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51º Mito - Memórias Distantes

Epopeia do Fim (EDF)

51º Mito - Memórias Distantes

Autor: Sora

Na Câmara das Memórias, Elaine seguia gritando. A luz que saía do círculo branco com formas geométricas e palavras complexas, ficou mais forte.

Cilo se concentrava, assim como Lilith e Grey, sua mão esquerda tocava a testa da filha de Ártemis, enquanto Lilith e Grey seguravam as duas mãos dela. O processo de recuperação de memória havia começado.

A Mnemotécnica!

— Que a história... – Murmurou Cilo, como um mantra – ...seja revelada!

A Musa aumentou seu tom de voz com as últimas duas palavras e o círculo no chão tomou uma forma holográfica, subindo e ficando em volta do corpo dos quatro, um pouco acima da cintura. Foi quando tudo ali ficou escuro...

Elaine parou de gritar quando acordou e se viu em um lugar totalmente negro. Ela abriu o olho que lhe restava, o esquerdo, e olhou para todos os lados, procurando algo. Ela não podia se ver. Ela não podia ver absolutamente nada.

— Onde eu estou...? – Se perguntou, acuada pelo clima da escuridão em que se encontrava.

— Você está em sua própria mente. – Uma voz graciosa e ao mesmo tempo fria percorreu as costas de Elaine, que olhou para trás e viu a Musa Cilo.

— Minha... mente?! E-Eu não estou entendendo...!

— Você teve suas memórias bloqueadas a quase uma hora atrás. Como foi bastante recente, foi mais fácil te trazer aqui. – Cilo respondeu.

— Eu...

— Agora irei começar o procedimento.

— Mas eu-!

— Apenas acredite em você. – A Musa de cabelo e olhos de cor bronze interrompeu Elaine que piscou, inquieta. Cilo estalou os dedos e a garota sentiu uma dor insuportável inundar sua cabeça.

— Ungh! – Ela caiu de joelhos e fechou o olho, tentando segurar a forte dor. E quando o abriu novamente, estava tudo branco.

— Observe. Suas memórias estão assim agora. Um espaço em branco. – Agora, Cilo não estava mais ali. Apenas sua voz ecoava pelo local branco e vazio.

— Eu...! – Elaine seguia hesitante.

— Só depende de você. Recupera-las ou não. – Elaine fez força, mas não conseguiu nada. Nenhuma resposta...

— Não consigo...!

— Você consegue! – Ela ouviu a voz e olhou para seu lado esquerdo. Ali estava Grey, olhando para ela.

— Você...

— Meu nome é Grey, Elaine. 

— Grey...

— Não desista, Elaine. Estaremos sempre com você! – Lilith também apareceu.

O olho que restou para ela... seu olho direito. Elaine viu todos com ele. Todos seus amigos e familiares. Finalmente começava a dar um pequeno resultado...

— Pessoal... – Elaine deu um sorriso.

— Viu? Foi mais rápido do que eu pensava e-.

— Me desculpem. – Lágrimas caíram de seu olho, interrompendo Cilo – Eu não consigo lembrar.

O famoso “quebra-clima”, porém, o mais triste possível. Quando todos pensavam que havia funcionado...

— O que...?! – Cilo olhou para o chão e viu vários monstros negros levantando. Elaine, Grey e Lilith recuaram.

— O que é isso?! – Elaine perguntou, recuando mais do que os dois.

— Isso vai ser mais difícil do que pensei. Se prepare, Elaine. Pegue sua arma! – Disse Cilo. Elaine olhou desesperada para todos os lados.

— Minha arma? Eu tenho uma arma?!

— Droga! – Cilo abriu os olhos, ela ainda estava com a mão na testa de Elaine. Grey e Lilith observavam os dois, com os olhos arregalados.

— Cilo?! O que está havendo?!

 — Vocês. Como fazer para ela pegar sua arma?! – Cilo perguntou às pressas. Grey e Lilith se entreolharam e Grey respondeu:

— Ela só precisa colocar a mão por trás das costas que vai pegar...!

— Ok. – Cilo voltou a fechar seus olhos, se concentrou e retornou à mente de Elaine.

— O que está acontecendo lá?! – Grey se perguntou.

— Por que não descobrimos?! – Lilith respondeu com outra pergunta, sorrindo, fazendo Grey a olhar, curioso.

— Hein?!

Elaine seguia recuando a medida que os estranhos monstros negros apareciam. Foi quando...

— Coloque a mão por trás das costas e pegue sua arma. – Cilo retornou, dando a dica para ela.

— O que?!

— Apenas faça!

— Mas atrás das costas? Mas não tem nada aq-! – Ela colocou a mão lá e sentiu ela ficar pesada de repente. Ela sacou a Hatsuki – O que...?

Elaine a observou atentamente, como se algo remetesse a sua memória... Mesmo que a Hatsuki ficasse em sua cintura na realidade, no sonho parece que isso fez efeito.

Cilo seguiu a observando na medida em que os monstros negros começaram a tomar forma à frente dela.

— Elaine?

— Essa lâmina. Por algum motivo eu me lembro vagamente dela...

“Muito bom. Ela está lembrando”, pensou Cilo. Os monstros negros estavam de pé e começaram a andar na direção de Elaine lentamente, que mesmo assim, não sabia o que fazer.

— E-E agora?!

— Você precisa derrotar esses monstros, Elaine!

— Eu!?! 

— Sim. Apenas você pode fazer isso. Eles são fragmentos de sua memória perdida, ou seja... Eles são você!

Vários clones mal feitos de Elaine. Essas eram as formas tomadas pelos monstros negros que nasceram do chão, na mente de Elaine. Os clones então começaram a batalha, partindo para cima!

— Fragmentos!?! 

— Sim, isso mesmo. Você tem que derrotá-las. É sua única chance! – Eram em torno de cinco clones. Eles se reuniram para atacar Elaine rapidamente.

Fora de sua mente, dentro do círculo, Elaine estava adormecida. Porém, ainda assim, uma gota de suor escorria pela sua face.

— O que você quis dizer com aquilo, Lilith?! – Grey perguntou.

Não sei, mas acho que podemos ajudar!

O que está acontecendo, afinal?!

— Ela está no meio de uma batalha. – Cilo respondeu, ainda de olhos fechados – Isso vai ser complicado.

— Batalha?!

Sim. Vocês podem ajudá-la, como Lilith falou. – A Musa complementou. 

Sério?! 

— Encostem na minha mão e se concentrem. – Cilo estendeu a mão que estava livre. Grey e Lilith se entreolharam, tocaram na mão da Musa e fecharam os olhos.

Na mente de Elaine...

A filha de Ártemis não conseguia dar conta dos cinco clones. Apesar de ter as memórias bloqueadas, ela conseguia lutar normalmente, por algum motivo...

— Eu já sabia lutar assim...?! – Dois clones atacaram e ela se esquivou, como se já estivesse habituada a isso, mesmo sem suas memórias.

“Mesmo nessa situação ela lembra como lutar”, pensou Cilo.

“Isso ajuda muito, porém...”

 Elaine seguia desviando de seus clones malfeitos, mas não atacava os mesmos. E os clones iam ficando cada vez mais rápidos, encurralando ela de pouco em pouco. Foi quando, um desses clones a derrubou no chão.

— ?!

Dois outros clones pularam em seguida. Ela não foi acertada porque conseguiu deslizar para frente com agilidade. Ao se levantar, outro clone atacou simultaneamente.

Elaine usou a Hatsuki para se defender, mas foi jogada para trás, quando o quinto clone ia dar o golpe final...

— Punhos do Sol! – Grey apareceu e o socou para longe com sua magia, que produziu uma forte luz amarela e explodiu na sequência.

— Finalmente... – Cilo suspirou mais aliviada com a chegada repentina de Grey no subconsciente dela. E Elaine olhou para ele, boquiaberta.

— Você está bem? – Grey perguntou se virando e estendendo sua mão para a garota.

— Elaineeeee! – Lilith veio correndo, logo em seguida e alcançou os dois. Elaine se levantou.

— Vocês... – Elaine teve um intenso flashback assim que os viu novamente, tudo começou a invadir sua mente de forma frenética. Um dos clones estava quase que derrotado – G...re...y... 

— Hã?!

Sua pronúncia foi pausada demais e bem rouca, mas foi o suficiente. Ela estava começando a se lembrar! Grey olhou para ela com olhos arregalados, acompanhado de Lilith. Cilo deu um leve sorriso de canto.

 — Você lembra de mim?!

— Mais... ou menos. Minha cabeça está explodindo...!  – Elaine colocou suas mãos sobre a cabeça, que começava a latejar. As correntes que prendiam suas memórias começavam a se romper.

— Vamos acabar com isso logo, então. É só derrotar eles que as memórias são libertadas, não é?! Então vamos! – Lilith respondeu sua própria pergunta mentalmente e foi para cima de outros dois clones. Ela pegou a Jigokuma e começou a lutar contra eles, dominando ambos com o controle.

— Vamos, Elaine! – O filho de Apolo gritou para sua prima.

— S-Sim...! – E em seguida, Grey e Elaine também foram para cima deles.

“Eu não sei o porquê... Mas... Essas pessoas. Meus amigos...”

Elaine começou a lembrar-se vagamente. As suas batalhas. Suas aventuras. Seus momentos. Tudo com seus amigos. Os Dez Apóstolos. Damon, Lilith, Silver. Grey também...

— Eu posso confiar neles! 

 

***

 

— Vamos começar apenas com esses. – Retornando à câmara de Urânia e Melpômene, as duas olhavam fixamente para os oito que estavam ali.

— Começar? Começar o que?!

— Por favor, estendam suas Armas Divinas. – Falou Polimnia, a Musa da Poesia, despertando a aflição em todos.

— Que...?!

— Só façam o que elas pedem. – Damon olhou para Calíope por um tempo, após sua repentina resposta.

Após isso, acenou positivamente para os outros, confirmando que eles iriam fazer aquilo. E então, cada um, sem exceções, levantou sua Arma Divina para um pouco à frente do corpo, como pedido.

— Muito bem, agora, se concentrem. – A Musa falou para os oito, que começaram a concentrar levemente seus reiki’s.

Urânia estendeu a mão esquerda, ao mesmo tempo que os oito se concentravam com suas armas E então, de sua mão, uma fraca luz saiu. Ele se dividiu e foi para cada um.

Ou melhor, foi para as Armas Divinas de cada um.

— O que foi isso?! – Damon perguntou, olhando para sua espada, a Ryūken. Todos fizeram o mesmo e olharam para suas armas.

— Um encantamento. A Dádiva de Urano. – Dessa vez quem respondeu foi a Musa de cabelo azul-escuro, Urânia – Vocês agora podem libertar a verdadeira forma de suas Armas Divinas.

Todos sentiram o frio no ar e engoliram seco. Damon arregalou os olhos, sem entender o significado daquelas palavras proferidas pela Musa e a olhou, assustado.

— Verdadeira... forma!?!

— Havia outras maneiras de libertá-las, mas esse foi o mais simples... – Ela murmurou, não para si mesma, mas para todos ali – Essas são as formas reduzidas, ou bloqueadas, delas. Agora elas estão libertas, para que vocês a usem na sua forma original.

A informação de Urânia parecia não entrar na cabeça deles de maneira alguma. Como assim “forma reduzida ou bloqueada” e “forma original”?

— Papai não disse nada sobre isso... – Daisy murmurou, ainda surpresa pelo ocorrido, olhando firmemente para sua lâmina dourada, Soraken.

— Zeus provavelmente está os observando de sua Piscina da Vidência. – Urânia continuou a falar – Mas eles não podem observar aqui dentro. Estamos seguros.

— Seguros...?

— Espere, eu ainda não estou entendendo! O que você quer dizer com isso?! – Damon já estava começando a ficar alterado, mas Calíope estendeu sua mão à frente dele e o interrompeu.

— Se acalme, Damon. – Disse a Musa, agora com um semblante sério.

— Droga... – Damon se acalmou e olhou para Urânia, que forçou um pigarro e prosseguiu com as explicações. Ou melhor, com as revelações...

— Sabemos sobre poucas coisas, mas contaremos se quer saber... – Ela disse, inclinando levemente sua cabeça para a esquerda, com um ar frio e superior, que fez novamente Damon engolir seco.

— ...

Todos ficaram em silêncio, atentos à Musa da Astronomia. Urânia então, fechou seus olhos de cor azul-escuro como o universo e os abriu em seguida, retomando a falar.

— Parece que Zeus deixou suas Armas Divinas ‘presas’, pois vocês são muito fortes e tem tendência a ficarem ainda mais conforme o tempo passar. O potencial de vocês é algo inimaginável até mesmo para nós. Ou seja, ele tem medo.

— Medo...?

— Medo de vocês perderem o controle para o poder. Medo de... ser ultrapassado por vocês. Por isso, ele escondia desde o início... suas verdadeiras Armas Divinas.

Os olhos de Urânia ficaram mais negros que as trevas, fazendo todos engolirem seco (mais uma vez hoje) e suarem de nervosismo. Isso não podia ser verdade, podia...?

— Entretanto, isso não é mais necessário. Vocês ficaram mais fortes. Cresceram. São capazes de administrar esse poder escondido. E nós temos certeza disso. – Ela levemente abriu seus braços.

— Isso é...

— Porém, vocês não podem usar isso sempre, pelo menos não no momento. Senão, ambos irão sucumbir para o poder das armas no atual estado em que estão.

Todos ficaram mais assustados ainda. Damon manteve o controle, assim como Brandt e Arthur, que mal demonstravam algo. Julie, a mesma coisa. O resto seguia tremulando o olhar e quase abrindo a boca até o queixo tocar o chão.

— Para ativar a verdadeira forma de suas armas, ou seja, a liberação delas, vocês precisam de uma ‘chave de ativação’.

— ‘Chave de ativação’?

— Sim, uma simples e pequena palavrinha. Genkai.

— Genkai...?

A palavra Genkai, que do japonês, pode significar “Romper Limite”.Por que japonês, e não grego, autor?! PORQUE EM GREGO FICA UMA COISA INDECIFRÁVEL e também a inspiração aqui são as Novels japonesas, então fica melhor para todos assim KKKKKKKK

Essa era a palavra de ativação da Arma Divina. A nova arma que eles podem usar em sua jornada para as Irmãs do Destino. Contra os Imperadores da Escuridão, contra as Fúrias...

E contra elas.

— Esse é o gatilho, mas não é apenas isso. Vocês precisam transmitir seu reiki em um nível de concentração alto para a arma e então dizer essa palavra que irá ativar o gatilho. E assim, vocês irão liberar os verdadeiros poderes de suas armas... – Urânia seguia explicando – Porém, vocês ainda não estão preparados para aguentar nesse estado atual, como eu disse. No máximo vocês terão 10 minutos de ativação, até se esgotarem completamente. Além da arma voltar ao normal, vocês ficarão cansados e totalmente esgotados física e mentalmente, além de ter seu reiki diminuído drasticamente por um tempo indeterminado. Portanto, usem apenas em situações de extrema dificuldade e em casos de vida ou morte...

— Ei... Como você sabe sobre isso tudo?! – Após a grande explicação da Musa, Damon a perguntou, aflito ainda.

— Antes de vocês nascerem, nós fazíamos parte do Panteão Olímpico. – Damon arregalou os olhos com a resposta de Calíope, que tomou a frente – Zeus nos expulsou, pois não íamos a favor de sua ideologia.

— Ideologia...? – Desta vez quem perguntou, curiosa, foi Chloe.

— Zeus reina pela força. Apenas isso... – Urânia respondeu, fechando os olhos e suspirando. Isso não devia ser boa coisa, certeza.

Melpômene, Erato, Euterpe, Tália, Damon e os outros apenas ouviam em silêncio.

— Dez Apóstolos, as Irmãs do Destino têm todas as respostas para suas perguntas. Vocês precisam chegar até elas. – Completou a Musa, Damon a encarou, com um olhar mais sério.

“O que é isso?! Por que eu sinto como se isso tudo fosse...”, pensou Damon enquanto mordia seu lábio inferior. Ele pensava em muitas coisas naquele momento. Sua irmãzinha a olhou, preocupada, mas...

— Irmão... – Daisy e os outros pensavam a mesma coisa que ele. Calíope olhou para ambos, preocupada.

— E nós vamos chegar!

Ao longe, atrás dos oito mais as Musas, a voz foi escutada, fazendo todos ali se virarem. Grey, Lilith e Elaine chegaram onde estavam todos, juntos com Cilo que os acompanhava.

— Vocês...! – Damon murmurou, mais surpreso ainda.

— Conseguimos! – Lilith fez o sinal da vitória para todos, dando uma piscadela.

— Sério?!

— Por que iríamos mentir? Foi por pouco tempo, mas eu voltei. – Elaine respondeu, com um sorriso. Realmente, a filha de Ártemis havia retornado!

Todos ficaram felizes e comemoraram. Daisy correu e deu um abraço forte em Elaine, que sorria.

As Musas acompanharam a cena de celebração e alívio por parte dos Dez Apóstolos. Calíope voltou a sorrir e balançou sua cabeça.

“Acho que não preciso ficar preocupada com eles”, pensou a Musa, olhando para suas irmãs, que sorriram de volta, pensando o mesmo que ela. E, além dela, Tália ficou olhando com os olhos brilhando para Grey...

— Os três que faltam, ótimo momento. Estendam suas Armas Divinas. – Ordenou Urânia, cortando o clima entre eles.

Então, sem enrolação, Lilith, Grey e Elaine estenderam as Armas Divinas como os demais fizeram alguns minutos atrás. Urânia fez a mesma coisa que fez com os outros.

 — Agora vocês também podem libertar o verdadeiro poder de suas Armas Divinas, assim como os outros. Usar o Genkai...

— O verdadeiro poder, hein... – Grey murmurou, olhando para suas luvas. Elaine e Lilith fizeram o mesmo com suas armas, a lâmina e a foice.

— Bom, isso é tudo, nossa parte foi completa aqui. Agora é com vocês. – Terminou Urânia, suspirando.

— Hm... – Damon ficou pensativo – Bem, as coisas ficam menos complicadas agora. Além das Fúrias e das Irmãs do Destino, ainda tem quatro Imperadores da Escuridão. Isso pode nos ajudar bastante!

— Então, parece que nossa ajuda chegou ao fim por aqui. Vou levar vocês até a saída. – Disse Calíope para os, agora reunidos, Dez Apóstolos.

— Ok!

— Obrigado pelas informações e pela ajuda, senhora Urânia! – Daisy se curvou, agradecendo por todos os onze dali.

— Espero que vocês consigam o que vieram procurar. Boa sorte, Dez Apóstolos. – A Musa respondeu.

— Foi um prazer. Até. – Polimnia também se despediu. Melpômene, que pouco falou, também se despediu e os onze, junto de Calíope, Erato, Tália e Euterpe, retornaram...


[Elaine recupera suas memórias e os Apóstolos ganham o Genkai...]

[O verdadeiro objetivo das Musas era esse...! Agora as revelações começam a aparecer na Ilha da Criação!!]


Continua no capítulo 52: "Caminho"

Por Sora | 02/03/18 às 15:01 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen