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44º Mito - Colisão

Epopeia do Fim (EDF)

44º Mito - Colisão

Autor: Sora

Zeus seguia observando os onze da Piscina da Vidência, mesmo sem Atena. Ele não se movia, não demonstrava emoções e muito menos dizia algo. Foi quando Atena e Ártemis chegaram ao Olimpo juntas e entraram na sala do trono do Pai dos Céus. Zeus olhou para o lado e, após ver suas filhas, voltou sua atenção de volta à Piscina da Vidência.

As duas se aproximaram dele, andando tranquilamente.

— Estou de volta. – Disse Atena, prestando reverência.

— Olá, pai. – A Deusa da Lua fez o mesmo.

— Atena. E Ártemis... O que deseja? Sei que não veio apenas me visitar. – Disse Zeus, sem remover a atenção da piscina. A deusa deu um sorriso de canto.

— Não fale desse jeito. Mas é verdade, vim para pedir um favor. 

— Esse favor tem algo a ver com aquela garota? – Ártemis não se impressionou. Isso já era esperado do Rei dos Deuses.

Atena deu uma olhada periférica para sua irmã mais nova, que seguia com um sorriso tão belo quanto a lua cheia mais brilhante do céu noturno.

— Como esperado de vosso pai... – Ártemis voltou a prestar sua reverência – Sim, senhor. Tem tudo a ver com ela.

A prisão do Olimpo.  Na cama improvisada de onde estava, a garota de cabelo rosa novamente abriu seus olhos, despertando de seu sono...

 

***


Templo dos Destinos. Em meio aos infinitos fios tênues espalhados pela enorme sala, estavam novamente as três irmãs que decidem o destino dos seres vivos do planeta.

Cloto era a responsável por tecer todos os fios, os criando e definindo seus mínimos detalhes. Ela, resumidamente, era responsável por dar vida aos seres vivos.

Láquesis puxava e refinava os fios. Era conhecida como a Irmã da Sorte, definindo os mais peculiares e incontáveis destinos possíveis, aos seres vivos – não à toa, está deixando Dez Apóstolos e Imperadores da Escuridão na palma de sua mão, por diversão própria.

Átropos era a responsável por cortar os fios, determinando o fim da vida dos seres vivos. Independentemente de idade, cultura, ou qualquer outra coisa, assim que chegasse sua hora, determinada pelas Irmãs e pela própria Átropos, esses pereceriam.

Ambas executavam seus trabalhos, sem parar. Cloto tecia, Láquesis fiava e Átropos cortava, em um processo rápido e calculado.

— Quem diria! As Fúrias se uniram com os Imperadores da Escuridão! – Láquesis falou em um tom sarcástico, enquanto fiava diversos fios de uma vez – Como você previu, irmã!

Cloto perambulava e dançava sobre os Fios do Destino, os tecendo e dando vida a novos seres vivos.

Ela usava constantemente a Roda da Fortuna, onde produzia intensamente mais e mais Fios do Destino. A palavra de Láquesis foi para ela, mas quem respondeu foi a responsável pelo fim da vida dos seres vivos do planeta.

— Você sabe que o fato delas se juntarem a eles não é seguro, Láquesis. – Disse enquanto cortava três fios simultaneamente, acabando com três vidas de uma vez só.

Assim que ela cortava um fio, ele simplesmente sumia em forma de poeira negra, como se deteriorasse automaticamente.

— Mas é isso que deixa as coisas mais divertidas! – Láquesis acariciou um dos fios em sua mão. Aparentemente é um fio dourado, um fio de um deus – Eu não me divirto tanto desde a Titanomaquia...

O fio que ela passava suas mãos perfeitamente esculpidas para tal trabalho, era o fio de Ártemis. Ela estava decidindo o destino da deusa naquele exato momento.

Sim, não só Dez Apóstolos, Imperadores da Escuridão e Fúrias. Os deuses também faziam parte de seu joguinho e de sua diversão premeditada. Era como se Láquesis fosse a diretora de um filme, ela controlava tudo e seus planos mirabolantes a faziam rir em desdenho.

— Sua diversão pode nos matar um dia. – Átropos cortou um novo fio, que se desfez na mesma hora.

— O que está dizendo, Átropos?! Não há ninguém que possa nos matar, nem mesmo os deuses! Seus destinos estão em nossas mãos! Você sabe muito bem que eles não ganhariam a guerra se desejássemos o contrário...

— Hm... 

— Viu só? No fundo você concorda comigo. No fim eu posso acabar com tudo rapidamente te contatando. Simples assim! Mas, não se preocupe. Esse jogo está bem divertido, não quero que dê game over agora!

— Láquesis... você está brincando demais.

— Sim, estou. E Átropos, por acaso está com medo?! Logo você?!

— O que estão fazendo? – Cloto interrompeu as duas, com um tom sério – Deviam estar trabalhando.

— Eu só estava tentando dar a ela um pouco de senso de diversão!

Láquesis, após fiar o destino de Ártemis, voltou sua atenção para exatos onze fios platinados, mais oito fios negros ao lado. Os onze pertenciam aos Dez Apóstolos – mais Daisy – enquanto os outros oito pertenciam aos Imperadores da Escuridão.

Láquesis já havia decorado qual fio pertencia a quem e podia brincar com eles, como têm feito ultimamente, os jogando em diversas batalhas e desafios. Foi assim desde os acontecimentos na Floresta Negra.

Tudo para divertir-se.

— Isso não é desculpa para faltar ao trabalho, Láquesis. – Cloto retrucou, fechando seus olhos, enquanto produzia mais fios.

— Viu só? Você está muito cega com seu "senso de diversão". – Átropos também retrucou, olhando para sua irmã que brilhava os olhos olhando para os, ao todo, dezenove fios com os quais ela brincava muito.

— Hmpf! Você não consegue mesmo. Mas Cloto é diferente. Eu sei que você me entende né, irmã?! – Depois de uma pausa em silêncio, Cloto deu uma parada na Roda da Fortuna.

—Realmente, as coisas estão ficando interessantes. 

— HAHA! Viu só?! – Láquesis sorriu para Átropos que olhou para o lado, incrédula.

— Láquesis, se não esqueceu, o destino pode ser alterado por eles próprios.

— Não diga besteiras! Nem os deuses conseguem essa proeza. As chances são tão pequenas comparadas às infinitas estrelas e galáxias do cosmos.

— Mas, ainda assim, pode acontecer. – Reforçou Cloto após a tentativa falha de Átropos, fazendo Láquesis a olhar.

— Irmã, ao que se refere...?

— A nada, por enquanto. Mas, pode brincar o quanto quiser, Láquesis. Desde que cumpra com seu trabalho.

— Sim, é claro! Maaaas, Átropos, não fique desapontada, você vai ver. Vou divertir vocês ao máximo com esses pirralhos!

— O maior conflito que a Ilha da Criação já presenciou, está para começar. – Cloto se virou para as duas – Eu realmente estou curiosa para saber como eles podem decidir seus próprios destinos... 

As palavras de Cloto fizeram Átropos e até mesmo Láqeusis ficarem em silêncio. Cloto não planejava nada, mas sua curiosidade não podia ser deixada para o lado. Se ela dizia isso, provavelmente algo grande iria acontecer.

Por mais que Láquesis os controlasse conforme sua vontade, algo iria surpreender até mesmo as três, e iria mudar a visão de tudo e todos ali...

 

***

 

Ilha da Criação, um pouco após o pântano.

— Passamos do maldito pântano... acho que não falta muito para chegar nos Hecatônquiros. – Dizia Damon, enquanto andava em frente com seus companheiros.

Os monstros e criaturas não aparecem faz um tempinho, dando a oportunidade para os onze reporem suas energias e seguirem em frente sem problemas.

Alguns pequenos enigmas se passaram. Desde um anagrama a ser encontrado, até uma série de runas perdidas para abrir portas. No total, já se passaram três dias que eles estão na terra das Moiras.

— A irmã desde então, não falou mais nada para nós... – Daisy falou, com um tom um pouco cabisbaixo.

— Bem, acho que não era necessário isso, afinal o progresso não está ruim. – Seu irmão respondeu – Passamos de enigmas bem chatos com tranquilidade. E ela deve estar ocupada...

— Ei! Olhem só!

Grey acenou um pouco de longe. Damon e os outros se aproximaram mais rápido e observaram uma grande área abaixo em ruínas. Havia muitas raízes de árvores nas paredes e nas imediações do caminho totalmente destruído.

Era tudo de cor um pouco bege e amarelo, denunciando a poeira espessa do local. Era possível ver construções antigas de pedra em decadência. Com certeza era um local onde abrigava algo ou alguém muito antigo mesmo.

Todos se impressionaram com o que viam. Bom, eles não estavam acostumados a isso, e só podiam ficar boquiabertos ao presenciar a cena pela primeira vez.

— O que é isso...? – Damon murmurou, impressionado.

Vocês chegaram na metade do caminho até os Hecatônquiros. – A voz de Atena, do nada, falou com os onze novamente depois de um tempo quieta. 

— Olha só. Só foi falar que você aparece! 

— Irmã! – Daisy abriu um sorriso ao ouvir sua irmã novamente.

Vocês agora estão em um lugar que humanos jamais pisaram. As Ruínas dos Esquecidos. Passem por ela, e vocês estarão nos Hecatônquiros... – Atena deu as informações e voltou a ficar em silêncio rapidamente. Era tudo que eles precisavam saber.

— Então, não vamos perder tempo, galera. Sei que estão bem impressionados, mas vamos seguir em fren-!

— Não vamos deixar.

Uma voz feminina foi escutada. E não era Atena. Todos olharam para baixo ao mesmo tempo e viram duas pessoas de capuz negro de pé, olhando para eles. Eles já sabiam, eram os Imperadores da Escuridão.

— Imperadores da Escuridão?!

— Olha só, quantos de vocês são, afinal? – Damon perguntou, suspirando.

— Eu sou Hazel! Muito prazer, malditos! – A garota apontou para os onze e gritou de forma rude.

Elaine arregalou seu olho logo quando se lembrou das palavras de Bluebell na prisão do Monte Olimpo. As palavras dela antes de Elaine ir em missão com os seus amigos:

— Tome cuidado com Hazel. Ela sabe que eu fui derrotada, e vai querer lutar contra quem me derrotou. E também, ela é mais forte do que eu...

“É ela de quem a Bellzinha falou!”, pensou Elaine, ao relembrar exatamente das palavras dela.

— Demoraram até demais...

— Ei, Dante, não vai se apresentar pra esses defuntos também não?!

— Você acabou de fazer isso por mim... – A voz do aparente Dante era grave, porém suavizada.

— Ahaha! É mesmo, foi mal!

— Defuntos? Se referiu a nós?!

— Claro! Afinal vocês não vão sobreviver daqui...! – Hazel deu um sorriso, que era possível ver por baixo de seu capuz – Então, uma pergunta pra vocês! 

— Hm? Fazer perguntas agora? E qual seria? – Depois de um breve momento de silêncio, Hazel levantou um dedo da mão direita e perguntou:

— Qual de vocês foi o responsável por derrotar minha querida amiga?!

“Eu sabia!” 

Elaine ficou um pouco nervosa, mas se segurou. Chloe podia sentir o poderoso e fora de controle – peculiar – reiki de Hazel, e o calmo, porém, também poderoso de Dante.

— Por que você não descobre?! – Damon pegou rapidamente sua espada, a Ryūken  e avançou rapidamente para cima dos dois.

Então, outra pessoa, de cabelo de cor roxo escuro, médio e desarrumado, apareceu com uma grande corrente que era presa aos seus pulsos. Ele estava com o capuz fora de sua cabeça devido ao impulso que provavelmente deu lá em baixo, denunciando sua aparência.

— O que?!

Foi tudo muito rápido. Ele avançou, passou ao lado de Damon e soltou suas correntes que prenderam sua barriga e o lançaram de volta com toda sua força.

“Outro!?!”, Damon pensou antes de colidir com toda a força contra a parede abaixo. O impacto foi forte e abriu um buraco na parede, que soltou poeira e fez alguns pedaços de pedras caírem ao chão das ruínas.

— DAMON!! – Lilith gritou, preocupada. Todos observaram, assustados, quando garoto de cabelo roxo parou no chão, ficando de pé.

— Ah, eu já estava cansada de usar essa merda!

Quando o olhar de todos se voltou para Hazel e Dante, os dois tiraram seus capuzes ao mesmo tempo. Suas aparências foram denunciadas igualmente.

Hazel, como previsto, possuía um longo cabelo vermelho radiante e com algumas mechas caindo pela testa. A parte inferior, que caía pelas laterais, era de um tom de vermelho mais escuro, pouco próximo do vinho, assim como duas caídas finas enroladas na parte de trás. Seus olhos eram de cor vermelho-choque intenso.

Já Dante possuía um cabelo bem semelhante ao de Arthur, um pouco maior e de cor cinza. Seu olho era de cor marrom, bem alusivo ao barro. Era bem mais simples, com uma expressão igualmente sombria.

— Vamos acabar rapidamente com isso! – Ela, Hazel, sorriu e gritou, declarando guerra.

Dante então, sacou sua arma, uma balestra Ou Besta, uma arma com aspecto semelhante ao de uma espingarda com um arco de flechas adaptado a uma das extremidades de uma haste acionados por um gatilho, ao qual projeta dardo similares a flechas, porém mais curtos. marrom, que estava em seu braço que estava escondido no manto fechado. Ele a segurou com apoio na mão direita em então, mirou ela para os dez acima. Damon seguia na funda parede.

— Vá, Tenchibashi. Elemento Terra: Chuva de Meteoritos.

Ele então mudou a mira, para o céu, um simples disparo para cima com a Balestra do Céu e da Terra, e uma pequena flecha de cor marrom foi lançada.  Como dito, a flecha explodiu e uma chuva de pequenos meteoritos se formou.

— SE SEPAREM! – Damon gritou, ainda na parede onde fora lançado. Os dez pularam pra diferentes posições e se livraram do ataque.

— Isso não é bom... – Murmurou Meade, enquanto se posicionava para escapar da Chuva de Meteoritos.

— Tapa-olho. – Hazel apareceu na frente, como um teleporte, de Elaine que pulou para trás.

— Gh!

— Não havia ninguém dos Dez Apóstolos com tapa olho antes. Entendi... foi você quem derrotou ela! – Hazel deu um sorriso insano e assustador, fazendo Elaine tremer. A pressão era enorme, maior que a de Bluebell!

— Hatsu-! – Hazel pulou na frente de Elaine com enorme velocidade – O que?!

— Ela destruiu seu olho, é?! Não se preocupe, eu vou terminar o trabalho dela e destruir o outro!

Hazel deu um sorriso maléfico. Ela atacou Elaine e foi parada por Lilith, com a foice grande e vermelha da filha de Hades.

— Hã?

— Se afaste! – Lilith jogou Hazel para longe com um impulso. A garota com o cabelo de dois tons de vermelho riu.

“Esse poder...!”, pensou Lilith. Ela segurou firme sua a Jigokuma, controlando o nervosismo e a ansiedade.

— O que foi? Não fiquem com medo. Vamos brincar direitinho...! – Hazel abriu a parte de seu manto na cintura e tirou dela um chicote – Sejam amigáveis com meu Muchikyū. 

Muchikyū, do Japonês, a junção das palavras ‘Muchi’ (Chicote) e ‘Chikyū’ (Terra). O Chicote da Terra.

— Lilith... – Elaine pôde pegar a Hatsuki agora.

— Sim! Vamos acabar com ela! – Ela entendeu e respondeu.

— Foi mal, mas eu só quero a do tapa olho...

— Vamos lá! – Todos olharam curiosos, quando Grey pegou Elaine pelo braço e saiu da área de batalha com Hazel.

— O que...?! – Hazel apenas fez vista grossa, porém se perguntando o motivo daquilo.

— Grey! 

— Ela é demais para você. Deixe isso com a Lilith. – Grey disse enquanto se distanciava mais do local.

— “Demais para ela”?! Bluebell era mais fraca que eu pensava então... bom, pelo jeito vou ter que acabar com você primeiro!

— Por que não tenta? – Lilith e Hazel trocaram olhares cortantes, sorrindo de orelha a orelha. Enquanto isso, Grey e Elaine se afastaram completamente das duas e pararam em um local com diversos troncos secos.

— Por que fez isso!?! – Elaine claramente não gostou da atitude de Grey e ficou irritada.

— Se você enfrentasse ela, poderia morrer. Não sentiu a força dela?!

— Mas a Lilith estava comigo! 

— Não importa. Não podemos perder ninguém aqui, esqueceu?! – O tom de voz dos dois era alto. Pela primeira vez Grey e Elaine discutiam entre si. Realmente não pegou nada bem...

— Então é assim como vocês me veem mesmo! Como uma inútil!

— Não é isso idiota!

— Aquilo que você disse era só pra me motivar, não foi?! Eu nunca vou me equiparar a vocês!

— ...

— Mesmo derrotando a Bellzinha! Mesmo assim, nada mudou! Não, na verdade não podemos nem dizer que venci, não é?! Olhe só! Esse é o resultado da minha fraquez-! – Elaine foi interrompida assim que apontou a mão para seu tapa-olho, mostrando o resultado da batalha com Bluebell, e um som de tapa foi escutado.

Ela estava com o lado direito do rosto levemente vermelho, enquanto estava um pouco boquiaberta, com a face virada um pouco para a direita.

Grey estava com a mão aberta. Ele acertou um tapa no rosto de Elaine e isso a fez ficar em silêncio...

— Grey...?

— Nós já quase te perdemos uma vez! Isso não vai acontecer de novo! Entenda!! – Agora era Grey quem estava nervoso. Elaine só pôde olhara para ele, sem reação.

— ...

— Apenas fique calma. Aquela Hazel é muito mais poderosa que a Bluebell que você derrotou. E a Lilith não está sozinha... – Grey olhou para a esquerda.

— Hm?

— Tem certeza?

Uma voz masculina – porém que podia ser confundida com o tom super-suave – chamou a atenção de Grey e Elaine. Eles olharam para o lado e viram um garoto de cabelo loiro, médio e desarrumado, com uma franja do lado esquerdo que cobria parcialmente seu olho verde, enquanto o outro ficava livre.

— Quem é você?

— Prazer. – O garoto se curvou, colocando uma mão em seu peito – Me chamo Miles. Também faço parte dos Imperadores da Escuridão – O tom do garoto loiro soava refinado. Era como se ele fizesse parte de uma família real.

— Outro, hein...? – Grey foi rápido e sacou as Luvas do Sol, Taiyukuro.

— Que tal brincarmos de jogo da memória? – Miles perguntou de forma direta, com um leve sorriso no rosto.

— Jogo da memória...?! – Grey não entendeu nada, nem Elaine.

Miles pegou um cajado grande e fino, com um crânio assustador, como uma caveira na sua extremidade superior em sua mão direita.

— Então... quem começa? – Miles sorriu mais ainda, desafiando os filhos de Apolo e Ártemis!


[Novamente, eles aparecem!! A colisão ocorre nas ruínas!!]

[Novo capítulo da batalha entre Dez Apóstolos e Imperadores da Escuridão tem seu início!! Os últimos membros do grupo de Keith fecham a passagem!!]


Continua no capítulo 45: "Jogo das Memórias"




Por Sora | 19/02/18 às 18:21 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen