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40º Mito - O Caminho para as Irmãs

Epopeia do Fim (EDF)

40º Mito - O Caminho para as Irmãs

Autor: Sora

Monte Olimpo, 19h30 da noite.

— Quem diria que o filho de Apolo desenvolveria uma técnica de cura... – Zeus coçou sua barba em seu trono.

Atena e ele observavam o processo dos Dez Apóstolos pela Piscina da Vidência. Nesse momento eles estavam seguindo em frente na Ilha da Criação, até os Hecatônquiros, seu próximo destino. Mas ainda assim...

— Agora eles terão os piores desafios. Espero que fiquem bem.

A Deusa da Sabedoria demonstrava preocupação, bastante preocupação. Como ela mesma disse, agora é que as coisas iam complicar. O caminho até os Hecatônquiros não seria nada simples. Eles teriam diversos desafios complicados até chegar no primeiro e maior deles.

— As duas batalhas anteriores foram bastante, digamos... instrutivas para eles. Creio que estão cientes das dificuldades que surgirão. – Disse Zeus com um leve tom de solenidade.

— O filho de Ares quase saiu de controle. Você viu com os próprios olhos, meu senhor e pai.

— Isso era deveras esperado. Afinal, ele possui o sangue de Ares. Ele possui o sangue do Deus da Guerra em pessoa. – Zeus afirmou – Atena, minha filha. Você é inteligente. Sabe que eles têm atitudes e demandas bem igual à dos pais.

— Sim, eu sei disso, pai. – Mesmo afirmando, ela não podia acreditar nisso. As Irmãs do Destino com certeza já sabem que eles foram mandados e que eles estão lá. Assim como os Imperadores da Escuridão...

Porém, o plano até agora estava indo bem, já que nada havia acontecido com nenhum deles até aqui. O que as irmãs estariam pensando com isso...?

— Assim como suas duas filhas são inteligentes, assim como o filho de Dionísio é calculista e controlado... – Zeus seguia falando de forma coesa.

— Bom, isso é. Mesmo assim, foi estranho...

Atena percebeu que Brandt não saiu do controle apenas por ter o sangue de Ares correndo em plenas veias. Ela percebeu que tinha algo a mais. Ela também viu isso em Damon e Lilith. Até mesmo, quem sabe, em Keith, na Floresta Negra...

 — Mas isso não diminui os desafios que estão por vir. – Completou a deusa.

— Bom, eles vão dar um jeito. 

— Espero que sim... – Atena seguia olhando para a piscina, atenta e preocupada. Zeus fazia o mesmo, sem expressões notáveis.

 

***

 

Ilha da Criação. Os Dez Apóstolos andavam pela parte da ilha que decidiria tudo a partir de agora. Eles ainda estavam em uma área fechada, pouco iluminada. Parecia uma outra espécie de templo, como o Templo de Láquesis lá atrás.

Ambos os onze entraram em uma pequena passagem que dava em um corredor de terra. Eles ultrapassaram o corredor e se depararam com uma enorme porta à frente.

— Que enorme... – Disse Lilith, arregalando os olhos. Todos estavam observando a enorme porta do suposto templo, quando Julie e Chloe acordaram ao mesmo tempo nas costas de Brandt e Arthur.

— Oh, vocês acordaram.

— O que aconteceu...? – Perguntou Chloe, ainda tentando recobrar a consciência.

— Vocês conseguiram derrotar aquela Iris e depois desmaiaram de exaustão. – Explicou Elaine. As duas irmãs se entreolharam, sorrindo com o feito sucedido.

— Confirmação: Então nossa magia funcionou... – Julie falou.

— Magia...? FOI AQUILO?! 

— Não grite, droga! – Damon tampou os ouvidos após o grito assustador de Lilith, incrédula.

— Mas você viu, não foi?! De repente, estávamos no espaço e depois tudo voltou ao normal!

— Eu sei disso. Realmente fiquei assustado, não acreditei na hora. Aquele era de fato o cosmos. Não parecia ilusão ou projeção. E espera aí, você é retardada? Eu falei que era uma magia delas lá nos corcéis e você não ouviu!?!

— Nã-! Ué. Pera. – Lilith ficou confusa, tentando se lembrar. Damon deu um tapa em sua testa, perdendo sua fé nela.

— Não acredito...

— De fato, nossa magia consiste em "projetar" o cosmos. – Chloe explicou – Aquilo era real, mas não era 100%. Apenas os deuses e os criadores, conhecidos como Deuses Primordiais, podem alcançar o 100% do Cosmos. É como o reiki em si.

— Bom, isso explica 100% das coisas. – Lilith se refez, fazendo um trocadilho com as palavras de Chloe, sorrindo orgulhosa de si mesma.

— Você realmente não perde uma, não é?

— O que foi? Vai ficar tagarelando agora? – Damon e Lilith se encararam, nervosos um com o outro. Incrível, não é verdade...?

— Deixem essa conversa para depois. Temos que derrubar isso aqui. – Grey pegou sua Arma Divina, as Luvas do Sol, Taiyukuro.

Ele então, apenas deu um poderoso soco que destruiu a porta e a fez voar para trás, liberando a passagem que dava em uma grande sala com uma pequena piscina no centro.

Todos olharam impressionados e entraram na sala com calma, mas não era apenas isso. Eles ficaram mais impressionados ainda com o que estava mais a frente; uma gigante estátua de uma mulher.

— Nossa! Tudo é grande nessa ilha!?!

— O que é isso? Não me diga que... – Damon analisou a forma da estátua – É uma das Irmãs do Destino?

Todos prenderam suas atenções em Damon após seu chute – certeiro. Essa na estátua era, de fato, uma das Irmãs do Destino – Láquesis!

— Damon, como assim? – Lilith perguntou.

— Ora, só você pensar logicamente. Não que você consiga.

— EI!

— Se bem que foi só um chute. Enfim, não tem saída. Como fazer?

— Saiam. – Arthur andou até a frente de todos, que olharam assustados.

“Deu ruim”, foi o que todos pensaram simultaneamente.

Arthur pegou a Foice do Caos, Konrama, sua Arma Divina, uma foice enorme. Ele apenas a levantou e todos já recuaram na hora!

O filho de Afrodite então, cortou de cima para baixo, provocando uma pressão tão grande que fez uma explosão enorme ocorrer, derrubando tudo! A estátua de Láquesis foi totalmente destruída com o ataque e abriu uma passagem para o lado de fora.

— Hmpf. – Arthur guardou sua foice, bufando como se ele mesmo tivesse ficado irritado com aquilo que acabara de fazer, e seguiu em frente. Todos o acompanharam sem reagir.

— Que bom que o Arthur não é de falar muito e já parte pra ação. – Disse Damon, com um sorriso de escárnio – Mas olhem só... que lugar estranho.

Era bem estranho para eles mesmo. Todos olhavam aos redores. Eles estavam em uma espécie de pátio gigante, com um caminho reto que dava aparentemente em um pântano ou algo do tipo. E dali mesmo, bem de longe, dava para ver...

— Lá está. Nosso objetivo inicial... – Damon apontou com o indicador, fazendo todos olharem.

Eram duas estruturas enormes de grandes que borravam praticamente o horizonte inteiro. Mais à frente, era possível ver algumas imediações dos Hecatônquiros – o objetivo inicial deles. E mais atrás, era possível ver outra forma em cone para cima, totalmente negra e gigante, que parecia atravessar os céus e formar nuvens negras em coroas circulares ao seu redor na ponta superior.

Eles não sabiam ali o que era, mas aquela forma estranha e assustadora era o objetivo final dos Dez Apóstolos. O Templo dos Destinos.

Então o lugar onde eles se encontravam agora, era o Átrio do Destino.

— Ok, ok! Vamos em frente então. – Assim que Damon falou, Grey de repente socou um minotauro. Todos olharam ao mesmo tempo em reação instantânea.

— Parece que não será tão simples assim. Olhe. – Mais minotauros apareceram, como se fossem invocados do inferno – Começaram a aparecer.

— Que lindo! – Disse Damon, ironicamente – Vocês podem lutar?! – Perguntou para Julie e Chloe.

— Sim. Grey nos curou então estamos aptas para ajudar. – Chloe respondeu, ao mesmo tempo que sacava sua lança. Julie fez o mesmo com seu arco.

— Isso é bom. Menos preocupação!

Damon, sem avisar, rápido como o vento, desferiu um golpe mortal em um dos minotauros com sua Espada do Dragão, Ryūken. O outro veio para o atacar, mas Daisy o parou e o cortou em dois rapidamente com a Soraken. Os outros minotauros grunhiram e tomaram cautela. As criaturas eram mais espertas do que aparentavam.

— Muito bem... vamos botar pra quebrar!

— Com certeza!

Silver puxou a Lâmina do Oceano, Haumi e Meade repetiu o processo ao pegar os Fios da Redenção, Shōkito, suas Armas Divinas.

— Chuva Ácida! – Silver usou a Chuva Ácida para deteriorar parte de alguns minotauros.

— Dança da Samambaia! – Meade completou o trabalho com a Dança da Samambaia.

Quando parecia que ia melhorar, só piorava. Vários soldados legionários apareceram, trazendo junto com ele, dois ciclopes. Os legionários eram como humanos normais, porém totalmente deteriorados em forma de caveira e com pequenas armaduras e lâminas. Já os ciclopes, gigantes de apenas um olho só em sua tesa, amedrontadores.

Os ciclopes rugiram tão alto, que parecia que os tímpanos de todos iriam explodir. Todos colocaram suas mãos aos ouvidos para evitar o tenebroso e grave som do rugido.

Damon aproveitou o momento e saltou repentinamente. Ele planou na direção do único olho do ciclope e enfiou sua Ryūken adentro. O ciclope gritou de dor enquanto sangue e pus escorria de seu olho.

— Que tal isso?!

Damon caiu no chão de pé, após retirar sua espada e o outro ciclope levantou seu porrete para o esmagar. Antes que ele pudesse concluir a ação, três flechas explodiram em seu torso, produzindo pequenas luzes brancas, iluminando a escuridão do pátio à noite. Julie, com seu Arco Celestial, Tenyumi, o imobilizou, e deu a chance que Damon queria para acabar com o outro ciclope, que estava atordoado.

— Muito bom, Julie! - Antes de Damon poder atacar, o ciclope que havia perdido o olho, entrou em desespero.

Ele balançava o seu enorme porrete, de um lado para o outro, em uma tentativa de acertar quem estivesse próximo de qualquer jeito. Damon percebeu um segundo mais cedo e pulou para trás. Então Lilith, em um movimento rápido, apareceu por trás do ciclope e abriu uma enorme cicatriz com a Foice do Inferno, Jigokuma, em um corte diagonal.

— Você, recuando? O que aconteceu?! – Lilith sorriu ironicamente.

— Cala a boca! Ninguém pediu sua interferência!

 O ciclope grunhiu e, quando foi se virar para devolver o favor, teve sua cabeça decapitada. A cabeça da criatura, já fora do corpo, quicou no chão e seu corpo tombou alguns segundos depois, estremecendo a terra. O outro ciclope convocou seus soldados legionários e foi para cima dos Dez Apóstolos. Mal eles sabiam o que os esperava. A cena seguinte apresentou dezenas de cabeças saindo dos corpos.

— Não, assim não. Vocês têm que ter mais cautela. – As Linhas do Inferno de Lilith entraram novamente em cena e derrubaram os Soldados Legionários.

— Sua retardada! Encurralou a gente também! – Damon gritou, de forma engraçada. Além dos monstros, seus companheiros também estavam quase que sendo decepados.

— QUE!?! – Lilith tentou disfarçar, mas não conseguiu.

O ciclope foi mais precavido e parou de avançar. Quando ele tentou destruir as linhas, foi surpreendido por um ataque de Elaine, que o fez adormecer. Era o Black Out. Dois minotauros que sobraram recuaram com medo.

— Problema resolvido. Pode desfazer, Lilith! – Disse Elaine, sorrindo com a Lâmina da Lua, Hatsuki, em mãos.

— Ah, ok! – Lilith desfez as linhas tênues, quando os dois minotauros restantes começaram a fugir.

— Não vão não! – Mas Damon não deixou eles fugirem, dando um forte impulso até próximo deles – Onda de Choque!

O golpe usado cortou as costas dos dois, que grunhiram e caíram de joelhos. O próprio Damon deu fim a suas vidas, cortando suas cabeças em um único golpe com a sua espada.

— Beleza. Beleza, nada... – Damon refez sua frase, olhando para o caminho até o suposto pântano.

Era possível ver soldados legionários, minotauros, ciclopes e até mesmo cães infernais à espera dos Dez Apóstolos. Além de enigmas e confrontos mortais, essa era a Ilha da Criação. A missão mais difícil de todas!

— Vamos nessa. Estou começando a ficar empolgado! – Damon sorriu animado...

 

***

 

Da Piscina da Vidência, Zeus e Atena seguiam observando o progresso dos Dez Apóstolos. Minotauros, soldados legionários, ciclopes, cães infernais... todos iam perecendo diante dos onze filhos dos deuses, um por um. Zeus não demonstrava surpresa ou preocupação. Por outro lado, Atena começava a ficar mais confiante com os resultados que observava da piscina olimpiana.

— Viu só? Disse que se sairiam bem. Até melhor do que o esperado por enquanto. – Zeus falou, com seu mesmo tom sério de sempre, sem demonstrar emoções.

— De fato, o trabalho em equipe de alguns é esplêndido. – Disse Atena, com um tom de dúvida.

— Diz que eles só são bons trabalhando em equipe de dois em dois ou três em três?

— Mais ou menos isso... – Atena confirmou, procurando as palavras corretas para exemplificar sua afirmação – Nem todos ali têm um bom trabalho em equipe como com outros companheiros. Julie e Chloe são um exemplo disso. As duas juntas são perfeitas.

— Mesmo assim, as duas se dão bem com os outros.

— Isso é de pessoa para pessoa. Nem todos são assim. – Atena falou, tranquilamente.

— Bom, você está certa. Quem sabe nessa missão eles aprendam a se lidar bem como um todo. – Zeus passou a mão em sua longa barba branca.

— Tenho esperança que isso aconteça. Se me dá licença, pai...

Atena se levantou e foi andando até a porta que dava na saída do trono de Zeus. O Pai dos Céus não disse nada, apenas concordou em silêncio.

Atena saiu da sala e viu Hermes, jogando uma moeda para cima sem parar como se estivesse jogando cara ou coroa, assobiando. Atena não deu bola para seu irmão encrenqueiro e resolveu passar diretamente por ele. Mas Hermes não desperdiçaria a chance de encher a cabeça de sua irmã.

— E então? Como estão os "Prodígios Olimpianos"? – Hermes disse certamente em um tom irônico. Atena não se deixou levar pela provocação de seu irmão e respondeu com cautela.

— Ah. Eles estão indo bem...

Ela até pensou em dar um fora ou uma resposta ríspida, mas paciência. Isso era o que Hermes mais gostaria de ouvir, e com certeza tiraria sarro disso. Tanto que o Mensageiro dos Deuses levantou levemente sua sobrancelha, impressionado.

— Entendo, entendo. Realmente reconheço suas habilidades por sobreviverem à Ilha da Criação por um dia. Entretanto, tenho a sensação de que-.

— Você tem inveja, meu irmão?

Atena interrompeu Hermes e fez a inesperada – até para ela mesma – pergunta. Hermes, de certa forma, não entendeu o sentido do questionamento de sua irmã mais velha. Ele continua sorrindo.

— Inveja, você diz? Posso saber sobre o que seria?

— Ora. Você deveria saber. Afinal você é o único deus que não teve um descendente que faz parte dos Dez Apóstolos... – Hermes ficou em silêncio por um momento. Onde Atena queria chegar com essas indiretas?

— Então, diz que tenho inveja por vocês serem progenitores deles, hã? E o que me diz sobre minhas tias Héstia e Deméter? Nem minha tia Hera, Deusa do Casamento, teve vontade de dar luz à um desses aí pelos quais você preza tanto.

 Hermes tentou responder denegrindo esse fato, mas não teve muito efeito em Atena, que levemente prendeu sua boca, parecendo esconder algo que iria falar.

Ela então, pensou e deu em resposta:

— Hera já teve muitos filhos com Zeus, não acha? Se Damon e Daisy fossem filhos dos dois, eles também seriam deuses. Isso poderia ameaçar o trono de nosso pai.

— Mais do que já está ameaçado?! Você não enxerga, irmã?! Tantos deuses. Tantos filhos de Zeus. Apolo, Ares, Ártemis, Hefesto... seus irmãos e nossos tios, Hades e Poseidon. Zeus está cercado de deuses! Ter mais dois não faria diferença.

— Aí que você se engana, irmão. – Atena fez uma leve pausa, o clima ficou mais pesado. Então, ela prosseguiu – Você não sabe da profecia?

— Não acredito em coisas do tipo. – Hermes respondeu, sem rodeios – O Olimpo nunca teve paz. E nunca terá. Enquanto as ideologias dos deuses forem diferentes, haverá conflitos. O trono de Zeus está e sempre vai estar ameaçado. Você acha que ninguém pensa em como deve ser prazeroso estar no comando do cosmos?

Hermes, por incrível que parecesse, estava correto em sua afirmação. Enquanto os deuses se oporem uns aos outros, conflitos sempre existirão, mesmo que Zeus tenha imposto a lei de que um deus não pode matar outro.

Sim, as diferentes ideologias de outros deuses poderiam levar Zeus e o Olimpo à ruína facilmente. Pelo menos na teoria.

— Se for assim, por que ainda não agiram então? Seria fácil uma rebelião contra Zeus.

— ... – Hermes ficou em silêncio. Atena parece ter acabado com seus argumentos.

— Se for só isso, então estou indo. Preciso encontrar minha irmã, Ártemis.

— Não esqueça, minha irmã. Não garanta tudo na sua inteligência. – Hermes soltou essa frase, de repente. Atena parou de andar e voltou a se virar para ele, com um sorriso forçado.

— O mesmo para você, meu irmão. Sua petulância e chatice são extremas.

Hermes cerrou os dentes, com raiva. A deusa então, se foi logo em seguida. Mas o que pôde-se ver depois, foi um leve sorriso maléfico de Hermes...

Atena então seguiu até um Panteão aleatório na Cidade de Olímpia e se encontrou com Ártemis, passados exatos dez minutos após ela deixar a montanha.

— Desculpe pela demora, irmã. Hermes me atrasou um pouco.

— Não se preocupe. Faz pouco tempo que cheguei aqui. – Ártemis, a Deusa da Lua, respondeu com um sorriso – E como andam as coisas?

— Estão indo. Não há nada definido mas acho que ele vai ceder. Talvez até hoje. Mas primeiro ele quer saber sobre os motivos e coisas do tema.

— Não tem problema. Então, vamos?

— Sim.

Atena e Ártemis começaram a andar, aparentemente de volta para o Olimpo. E então, a prisão do Olimpo apareceu e mostrou uma garota de cabelo rosa com dois coques laterais, Bluebell, que estava dormindo em sua cama improvisada.

De repente ela abriu seus olhos cor de rosa, levemente...


[Ártemis tem um pedido misterioso... A garota novamente abre seus olhos!]

[Os Dez Apóstolos prosseguem para os Hecatônquiros na Ilha da Criação! Já, a Deusa da Lua, parece planejar uma nova jogada!!]


Continua no capítulo 41: "O Caminho para as Irmãs II"

Por Sora | 09/02/18 às 12:47 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen