lilith brandiu sua foice e erradicou os pequenos cérberos que a cercavam. O golpe dela soltou um fogo vermelho-rubi e cremou os monstros.

— Você deveria estar acostumada com cérberos! – Damon cutucou, enquanto cortava as pernas de um minotauro.

— Mas os meus são bonzinhos! – Mesmo em batalha, os dois discutiam. Era incrível.

— Dança da Samambaia. – Os fios de Meade dançaram ao ar e cortaram tudo e todos os monstros de forma rápida, simples e direta – Vocês têm que ser mais rápidos e eficientes.

— Fique quieto! – Os dois gritaram juntos.

Mesmo assim, eles não paravam de aparecer, o que forçou Damon a tomar a decisão de seguir em frente os deixando para trás.

— Esqueçam eles, vamos abrir passagem até o templo!

Os onze seguiram em frente deixando os monstros que apareciam, para trás. Eles iam em alta velocidade e já se aproximavam mais do templo, realmente um método mais eficaz e fácil.

— Estamos chegando!

— Bem mais simples assim! Por que não fizemos isso antes?!

Foi quando a simplicidade foi ruína abaixo. Daisy e Chloe sentiram uma anomalia ao mesmo tempo e arregalaram os olhos, assustadas.

— CUIDADO! – As duas gritaram alto ao mesmo tempo, alertando os nove subsequentes.

De repente, uma forte rajada de ataque de médias esferas de energia foi na direção dos onze. Eles anteciparam, graças ao alerta de Chloe e Daisy e desviaram, ficando um pouco mais separados, quase que em três grupos distintos.

Damon, Daisy e Lilith foram para a esquerda; Grey, Elaine, Silver e Meade para a direita; Brandt, Arthur, Chloe e Julie foram mais para trás, centralizados.

— O que foi isso!?! – Todos olhavam de um lado para o outro, procurando de onde vieram os tiros.

— Fiquem atentos! – Damon deu o alerta. Foi quando Chloe e Daisy, novamente, fixaram seus olhares mais à frente.

“Esse reiki é...”, as duas pensaram, juntas.

— Mentiraaaa! São eles mesmos! – Uma voz feminina estremeceu pelo local, chamando a atenção dos onze novamente. Ao olharem para frente, um pouco para cima, viram duas pessoas com aqueles capuzes...

— Esses capuzes, são...! – Lilith disse, lentamente.

— Sim. Eles apareceram mais cedo do que eu esperava...

— Hihi! Olá de nooovo! – A garota da direita disse de novo, acenando com a esquerda.

— Ei, ei. Eu já vi vocês antes... 

Damon se lembrou da batalha contra Keith, o líder dos Imperadores da Escuridão, na Floresta Negra. Os dois que estavam ali, eram os mesmos dois que haviam parado a batalha naquele dia.

Exatamente, a garota da direita possuía um cabelo de cor creme, bem claro, com suas pequeninas tranças. O outro ao lado era um garoto. Não era possível ver a cor de seu cabelo, muito menos sua face. E então, a garota deu um sorriso e disse:

— Olhe, olhe, Leon! Ele lembrou da genteee!

— Isso não é lá motivo para se alegrar, Iris.

Nomes revelados. A garota com as trançinhas do cabelo cor-de-creme aparecendo se chamava Iris e o garoto se chamava Leon. E sim, os dois faziam parte dos Imperadores da Escuridão.

Eles também foram os que batalharam rapidamente contra Arthur e Damon na Cidade de Olímpia, antes das missões da floresta e do Mar Egeu.

— Eles são os dois que encontramos na Floresta Negra, além do líder.

— Não só isso. Também enfrentamos eles no dia que Elaine foi atacada. – Damon relembrou desse fato também. Arthur apenas observava em silêncio.

— Imperadores da Escuridão. Então os boatos são verdade...

Parecia que os boatos realmente se confirmavam. O único motivo de estarem aqui, na Ilha da Criação, só podia ser esse. Eles realmente estavam em conjunto com as Irmãs do Destino.

— Isso mesmo! Eu sou Iris! Esse é Leon! Ambos somos parte dos Imperadores da Escuridão, e-! AI! – Leon deu um chute em Iris, a interrompendo – POR QUE FEZ ISSO?!

— Por que está falando sobre nós? Temos uma pergunta para fazer a eles, retardada. – Leon disse.

— Ah, é mesmo! 

— O que eles estão fazendo...?

— Não sei... – Meade e Silver não entendiam nada e pareciam incrédulos. Iris então pigarreou sua garganta e olhou para os onze.

— Entãããão! Eu queria saber quem de vocês matou a Bluebeeell!

Eles não ficaram surpresos, já era esperado que eles soubessem que sua companheira foi derrotada. Porém, eles ficaram sem resposta. A pergunta de Iris, na lata! Isso fez todos ali ficarem acuados. Mas, Elaine tomou a frente de todos nesse momento.

— Ela não foi morta. – Disse a filha de Ártemis para a garota do capuz. Todos a olharam.

— Uéééé? Vocês deixaram ela viva? Vocês são muuuuito bonzinhos! – Iris respondeu com um sorriso.

— Não importa. Ela perdeu, não significa mais nada. – Leon a retrucou. Para eles, se algum deles fosse derrotado, independentemente de serem companheiros...

— O que?! É assim que vocês tratam uma companheira?! – Elaine não podia aceitar isso. Ninguém ali. Mas a resposta de Leon, fez Elaine sentir uma raiva absurda pela primeira vez:

— O jeito que tratamos os companheiros não é de sua conta. Não se meta onde não é chamada.

— Como...!?!

— Se acalme, Elaine. Nem parece você.

“Hihi”

— Hã? O que...?

Uma voz estranha riu e só Elaine escutou. Era um tom de voz de uma criança arteira. Ela não entendeu nada. É o mesmo que aconteceu com Damon e Lilith? Não, não dava para confirmar. Mas mesmo assim...

— A julgar pela reação, presumo que você foi a responsável por derrotá-la. 

— Se parar para pensaaaar, ela tem um tapa-olho. Não recebemos nenhuuuma informação de um membro dos Dez Apóstolos com tapa-olho. Falando niiisso... – Iris começou a fitar todos que estavam ali, cuidadosamente. Foi quando ela travou seu olhar em uma pessoa – Por que tem uma pessoa a maaais? – Daisy rapidamente notou que Iris falava dela. Damon também viu isso e se antecipou à frente de sua irmã mais nova.

— É só uma criança. Não ligue para isso. – Retrucou seu companheiro – Bem, se você está preocupada com a Bluebell, não se preocupe. É só fazermos o que o Keith mandou.

“Eles são bem obedientes mesmo...”, pensou Damon, olhando para os dois. “Isso está com um cheiro esquisito”.

— Então, o que vamos fazeeer?

— Keith falou para não deixarmos ninguém avançar para os Corcéis do Tempo.

— Então temos que matá-los aqui mesmo, estou ceeeerta...?

— Está.

Iris então, deu um sorriso maior. Mas não era um sorriso tal qual o de Bluebell. Não parecia haver malícia ali. Era como o sorriso de uma pequena criança. Iris pegou de seu capuz negro, uma pequena chave prateada, de forma peculiar, como uma seta.

— Ora, ora. Mal chegamos e já temos dois peixes grandes na nossa frente... Interessante. – Damon deu um sorriso de escárnio, como sempre.


[Os vilões se revelam! A primeira colisão na terra das Irmãs do Destino!!]

[Os Dez Apóstolos pousam no início da Ilha da Criação e começam a missão mais difícil de suas vidas! E agora, tem seus primeiros obstáculos pela frente!!]

Continua no capítulo 36: "Duas Batalhas"

Por Sora | 29/01/18 às 15:32 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen