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60º Mito - Mudança de Lado

Epopeia do Fim (EDF)

60º Mito - Mudança de Lado

Autor: Sora | QC: Amnésia

Prisão dos Condenados. A batalha contra as Fúrias passava agora para uma nova fase. Silver usou seu Genkai mais a Arte Secreta dos Deuses para livrar os onze da dimensão paralela de magma criada por Tisífone.

E logo após isso, as Fúrias afundaram no chão, com uma gigantesca pressão gravitacional, condizendo com a chegada de uma garota. Uma garota com cabelo rosa e olhos vibrantes, da mesma cor. Ela, que havia perdido para Elaine na Criméia, dos Imperadores da Escuridão, Bluebell.

— Você...

— Está tudo bem, Grey. Ela não está contra nós.

Todos olharam para Elaine, surpresos. Com certeza buscavam explicações plausíveis para essa afirmação dela, o que de fato, era um pouco complicado. Foi quando Bluebell se virou e andou até ela lentamente, sorrindo. E então, todos ficaram mais surpresos ainda com aquele olhar penetrante da mesma.

— Tem certeza? – Um vento forte seguido de um avanço de Bluebell, que colocou o martelo no pescoço de Elaine. As duas se olharam, a filha de Ártemis seguia sorrindo.

— Tenho. – E ela a respondeu, convicta.

— Ela tá doida, é...? – Damon murmurou, quando Grey cerrou seus punhos e se preparou para atacar.

— Sua-!

— Brincadeirinha. – Bluebell sorriu, cortando o que Grey faria.

— Hã?! – Agora foi Damon quem não entendeu nada. A garota se virou para os outros dez e foi direta em suas palavras.

— Eu vim para ajudar vocês. Por acaso estão com alguma trolha enfiada nos ouvidos? – Ironia, como sempre, pelo jeito ela não havia mudado muito...

— Isso é uma surpresa.

— Pergunta: Por que essa mudança repentina?

— Hm, por que será, hein...? – Bluebell olhou para o nada, com um olhar distante e Elaine percebeu algo ali. Algo que ela já havia percebido antes e que voltava à tona com mais força desta vez – Bem... eu também quero a ajuda de vocês pra uma coisa...

Todos olharam, duvidosos. Talvez Elaine fosse a única ali que estivesse sorrindo e confiante da ajuda repentina que Bluebell ofereceu.

— Oi? Está com alguma trolha enfiada na boca por acaso?! – Damon colocou a mão sobre o ouvido, como se mandasse-a falar de novo, com ironia também.

Isso era bem estranho para quem não ouviu sua história contada para Ártemis, claro. E ela queria algo em troca. Valia a pena arriscar? De fato, Bluebell tinha um poder enorme e seria de grande ajuda nesse momento da batalha. Mas tudo que ela fez semanas atrás...

A derrota no Mar Egeu, a batalha contra Elaine. Era o suficiente para todos relutarem ali. Ela disse estar oferecendo ajuda, mas outro membro dos Imperadores também está aqui, Hazel. E Damon sabe disso.

E se for uma armadilha? Pelo que Bluebell disse para Elaine, Hazel é bem mais forte que ela. Se as duas tirassem as Fúrias do caminho e se unissem, poderiam acabar com os onze ali e fechar seu caminho novamente. Era um dilema, mas...

— Está bem! – Elaine respondeu, fazendo todos reagirem ao mesmo tempo – Vamos cooperar!

— Elaine...?! – Todos olharam para ela, sem entender de onde saía tanta confiança dela.

— Pff! Hahaha! Você continua tão complacente...! Isso é engraçado! – Bluebell riu de uma forma nunca vista antes, o que fez Elaine ter certeza de que ela havia mudado.

Não, na verdade, essa era a verdadeira Bluebell. Ela sabia. Aquela garota de cabelo rosa que ria da ingenuidade que Elaine ainda tinha, demonstrava que ela falava a verdade.

Mas isso mostrava que Elaine não era complacente a esse ponto. Ela de fato acreditava em Bluebell. Desde sua batalha na Criméia, desde a conversa que tiveram na prisão.

“Realmente, ela é a filha de Ártemis”, Bluebell pensou ainda abafando suas risadas e retomando o controle.

— Mas depois falamos disso. Temos que arrumar essa bagunça. – E logo após limpar as lágrimas acumuladas no canto dos olhos após tanto rir, ela olhou para as Fúrias, ainda sendo esmagadas pela gravidade intensa.

E todos acompanharam, fitando as três que seguiam pressionadas ao chão pela Queda de Gravidade, uma das magias gravitacionais de Bluebell.

— A primeira convertida, hein... – Damon murmurou, de braços cruzados.

— Cala a boca! – Lilith deu um soquinho na cabeça dele, o fazendo abaixá-la.

— Bellzinha, eu estou bastante feliz por você ter se juntado a nós!

— Somos amigas afinal, não é? – Bluebell sorriu ao fazer a pergunta mais direta possível, e Elaine sentiu um calor grande no coração.

Ártemis conseguiu fazer Bluebell mudar, digo, retornar ao normal nesse ponto...

— Amigas! – Elaine ficou bastante feliz com aquilo mesmo.

— Que conversão sinistra...!

— Já falei pra ficar quieto! – Lilith novamente golpeou Damon, porém com mais força.

— Sua mãe conseguiu me convencer...

— Minha mãe?!

Atrapalhando a conversa das duas, um laser dourado quase acertou os doze, mas Arthur e Brandt perceberam antes e com suas armas cortaram o mesmo, que foi desfeito e evitou a colisão com os doze.

— Não conversem como se não estivéssemos aqui! – Bradou Tisífone, após conseguir se livrar da gravidade com Megera e Alecto.

— É uma história beeem longa, então depois falamos sobre isso. Agora... – Bluebell estalou os dedos e as Fúrias voltaram a afundaram ainda mais onde estavam – Vocês não vão sair daí.

— Está mais forte... – Chloe sentiu, o aumento de potência da Queda de Gravidade juntamente do reiki dela.

Ela estava presa, não pôde ter treinado, nem se preparado, nada. Seria essa a resposta? Seria esse o resultado da mudança?

Essa era a verdadeira Bluebell. Seria esse seu verdadeiro poder também?

— É o que você pensa! – O peito de Megera abriu alguns buracos e deles saíram espécies de besouros, de coloração verde, andando para o chão.

— Ugh, nojento! – Lilith reclamou.

— Vou fingir que não ouvi o que você disse. – Damon retrucou.

Os besouros foram andando pelo chão na medida que saíam do peito da Fúria e entraram na terra como se fossem escavando. Todos observaram aquilo sem se mover. E, como uma reação em cadeia, o chão começou a tremer, como um terremoto de magnitude 5 na Escala Richter.

— O que é isso?!

— Sinto que algo ruim está para acontecer...!

De repente tudo começou a se partir e quebrar instantaneamente. Então, o solo se moveu para cima e começou a mudar a paisagem. As vielas e as prisões começaram a crescer para o alto e a mudarem freneticamente de posição, como um quebra-cabeça.

Dedos marrons, como garras, puderam ser vistos nas laterais, começando a tomar vida e a se moverem simultaneamente. Um grande rugido foi escutado, um som, de fato, ensurdecedor.

As paredes se quebraram, o chão subiu mais. O local onde os doze estavam foi movimentado para cima, como se uma ilha começasse a flutuar e ambos balançavam, com o risco de caírem.

— SE SEGUREM!

Conforme o chão de onde os doze estavam foi subindo, uma... não, três faces foram vistas!

— Isso é impossível!

— Realmente...

— Se até o Brandt falou, realmente estamos ferrados. – Meade suspirou, como se já estivesse de braços abertos para a derrota.

— Ei!

Megera fez os Hecatônquiros levarem o chão onde os doze estavam, até a sua frente.

E era literalmente “na sua frente”, cara a cara. A expressão do gigante era temível e fez os doze ficarem assustados com aquilo, era a primeira vez que viam algo assim. De repente, vários tentáculos gigantes (ou mãos) se agarraram no chão. E com isso, também, dois monstros gigantes, parecidos com Levi-a-Thans, só que diferentes em formato, os outros dois dos três gigantes.

Os mitos que formam um só mito mais que gigantesco. Três gigantes, cem mãos e cinquenta braços. Os Hecatônquiros ganhavam vida novamente.

— E AGORA, PIRRALHOS?! COMECEM A REZAR!

— Pai nosso que estais no céu!

— DÁ PRA PARAR COM ISSO?!! – Assim que Meade se ajoelhou e começou a fazer suas preces, Damon, Lilith, Silver e Grey gritaram em conjunto.

Os movimentos dos gigantes, pelo menos, ficavam ilimitados graças às prisões construídas em cima dos mesmos, o que diminuía ligeiramente a dificuldade. Mas bem ligeiramente mesmo.

Os doze se viam sem saída. Já não bastasse as Fúrias, agora esses gigantes iam dar muito trabalho. Silver estava exausto e não podia mais lutar, eles agora tinham o acréscimo de Bluebell, mas não dava para, no atual nível deles, derrotar os Hecatônquiros.

Um suspiro profundo chamou a atenção de todos.

— Vamos ter que fazer isso, não é?

Lilith deu dois passos longos e ficou à frente de todos. Damon abriu os olhos, assim como todos ali, e olharam para a garota de cabelo vermelho radiante com duas twintails volumosas nas laterais.

Ela segurava sua foice, sua Arma Divina, a Foice do Inferno, Jigokuma com as duas mãos. Seu sorriso era convincente e confiante.

— Lilith...?

Damon quase que murmurou para si mesmo, preocupado com o que ela tinha em mente. E então, sem olhar para trás, Lilith girou sua foice três vezes em espiral, apontou para frente segurando com sua mão direita apenas, e, de frente para a gigantesca face dos Hecatônquiros, gritou...

GENKAI!

— Esp-!

A explosão do Genkai ocorreu antes de Damon tentar pará-la. Todos colocaram as mãos ao rosto, protegendo suas pupilas da forte luz emitida pela ação da liberação do selo que prendia o limite da Arma Divina, do mesmo jeito que ocorreu com Silver.

Mas, diferente da luz azul-claro emitida pelo Genkai de Silver, a luz emitida pelo Genkai de Lilith era de um vermelho sangue intenso.

A luz se propagou por toda a prisão – ou ex-prisão – e se foi, alguns segundos depois. Chamas roxas saíam da foice de Lilith. Ela ficou maior, mais afiada e com um símbolo de uma caveira em relevo dos dois lados da lâmina. Lilith abriu os olhos. Eles estavam mais vermelhos do que o normal. Como se fossem um feixe de luz brilhante.

“Incrível. Então essa é a Jigokuma na sua verdadeira forma. Eu sinto o poder fluir. Eu posso fazer isso!”

“A verdadeira foice de Lilith...”, pensava Atena ao mesmo tempo do Olimpo. “Sua verdadeira forma com seu verdadeiro poder divino para seu usuário. E seu verdadeiro nome é...”

A Foice das Almas, Kamashī, união das palavras Tamashī (Alma) e Kama (Foice)!!

Lilith sentiu. Sentiu o seu reiki fluindo em um nível grotesco que fazia até ela se assustar. Esse era o Nível Ômega.

— Pessoal, eu irei destruir esse monstro enorme! Me deem cobertura!!

— Ela sozinha...?! – Chloe murmurou para si mesma.

Ninguém acreditou no que ouviu. Lilith se propôs a derrotar os Hecatônquiros com seu Genkai ativado. Nem as Fúrias acreditaram nisso, e claro, nem mesmo a segura Bluebell.

Dez minutos. Esse era o máximo que Lilith poderia aguentar com a Jigokuma na forma liberada – ou divina, como iremos falar a partir de agora – agora chamada de Kamashī. Isso se não usasse a Arte Secreta dos Deuses ainda, o que aconteceu com Silver foi um exemplo, mas...

— Espere, Lilith! Mesmo com a Arma Divina liberada, você-!

— Damon. – O filho de Zeus foi interrompido por ela – Eu sei que estou sendo egoísta ao fazer isso. Mas...

Ela olhou para ele e sorriu.

— Você fez algo parecido não faz tanto tempo, não é?

O arriscado plano que Damon pôs em prática quando se encontraram pela primeira vez pelas Fúrias. É dar lá e receber aqui, foi isso que Lilith quis dizer, com sua expressão e sua frase.

— O que?! É sério?! Isso não tem nada a ver com-!

— Eu sei que não. – Novamente ela o interrompeu, falando ainda de forma calma – Você se arriscou por nós. Por mim. Só vou retribuir o favor!

Ela girou a foice três vezes e a bateu no chão com força fazendo chamas roxas se espalharem em várias vertentes.

— O que ela vai fazer...?!

— ...

Na verdade, Damon. Você é meu melhor amigo. E por isso eu sempre quis te superar.



***



Você sempre foi mais forte do que eu. Desde quando nos conhecemos.

Dez anos atrás, Cidade de Olímpia...

— Irmããããã!

— Hm? – Nesse dia do passado, Damon, 6 anos apenas, corria em direção a uma mulher. Nessa época, os Dez Apóstolos nem existiam ainda.

Atena estava andando até a parte inferior do Monte Olimpo, quando viu seu até então, irmão mais novo vir correndo até ela com um sorriso gigante no rosto.

— Damon? O que houve, que pressa toda é essa?

— Eu ganhei uma irmãzinha!! – Damon sorriu e fez o sinal do ‘v’ para a deusa, sem pestanejar.

— Então ela nasceu é? Você a viu?!

— Sim! Ela estava com a mamãe que estava muito cansada, então saí e vim te avisar! Eu sabia que você tava voltando por isso aproveitei!

Desde criança, Damon já era muito astuto e inteligente e Atena via isso claramente. É verdade, que, atualmente Daisy conseguiu ultrapassar até mesmo Damon, com apenas 11 anos, o que era mais incrível ainda.

Se bem que eles eram prodígios desde crianças em áreas diferentes. Damon sempre foi um, assim como sua irmãzinha e todos os Dez Apóstolos.

— E então, qual o nome dela?

— Daisy! Fui eu que escolhi, sabia?!

— Damon e Daisy, hã? Que nome bonito! Nem parece que foi você que escolheu! – Atena deu uma risada.

— Irmã!

— Estou brincando, brincando...! E como ela é?

— E ela é liiiiinda! – Os olhos azuis de Damon brilhavam – Os olhos dela são iguais ao da mamãe, azul-clarinhos! E seu cabelo também!

— Olha só. Diferente do filho, a filha puxou bem o lado materno.

— Hmpf! É claro! Garotas são todas iguais, não são?!

— Aaaah, você nem imagina o quão errado está... mal posso esperar para vê-la!

— Atena! O que faz aqui? – Uma outra voz feminina chamou a atenção de Damon e Atena para trás, os interrompendo.

E os dois viram.

A Rainha do Submundo e Deusa das Flores, Perséfone, se aproximou de Atena e Damon. Segurando em sua mão, estava uma pequena garotinha de cabelo vermelho com duas pequenas twintails nas laterais.

Damon a olhou e ela evitou olhar no rosto dele. Sim, isso mesmo, essa daí era a Lilith de dez anos atrás, com apenas 5 anos de idade!

— Estou só de passagem. – Respondeu Atena com um sorriso, após isso olhou para baixo. – Essa daí é a Lilith?

— Sim, ela própria! – Perséfone, com um sorriso, respondeu.

— Vejam só, você cresceu! Assim como o Damon!

Lilith se escondeu atrás de Perséfone só com a aproximação curta de Atena. Isso mesmo, leitores e leitoras. Lilith – aquela mesmo que vocês conhecem desde o primeiro capítulo do volume 1 – era tímida quando mais nova. Nem parece, né...?

As pessoas mudam de verdade.

— Ela ainda é bastante tímida, como podem ver. – A deusa completou. Lilith se escondeu mais ainda, nem tinha mais lugar para se esconder aliás...

— Com o tempo isso passa, não se preocupe. – Oh, e como passa hein, Atena?

— Damon também está bem grandinho.

— É claro! – Disse Damon, estufando seu peito, orgulhoso de seus 1,58cm de altura à época – E eu ainda vou ficar do tamanho do meu pai e minha mãe, vocês vão ver!

— Sério? Mal posso esperar por isso. – Perséfone respondeu com uma risada abafada.

— Você vai ver, tia Perséfone!

— Então, já disse que mal posso esperar...!

— Hm?

Damon parou de se ‘gabar’ de sua atual nova altura em crescimento e olhou para Lilith, que se escondeu aiiiinda mais. Damon deu um sorriso e se aproximou, fazendo ela querer se esconder em um local que não era mais possível de se esconder mais.

— Meu nome é Damon! E o seu?! – A garota tímida, vulgo Lilith, olhou para ele com receio e depois para sua mãe, que acenou positivamente com um sorriso.

— Ah... É, Lilith...

— Oh, que nome bonito! – Lilith ficou vermelha com o elogio repentino de Damon.

O nome ‘Lilith’ foi um acontecimento inusitado. E faz uma alusão e uma referência incrível.

Há duas histórias acerca sobre o nome ‘Lilith’.

A primeira é que ela foi a primeira mulher de Adão na teoria criacionista, sendo expulsa do paraíso – Jardim do Eden. Como vingança, ela se transformou na serpente que deu a fruta proibida para Eva, segunda mulher de Adão, o que causou tudo aquilo que já sabemos.

A segunda, é que Lilith teria sido a primeira filha de Lúcifer, o anjo que foi expulso dos céus para o inferno. E é essa a alusão, a referência à nossa Lilith daqui!

Filha de Hades e Perséfone. Hades, o Deus do Submundo, irmão mais velho de Zeus, tido por muitos e até por outros deuses olímpicos como o próprio demônio, aquele que recebe e castiga as almas no Submundo, o mundo inferior.

Lilith. Esse era o seu nome e sua origem.

— Fale com ele, filha. – Perséfone disse para a garotinha, a cutucando.

— Eu...

— Incrível! Seus olhos são da cor de seu cabelo! Que maneiro! – Lilith passou a mão no cabelo e olhou para cima. Realmente seus olhos vermelho-rubi combinavam com seu cabelo vermelho radiante – Ei, que tal sermos amigos?

Damon completou em seguida e estendeu a mão para Lilith.

— Amigos...?

— Sim! Eu não tenho amigos ainda, então você é a minha primeira amiga! Hihi!

Damon deu um sorriso que fez Lilith esboçar um leve e sincero sorriso também. Ela então, pegou na mão de seu primeiro e novo amigo, Damon...

Depois disso nos tornamos amigos. Grandes amigos. Brigávamos, discutíamos e lutávamos sempre. Mas sempre fomos unidos. Sempre ajudávamos um ao outro. E então eu decidi. Que queria te superar. Mas quando eu achei que estava conseguindo...

Lilith lembrou de quando foi salva por Damon, na luta contra Keith, quando ela estava prestes a receber o golpe falar após uma tropeçada

— Não podemos te deixar sozinha mesmo...! – Ela lembrou de sua fala após isso...

Depois lembrou do ocorrido na luta contra Zeus. Damon usando a Arte Secreta dos Deuses.

E então, quando Damon ficou com as Fúrias sozinho para executar seu plano de vitória e poupar seus amigos de uma batalha complicada.

Eu realmente gosto de você, Damon. Por isso, eu não vou permitir que você sempre fique à frente!! Eu não vou perder aqui!!!



***



Arte Secreta dos Deuses: Portal das Almas!!!


[Quando os sentimentos afloram, seu poder explode!!]

[Bluebell se une aos Apóstolos para a batalha final contra as Fúrias!! E Lilith, movida pelas memórias da pessoa que ama, libera o limite de seu poder pela vitória!!]


Continua no 61º Mito - "Virada de Jogo"


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Pequeno aviso! Já que a maioria de vocês às vezes não podem ver a página da Saikai, estarei lançando não um desafio, mas sim uma recompensa!! Tudo dependerá de seus esforços, mesmo se não for completa!! Então lá vai!!

Para mais um capítulo extra hoje à noite, a Index da Novel (que está no momento, apenas com uma recomendação e três comentários), deverá ganhar mais três recomendações e, no mínimo, três comentários!! Por que isso? Pois é de suma importância para novos leitores terem uma pré-avaliação sobre o que os leitores mais antigos estão achando dela, o que poderá puxá-lo para começar a ler!!

Vamos ver até onde vai o feedback dessa recompensa, o prazo é até amanhã, às 13h, ou seja, 24 horas de recompensa para vocês conseguirem alcançar o objetivo!! Vocês FAZEM MAIS DO QUE TUDO ESSA HISTÓRIA ACONTECER, e eu prezo pela qualidade por cada um de vocês, meus leitores, que me motivam a escrever cada vez mais essa obra!! Ajudem EDF a crescer mais e mais para alcançar o topo, sei que vocês conseguem!!

Atenciosamente: seu autor!

Por Sora | 21/03/18 às 13:21 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen