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38º Mito - O Tempo Corre

Epopeia do Fim (EDF)

38º Mito - O Tempo Corre

Autor: Sora

Mais à frente da floresta inicial onde Brandt venceu Leon, Damon e os outros seguiam avançando pelo Templo de Láquesis até os Corcéis do Tempo. Eles já estavam chegando perto dos equinos enormes.

— Será que Elaine conseguiu...? – Grey se perguntou, enquanto avançava com seus companheiros.

— Espero que sim. – Respondeu Damon, de forma tranquila.

Mais à frente, o garoto de cabelo preto e olhos azuis avistou uma enorme corrente de bronze no ar. Quando se aproximaram mais, viram que era a corrente que ligava o Templo de Láquesis até os Corcéis do Tempo! As proporções dos gigantes corcéis com apetrechos dourados era enorme.

Damon ficou impressionado. Não era nada comparado com a vista que ele tinha do topo mais alto do Olimpo, onde eram meros cavalos normais daquela distância. Damon fez um sinal para Grey, Daisy e Lilith e os quatro param. Eles andaram um pouco até o início da enorme corrente. Iria levar em torno de uns 10 minutos até chegar à gigante cavalaria.

Damon então, viu que as correntes seguiam mais para trás ao lado do tempo, por uma pequena abertura. Ele foi até ali, averiguar, e se impressionou.

— Incrível...!

— Espera, quer dizer que o resto da ilha está atrás de nós!?!

Isso mesmo, Lilith. A corrente passava por duas grandes mãos de uma estátua. Ao observar melhor, ele viu que a segunda parte da ilha estava ligada à gigante face dessa estátua enorme que segurava a corrente. Era sinal de que Keith havia ativado o mecanismo dos corcéis e já estava um passo à frente dos Dez Apóstolos em relação às Irmãs do Destino.

Mas isso não era surpresa, afinal, eles se aliaram às Irmãs para destruir o Olimpo...

— Vamos esperar os outros aqui. Agora só poderemos avançar juntos. – Disse Damon, relaxando seus ombros após a corrida.

— O que tem para lá? – Lilith perguntou, apontando para a segunda parte da ilha.

— A Ilha da Criação já está unida aos Corcéis do Tempo. Viemos aqui para isso, mas já fizeram antes de nós. 

— Aquele tremor era razão disso, então... – Grey colocou uma mão sob o queixo, conectando os fatores. Daisy então encostou sua pequena mão direita na gigante face da estátua.

— Então, o que faremos quando passarmos daqui?

Vocês precisarão encontrar as Plêiades. – Disse Atena, novamente instruindo em suas mentes – Elas irão revelar o caminho às Irmãs do Destino.

As Plêiades, conhecidas também como as Sete Estrelas do Céu Azul.

Filhas do Titã Atlas e da Elemental Estelar, Pleione, elas tinham o dever de guardar o caminho para o Palácio dos Destinos, onde se encontravam as Irmãs do Destino. Elas eram sete: Electra, Maia, Taigete, Alcíone, Celeno, Astérope e Mérope.

— Então teremos que procurar por toda a ilha?

Elas estão encontradas bem próximas aos Hecatônquiros. – Respondeu Atena.

— Os Hecatônquiros?

Hecatônquiros, três gigantes conjuntos, filhos de Urano, que possuíam cinquenta cabeças e cem mãos, irmãos dos Titãs e dos ciclopes.

Logo após seu nascimento, Urano, horrorizado com a natureza monstruosa dos seres que havia gerado, escondeu-os nas profundezas do Tártaro. Cronos, cumprindo uma profecia do Oráculo de Delfos, ajudou-os a escapar do Tártaro e a formar uma rebelião que culminaria com a castração de seu pai, Urano. Depois da queda de Urano, Cronos subiu ao poder e voltou a aprisioná-los no Tártaro.

Os Hecatônquiros foram novamente libertados do Tártaro por Zeus, que havia sido orientado pela avó deles Gaia de que eles poderiam ser decisivos na Titanomaquia, a guerra dos deuses olímpicos contra os Titãs. Nessa guerra, os Hecatônquiros lançaram centenas de enormes pedras contra os titãs, ajudando a derrotá-los.

Após a vitória dos deuses, os Hecatônquiros foram aprisionados eternamente na Ilha da Criação pelas Fúrias, fazendo os gigantes se tornarem uma gigantesca prisão para quem sofresse dos tormentos delas, chamada de Prisão dos Condenados.

Sigam o caminho até os Hecatônquiros, e vocês encontrarão as Plêiades...

Atena, então, parou de falar novamente. Os Hecatônquiros ficavam no outro extremo da Ilha. Era um lugar, até agora, inexplorado até mesmo para alguns deuses. Apenas Zeus, Atena, Ares e Apolo já visitaram o local. Mas havia um motivo.

Esse local era habitado por elas... E Damon sabia disso. Não seria nada convidativo. Ele deu um sorriso amargo, como se estivesse sem confiança alguma sobre seu dever...

Damon então, se levantou e começou a andar pela gigantesca corrente que os levava aos Corcéis do Tempo.

— Damon? – Ninguém entendeu nada e então, começaram a segui-lo.

— Ei! Mas não era pra gente esperar os outros lá?! – Lilith falou com uma expressão engraçada.

— Eu quero ver uma coisa.

Lilith ficou curiosa, mas não perguntou o que era. Eles chegaram aos Corcéis do Tempo bem rapidamente, mesmo que só andando. Damon confirmou o que tinha visto. Mais correntes seguiam em frente, mas ele decidiu parar.

— Bom, por enquanto, aqui é o suficiente. Vamos explorar os corcéis enquanto os outros não chegam.

— Explorar os corcéis? Mas eles não já estão ligados na ilha? Pra que isso? – Lilith se perguntou, enquanto olhava as decorações douradas das paredes dali.

— Tem algumas portas aqui. – Grey disse.

Todos olharam e viram algumas portas grandes com o símbolo de um Ômega estampado no centro delas. Haviam três portas ao todo, duas pequenas e uma enorme no centro.

— Então deve ter alguma chave para abri-las.

Damon deduziu isso na hora e todos pareciam concordar. E então, ele viu um homem de cabelo meio grisalho mexendo em uma das portas de longe.

 — Ué, o que uma pessoa faz aqui...?

— O que?!

Damon andou curioso até as portas e à pessoa que ali estava. Lilith, Grey e Daisy seguiram ele. E então, Damon chegou mais próximo, quando o homem os percebeu e se virou.

— Hm? Quem são vocês? O que fazem aqui?!

O homem tinha um cabelo grisalho de forma variada e uma barba de tamanho médio, também grisalha. Ele portava uma armadura dourada em seu corpo, bem resistente e bonita por sinal.

Em sua mão direita, ele segurava uma grande lança de dois lados de cor amarelo.

— Ah. Por acaso alguém passou por aqui agora pouco? – Damon perguntou sem nem saber quem era o homem ou o que ele fazia ali de forma descontraída, fazendo todos ficarem atônitos.

“Assim, na lata!?!”, foi o pensamento de Grey, Lilith e Daisy ao mesmo tempo.

— Hmm. Sim, sim.

“E ELE RESPONDEU DE BOA!?!”, pensaram de novo, em coro.

— Um jovem passou por aqui e acabou roubando a chave dos Corcéis do Tempo. 

— É mesmo? – Damon viu que estava chegando em algum lugar e seguiu com um sorriso – Como ele era?

— Não lembro bem. Pelo que lembro ele tinha cabelo meio verde... escuro. – O homem tentava se lembrar bem e colocava sua mão sob o queixo, pensativo.

— É ele... – Damon murmurou para si mesmo. Certamente esse garoto era Keith.

— O que? Você conhece ele?

— Sim, de certa forma. Então, se nos dá licença... – Damon e os outros se viraram para voltar ao local do início da corrente, porém o homem os parou.

— Esperem aí. O que querem indo para a Ilha da Criação? O que procuram aqui? – O homem perguntou, fazendo Damon dar um sorriso malicioso.

— Você quer saber...?

— Tem certeza que é uma boa? – Lilith questionou com um sussurro, por segurança.

— Não se preocupe... – E ele a respondeu. Damon então, respondeu o homem em seguida – Nós procuramos as Irmãs do Destino.

Silêncio...

— Hm?! Pfff! Hahahahahahahahahahaahah!!!

— O que houve agora? Isso foi engraçado? – Damon desdenhou pela risada aguda do homem que tentou se portar novamente.

 — Essa é boa garoto! Vocês querem ir até as Irmãs do Destino?! Que piada! Hahahahahahahaha! – A gargalhada dele era rouca e grave, como sua voz.

— Bom. Acredite no que quiser. Vamos lá, pessoal. – Damon e os três deram a volta, mas o homem novamente os parou.

— Espere, espere. Deixe eu me apresentar. Eu sou o Guardião dos Corcéis dos Tempo, Teseu! Não fique achando que irão passar facilmente!

— Teseu?! Aquele herói?! – Daisy perguntou, apreensiva.

— O que foi agora? Você deixou um passar já. Qual seria o mal de deixar passar outras pessoas?

— Não irei cometer o mesmo erro duas vezes. Vocês NÃO irão passar. – Teseu rodou sua lança, os chamando para batalhar.

— Damon. O que fazemos? – Damon ficou por um tempo quieto, quando decidiu.

— Então, não me deixa outra escolha... – Seu olhar ficou frio como gelo. Todos ficaram atônitos.

— Pode desistir! Você não vai consegu-! – Teseu parou bruscamente sua fala quando viu a Ryūken em seu pescoço. – O q-?!

— Não importa se você é o guardião, ou seja lá o que for. Você vai sair do nosso caminho. – Damon falou com um tom ameaçador. Nem parecia ele mesmo... Mas Teseu manteve a confiança e não se intimidou por isso.

— Essa espada, esse ar... entendi. Você é o filho mais novo de Zeus. – O herói Teseu afirmou, mantendo o controle de suas ações.

— Vejo que você sabe demais. Vou realmente ter que te ensinar uma lição?

— Desculpe, desculpe. Fui um pouco equivocado em minha conclusão. – Damon retirou a espada do pescoço de Teseu e a guardou – Podem passar por aqui.

— Hm... ok.

Damon guardou a espada no seu porta-espada em suas costas, deu meia volta com os três e seguiu.

Quando eles estavam se distanciando, Teseu pegou a sua lança com duas lâminas e tentou atacar Lilith, que olhou, mas não pôde reagir. Damon, todavia, foi mais rápido e parou o ataque dele com a Ryūken mais uma vez.

— Seu...!

— Saia do caminho.

Damon fez um movimento em espiral que jogou Teseu para trás. Ele parou e olhou para seu adversário, os dois se encararam. Grey, Lilith e Daisy se posicionaram atrás de Damon.

— Filho de Zeus ou não, eu, o grande Teseu, irei te derrotar aqui e agora! – Ele girou a lança e a parou no chão. Dois portais se abriram. E dos portais, saíram dois minotauros azuis – Resista, ou morra!

— Hmm. Interessante. Um herói falido igual você comprando briga à toa. – Damon provocava de forma assustadora. E isso despertava a fúria de Teseu.

— O que disse!?!

— Vocês cuidam dos minotauros. Eu fico com esse Teseu. – Damon disse para Lilith, Daisy e Grey.

— Ok, irmão!

— Pode deixar.

— Sim!

Os três foram para cima dos dois minotauros ao mesmo tempo com suas Armas Divinas em mãos. E então, Damon atacou Teseu... Mais uma batalha – nos Corcéis do Tempo – começava.

 

***

 

Na floresta, Chloe e Julie já lutavam contra Iris, dos Imperadores da Escuridão. A luta estava equilibrada até então.

 Iris atirou uma esfera de energia em Chloe que esquivou para a esquerda. Julie, do tronco de uma árvore, atirou três flechas simultaneamente. Iris parou duas com uma nova esfera de energia e a outra raspou em seu rosto abrindo um leve corte, mas que não sangrou. Ela passou a mão nesse corte e sorriu.

Após isso, a mesma pulou para o chão, onde deu de cara com Chloe, em sua frente. Iris olhou para a filha de Atena, preparada. Ela então, apontou usa lança para a garota de cabelo cor-de-creme.

— Esporos de Luz!

Assim que Chloe falou, pequeninas bolas de luz, como neve, começaram a cair lentamente do alto e infestaram a floresta. Iris olhou para cima e os pequenos flocos dourados que pareciam brilhar, começaram a se dispersar mais ainda, fechando saídas.

“É bonito, mas com certeza é perigoooso. Melhor não encooostar”, pensou Iris, consigo mesma.

Ela deu alguns saltos para trás, se esquivando dos esporos com maestria. Com isso, ela baixou a guarda com a magia de Chloe, ainda desconhecida quanto o resultado de um toque nos esporos luminescentes, sendo surpreendida por Julie, atrás dela, caindo de cabeça para baixo com o seu Arco Celestial totalmente carregado.

— O q-?!

— Luz da Morte.

Iris tentou virar, mais foi tudo muito rápido para seu próprio olhar, tanto que nem pôde completar a fala. Uma explosão de luz branca alastrou-se pela floresta. Os esporos seguiam no ar mesmo com o grande impacto. Julie caiu e deu uma cambalhota para, enfim, parar de joelhos no chão. Iris estava caída no solo, bem perto de Julie.

Ela estava um pouco fraca devido ao choque da Luz da Morte da garota de cabelo branco, mesmo assim, ela não estava ferida ainda.

— Vocês me pegaram nessa... – Iris disse enquanto se levantava, lentamente – Mas não acontecerá de nooovo!

Dessa vez, ela colocou a mão no capuz e pegou uma chave de ouro, parecida com a de prata em formato, porém mais brilhante que ela. Chloe e Julie olharam, sabendo que isso era um trunfo de Iris, que colocou ela em uma pequena abertura no centro de seu canhão acoplado a sua mão.

 — Quem me enfrentooou e viu a Chave Dourada sendo usada no meu Taifūhō, nunca sobreviveu pra contar históóóória! Vocês seguirão mesmo camiiiinho!

Iris então, girou a chave na fenda pequena, o que começou a produzir uma mudança luminescente no canhão, seguida de uma forte ventania que tomou forma ali. As duas irmãs gêmeas colocaram as mãos sobre o rosto.

— Lá vem ela...! – Chloe disse, mas ela não esperava pelo o que vinha depois.

Iris moveu seu braço e atirou para o lado esquerdo. As duas ficaram paradas. Por que ela fez isso? Mesmo sem entender, a garota de cabelo cor-de-creme com tranças pequenas sorria confiante.

— Pergunta: O que ela fez?

— Não sei, mas-.

BOOM

— GAH!

Tão de repente, uma esfera de energia explodiu nas costas de Chloe, abrindo um buraco na sua roupa branca – feita por Atena, com bastante resistência por sinal – e fazendo uma pequena fumaça subir com o impacto.

— Irmã!

Uma das raras vezes que Julie demonstrava uma expressão sequer, foi agora. Chloe caiu de joelhos no chão. Sua irmã gêmea mais nova ficou preocupada – também coisa bem rara de ela demonstrar.

— Eu... estou bem. – Chloe se levantou, tremulando de dor. Suas costas estavam bem queimadas pela explosão, mesmo com a resistência da roupa feita por sua mãe.

— Ué, o que foooi?! Não me digam que é só iiiisso!

Iris foi rápida e atirou para cima dessa vez. Julie percebeu que alguma coisa vinha da esquerda e atirou rapidamente com seu arco. Porém, da direita, uma nova esfera de energia explodiu em seu braço. Ela não gritou, mas remoeu-se de dor dando, instintivamente, dois passos para trás no exato momento, Julie tinha conseguido evitar uma explosão maior, mas mesmo assim recebeu um dano considerável.

Iris deu uma risada e atirou para frente dessa vez. Julie e Chloe esperaram. Elas então recuaram o mais rápido possível, quando uma esfera de energia veio por trás e Chloe com sua lança a destruiu com um golpe só.

A explosão ocorreu mesmo assim, jogando as duas um pouco para trás com a força do impacto no ar. Elas pararam, ofegantes, de frente para Iris, que sorria mais. 

— Hmmm. Você conseguiiiiu!!

“O que é essa técnica?!”, Chloe se questionou, olhando para todos os lados freneticamente, enquanto suava bastante.

— Não precisam ficar assustaaaadas! Afinal, vocês vão morrer aqui meeeesmo! Hahahahaaa!

Iris estava mais confiante do que nunca agora. Os Esporos de Luz de Chloe foram anulados faz um tempo, o que a fez estalar a língua, nervosa. Ela tinha que pensar! Recebeu um treinamento especial com Julie para aperfeiçoar isso. Mas quem disse algo, foi sua irmã.

— Ideia: Irmã. Eu tenho um plano. – Chloe olhou para Julie na mesma hora, vendo o indecifrável, porém confiante olhar da irmã.

— Um plano? – Chloe perguntou mesmo assim, curiosa. Sua ferida nas costas ainda ardia, assim como o braço afetado de Julie, mas elas aguentavam firmes.

— Afirmação: Sim, mas eu preciso que você ganhe um pouco de tempo. – Julie completou – Dúvida: Você consegue? – E a última pergunta fez Chloe dar um sorriso.

— É claro que sim!

Ela rodou a sua arma, a Lança do Destino, e a parou em posição de ataque. Julie fechou os olhos verdes e estendeu a mão direita para o lado direito.

— Então vocês têm um plaaano?! Pena que não vai funcionaaaar!!

Iris atirou para o lado direito dessa vez, rapidamente. Chloe aguçou seus fortes sentidos e instantaneamente notou que o alvo era Julie. A esfera de energia veio de cima!

Chloe, porém, com um pulo antecipado, destruiu a esfera de Iris com um corte rápido da Sakiyari. A explosão consequente disso não afetou Julie.

— O que?!

— Você não vai atrapalhar ela. – Chloe disse, dando um sorriso. Por um momento, Iris deu um passo para trás, assustada, mas voltou a sorrir.

— Então que tal isso aqui!?!

Iris rapidamente atirou para a esquerda e para a direita, em sequência. Chloe arregalou os olhos com a cartada usada por Iris.

“Droga! Eu não posso defender duas ao mesmo tempo!”, Chloe pensou desesperada.

— Confirmação: Está tudo bem, irmã. – Chloe e Iris olharam para Julie – Eu já estou pronta.

Julie estava com uma flecha enorme, parecida com um enorme parafuso de aço na sua mão direita. Ela então apontou rapidamente para Iris. Foi quando as duas esferas de energia, uma vinda por cima e outra por trás, apareceram e começaram a ir na direção de Julie simultaneamente. Mas ela não parou.

“O que é isso?!”, Iris se perguntou. Ela então deu um novo passo para trás. Quem triunfaria primeiro?! As duas esferas de Iris ou o ataque misterioso que Julie preparou? A princípio, seriam as energias, mais velozes e já em sua rota de colisão.

Mas Julie, sem um pingo de expressão no rosto, disse algo que gelou a espinha de Iris...

— Convicção: É hora de acabar com seu joguinho. – Uma enorme rajada de vento se formou envolta de Julie, e: – Rule Breaker


[A batalha na floresta se intensifica!! Use a fórmula para a vitória!!]

[Com uma magia misteriosa, Iris encurrala as filhas de Atena. E então, a inexpressiva Julie entra em ação com sua nova magia...!]


Continua no capítulo 39 - "O Fim das Estrelas"




Por Sora | 05/02/18 às 14:28 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen