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62º Mito - Segundo Obstáculo

Epopeia do Fim (EDF)

62º Mito - Segundo Obstáculo

Autor: Sora | QC: Amnésia

Uma poça de sangue se formou em baixo de Alecto, que ainda tentou se rastejar para Damon e o atacar. Mas sua vida longa já estava ao fim.

— Mal...dito...! – A Fúria mal conseguia falar. A poça de sangue foi crescendo – Você... não, pode...!

Antes mesmo de completar a frase, Alecto parou de falar e de se rastejar. O líquido escuro de seu sangue a envolveu e a última das três Fúrias finalmente se foi.

Damon guardou sua espada. Ele se virou observando, lado a lado, simetricamente, Alecto, Megera e Tisífone estávamos caídas, mortas. O teoricamente impossível estava feito. Não importasse o número de oponentes, as Fúrias nunca sequer sofreram um arranhão em batalhas.

Porém, os Dez Apóstolos, junto de Daisy e Bluebell que se uniu no clímax da grande batalha, conseguiram o que ninguém havia conseguido. Mataram as Erinías, aquelas que punem os mortais...

Com isso, os prisioneiros foram libertados e puderam ir embora da Prisão dos Condenados. Damon sentou-se, cansado. Lilith e Silver ainda não conseguiam levantar, graças ao uso excessivo do poder libertado de suas Armas Divinas. Grey curou os dois, porém o cansaço era algo que só iria embora com um bom descanso.

E mesmo assim, os dois depois de descansar ainda não poderiam lutar com tudo, a quantidade de reiki gasto foi enorme. Elaine, Chloe e Julie também estavam cansadas por usar bastante poder, o mesmo para Grey e Meade. Talvez Brandt e Arthur ainda estivessem bem, já que não usaram poder demais, assim como Daisy. E Damon já sabia... que ainda não tinha terminado.

— Conseguimos, não é...?! – Lilith perguntou para se confirmar, ofegante com um sorriso leve.

— O plano funcionou! Matamos as Fúrias! – Grey respondeu, dando um sorriso.

— Não... ainda não acabou.

Enquanto a maioria estavam animados por conseguirem um feito incrível para eles mesmso, Damon olhou diretamente para Hazel, que estava sorrindo. Os outros onze também seguiram seu olhar e colidiram com o olhar dela, era ameaçador. Os dois se encararam, até que Hazel resolveu se levantar e pular para o solo, onde todos estavam.

— Estou impressionada. Vocês realmente conseguiram!

— Admito que se não fosse por você muitas coisas poderiam ter sido diferentes aqui. – Respondeu Damon, mantendo a expressão séria.

— Como assim? – Lilith perguntou.

— Eu não contei antes, não é? Foi ela quem me libertou.

— O que...?! – Lilith sentiu uma angústia enorme, parecia que seu coração ia explodir. Seria pela incapacidade de fazer algo e que sua inimiga conseguiu fazer...?

— E ela também matou uma delas. Isso deu mais facilidade contra as outras duas... – Completou Damon ao olhar novamente para as três Fúrias mortas.

— É como eu disse, não entenda errado. Apenas fiz isso para o plano dar certo.

— Você mencionou isso antes. O que quer dizer com isso?! 

— Eu não deveria contar, mas acho que vocês precisam saber antes de morrerem aqui. – Hazel deu um sorriso amarelo, cheia de si.

— Nem as três Fúrias conseguiram nos matar. Você sozinha acha que pode? – Silver foi quem perguntou, ainda sentado no chão, cansado pela quantidade de reiki usado.

— Não me compare com aquelas degeneradas. De fato, sozinha será difícil. Mas uns cinco de vocês vão comigo...!

— Estamos cansados pela intensa batalha. Mas não iremos ceder tão fácil assim. – Damon rebateu.

— Hahahahaha! Eu sabia que seria assim! Então... – Todos ficaram em silêncio. E então, Hazel abriu os braços e começou a explicação – Provavelmente vocês viram Keith ajudar as Fúrias. Ele, de fato, se aliou a elas. Mas isso era um blefe.

— Um blefe?! – Chloe ficou surpresa ao perguntar.

— Foi o que eu disse, ele apenas as enganou. Tudo isso para avançar até as Irmãs do Destino sem passar pelas Plêiades.

— Espera, isso é possível?! – Elaine foi quem perguntou dessa vez. Todos ficaram perplexos.  

— Só as Fúrias sabem a forma de abrir a passagem. Ou melhor, sabiam... – Hazel deu uma pausa ao olhar para as três – Resumindo, vocês não têm escolha a não ser ir até elas agora que as mataram.

Keith conseguiu o que queria, o ‘xeque’ e para isso, sacrificou três peões para alcançar o ‘xeque-mate’ definitivo. Ele estava muitos passos à frente dos Dez Apóstolos desde o início.

— Então, eles já estão um passo a nossa frente de novo. Por isso você matou uma delas e disse sobre aquilo... – Damon analisou as informações e chegou a tal conclusão, enquanto olhava pensativo para baixo.

— Apenas fui instruída a intervir na hora certa. Como consequência, elas ficaram, mesmo que pouco, abaladas emocionalmente e isso facilitou que vocês as matassem. Tudo meticulosamente planejado...

— Então foi tudo planejado desde quando elas pegaram o Damon?!

— Não. Isso foi antes até... – Bluebell respondeu – Keith já tinha tudo em mente antes mesmo de atacarmos vocês...

Todos ficaram impressionados, mas não era para menos. Keith era um estrategista de primeira classe. Chegava a ser assustador. Porém Damon sabia. Sabia que isso, em primeiro lugar, era obra delas.

— Mas não esperávamos que vocês pudessem transformar suas armas. Isso foi uma surpresa! – Hazel completou – Está respondido, então chega de conversa. Vou acabar com vocês!!

— Espere! – Bluebell interveio novamente – Por que você ainda está com o Keith nessa situação? Você sabe muito bem que-!

— Sim, eu sei...! – Hazel a interrompeu – Eu sei que aquele não é o Keith de verdade.

As palavras de Hazel deram a confirmação que Damon e os demais ali procuravam e quase alcançavam. E isso fez Bluebell ficar em silêncio novamente.

E o mesmo que estava acontecendo com Keith, também estava acontecendo com Hazel...

— Ninguém sabe suas verdadeiras intenções. Ele diz que quer apenas mudar o destino dos deuses e dominar o Olimpo... talvez até mais... – Hazel estalou os dedos de suas mãos ao ar, a remexendo de forma grotesca – O fato é que você se aliou a esses degenerados... o que faz de você minha inimiga, Bluebell!

— Hazel...! – Bluebell segurou firme no seu Martelo da Dor, Kanadzumi, enquanto olhava para o olhar cortante e assombroso de Hazel – Por favor, me escutem! Essa não é a Hazel de verdade! Assim como Keith ela está corrompida por algo, por iss-!

— Já sabemos disso. – Damon a interrompeu, antes que a mesma terminasse.

— Hein...?!

— Não se preocupe. Já tenho uma certa experiência nessa parte... – Damon disse, fazendo Lilith e Brandt ficarem atentos. Eles sabiam do que ele estava falando.

— Experiência...? – A garota de cabelo rosa ficou sem reação, e ele ainda prosseguiu.

— Desde a primeira vez que isso aconteceu comigo eu estive pensando em várias hipóteses e soluções para o que era isso. E finalmente cheguei em uma que pode ser ela...

Todos olharam para Damon, atentos e aflitos, que então continuou com a explicação que deixaria todos atônitos...

— Há alguém... dentro de mim. – Todos paralisaram, inclusive Lilith – Não só de mim. Brandt, Lilith. Até mesmo você, Hazel e o próprio Keith. Talvez de todos nós aqui.

— Alguém... dentro de...?! – Bluebell nem terminou de perguntar. Era algo tão absurdo que mal podia ser verdade.

— Perda de controle e sanidade, vozes desconhecidas... Dupla personalidade.

— Mas, isso é...!

— Sim, parece um absurdo, também penso assim. Mas foi a única saída que achei. – Damon colocou a mão sobre seu peito e o apertou sutilmente – Há alguém querendo tomar o controle, aqui dentro.

Huhum.

Uma risada estranha que ecoou agora na cabeça de Daisy, que até chegou a olhar para o lado e nada viu. Isso não foi por acaso, tampouco coincidência. Era real, o que seu irmão falava ali, para todos.

E ambos seguiam atônitos com a explicação de Damon. Tanto eles, como até mesmo Atena e Zeus no Monte Olimpo e as Irmãs do Destino na Câmara de Tecer. Sim, nem elas esperavam por essa. Nem elas sabiam dessa...

Ela então começou a acreditar veementemente na tese de seu irmão...

— Bom, isso foi tudo que formulei. Verdade ou não, isso é bem preocupante. E eles perderam o controle para isso, seja lá o que for...

— Inacreditável...! – Inacreditável de verdade. Nem mesmo Chloe pensou nisso, mas por incrível que pareça, ela era a única que não estava impressionada e sorria...

“Então, quando eu lutei contra a Bellzinha, realmente...!”, pensou Elaine, relembrando de alguns momentos em que Bluebell parecia agir diferente, até mudando a cor de seu olhos esquerdo.

— Já acabaram a conversinha fiada aí?! – Hazel, já irritada com tanta enrolação, interrompeu a conversa.

— Hazel! Me escute!

— Desculpe Bluebell, mas não estou interessada em você agora. Primeiro...! – Ela olhou para Elaine e apontou para a mesma com seu indicador – Vou testar o poder de quem conseguiu te derrotar!

Elaine viu que era com ela e ficou em alerta, Bluebell a olhou. Daisy estava com Lilith deitada em seu colo, de joelhos, quando a mesma fechou os punhos pensando em tudo que Damon, seu irmão mais velho, havia dito.

— Daisy...? – Lilith olhou para ela, preocupada com algo, quando...

Hazel apareceu na frente de Elaine em um piscar de olhos e a chutou para trás com a perna esquerda, fazendo todos tomarem um susto com o repentino golpe da mesma.

— Elaine!

“Que velocidade! Essa maldita está mais rápida do que nas Ruínas do Esquecimento!”, Grey pensou freneticamente, sem poder reagir.

— Droga! – Damon tentou parar Hazel, mas ela seguiu em frente mais uma vez.

Elaine parou de pé e Hazel pegou seu Chicote Terrestre, o Muchikyū, para desferir o segundo golpe, quando ela o lançou, uma lâmina dourada cortou a arma no meio rapidamente, fazendo todos, até Elaine e Hazel arregalarem os olhos.

— A Elinha está exausta.

A garota que estava ali fincou sua lâmina no chão, se apoiou no cabo com as duas mãos e pulou. Ela girou e com um rápido e ágil movimento, chutou Hazel para trás com suas duas pequenas, porém poderosas pernas. Todos observaram impressionados, principalmente Damon...

— Não a force demais! – Daisy tirou a Espada do Céu, Soraken, do chão e encarou Hazel com um olhar cortante, completando sua frase.

— Ohoho, então você quer ser minha oponente, é?! – Hazel a olhava com um sorriso assustador, Daisy mesmo assim, não se intimidou.

— Daisy?!

— Daisinha, não faça isso! – Gritou Elaine, que recebeu um sorriso dela em resposta...

— Está tudo bem. Se compararmos um por um, eu sou a que está mais descansada, pois ainda não lutei. Deixem que eu cuido dela!

— O que...?!

— Daisy, ela é muito forte, você-!

— Irmão. – Daisy interrompeu Damon, que tentava a alertar – Você não confiou na Elinha naquela vez?!

Essas palavras fizeram seu irmão se lembrar de quando Elaine pediu para lutar contra Bluebell. Quando ela disse que certamente iria vencer e proteger seus amigos... ele se lembrou de tudo aquilo.

 — Você não está sendo você mesmo. – Daisy deu um sorriso animado.

Ela fez ele se lembrar daquele momento, então, óbvia e automaticamente, não teria como ele não se lembrar novamente do que ocorreu depois, quando Elaine perdeu a visão do olho esquerdo no final da batalha.

Aquilo ainda trazia uma angústia gritante dentro do filho de Zeus, que pensava se algo assim poderia acontecer com a pessoa mais importante no mundo para ele, sua irmã mais nova...

— Eu...

Damon murmurou, respirou fundo com as palavras de Daisy. Ele não estava sendo ele mesmo. Por mais que relutasse, nesse momento, ele não estava sendo... ele mesmo.

— Realmente, o que eu estou fazendo? – Damon deu uma risada, fazendo todos ali o olharem – Desculpe por isso, irmãzinha. Ela é toda sua!

— O que?! Pirou de vez?! – Lilith, que agora estava sentada no chão, esbravejou.

— Ei, Damon. Acho que isso já passa dos limites não? – E para a surpresa de todos, Brandt também se opôs. Se o Brandt disse, realmente é passar dos limites, foi o que todos pensaram ao mesmo tempo, preocupados.

— Fiquem tranquilos...! Daisy! Se algo acontecer, eu não hesitarei em te parar e entrar na batalha!

— Não se preocupe, eu vou conseguir! – Daisy deu agora, um sorriso confiante. Mas mesmo que demonstrasse, Damon ainda não estava 100% seguro disso...

“Daisy certamente é um prodígio, mais até do que nós, os Dez Apóstolos. Aquela batalha disse tudo... ou quase tudo...”, pensou consigo mesmo, lembrando-se de sua batalha contra sua irmã, antes dessa missão.

“Pode não ser o melhor momento, mas agora eu posso finalmente ver a evolução dela. E com isso...”, ele parou, hesitando, enquanto se controlava por dentro. Sim, o objetivo dele ali, agora, era apenas um...

“Ele quer duas coisas. Primeiro, ver o quanto sua irmã mais nova pode fazer nesse instante e, assim, calcular uma estimativa de o quanto ela vai evoluir em poder daqui para frente...”, e agora, era Cloto quem pensava cuidadosamente, enquanto observava os acontecimentos.

“E, o segundo...”, ela deu uma pausa, e após isso, um leve sorriso. “Determinar o limite de controle que temos sobre eles...”, pensou a Moira, animada com isso tudo. Eles realmente são...!

— Não me faça rir, pirralha. O que uma criança pode fazer contra mim?! Era pra você estar em casa, dormindo bonitinha!!

Daisy não respondeu às provocações de Hazel, apenas respirou fundo e se preparou para a batalha. A filha mais nova de Zeus começou com a mão esquerda. Ela segurou firme em sua Soraken com a mão não-dominante.

— Ela está com a canhota. Vai testar a oponente?!

— Na verdade não é isso. – Damon respondeu Chloe, totalmente atento, afinal, esses eram dois objetivos complicados de serem analisados. Mesmo assim, seriam cruciais para o futuro dessa missão e também no futuro geral – Ela também fez isso comigo e ela não estava me testando. Ela vai se testar. 

— Se testar...?!

— Ela vai ver até onde ela pode aguentar com Hazel, assim como fez comigo. Apenas olhem... – Chloe continuou olhando para ele por um momento, pensativa.

“Damon... você está...”, ela pensou relutante, enquanto voltava a olhar para Daisy. “É isso que você quer...”

Seguindo o conselho de Damon, que sorria de braços cruzados, todos olharam. Elaine se distanciou e se uniu ao restante dos espectadores.

Daisy estava convicta. Ela entrou em uma posição que deixava sua lâmina apontada para trás, ficando com o corpo de lado. A filha mais nova de Zeus, em um impulso veloz, atacou, Hazel percebeu rapidamente e desviou para a direita. Daisy freiou e deu outro impulso voltando para ela, que tentou corta-la, mas Hazel pulou para cima, escapando também do segundo golpe.

— Hehe! Nada mal, pirralha! – Hazel preparou seu chicote, o segurando com as duas mãos – Valsa Terrestre!

 Ao usar a Valsa Terrestre, o chicote se multiplicou em diversos e foram para o encontro de Daisy. Mas a garota tinha a minuciosa habilidade de perfeita observação. Ela viu e previu o caminho dos chicotes multiplicados e esquivou de cada um deles, os que não dava para esquivar, ela cortou com sua espada dourada.

Hazel riu e continuou a atacar com a Valsa Terrestre aumentando a produtividade dos mesmos no ataque, Daisy ia desviando e cortando o quanto podia. Até que ela desistiu e foi para cima de Hazel que apenas olhou, sem muito alarde. Daisy percebeu que um chicote vinha de seu lado em alta velocidade, então parou bruscamente e pulou para trás. Foi por pouco, mas conseguiu evitar um golpe pesado.

— Você realmente tem boa observação. Parece que eu te subestimei um pouco, mas não vá achando que ainda pode ganhar!

— ... – Daisy apenas suspirou, em silêncio.

— Essa luta...

Todos observavam impressionados, exceto Damon, Arthur, Brandt e Chloe, que estava aflita. Daisy parou e esperou por um momento, até que ela mudou a mão. Agora, a Espada do Céu, Soraken, estava no manuseio de sua mão dominante, a direita.

“O que ela está fazendo?!”, Hazel estranhou e cerrou seu olhar.

— Lá vai... – Murmurou Damon, ainda de braços cruzados. Chloe apenas assentiu sem dizer nada.

Daisy não esperou nem um segundo e foi para o ataque, mais rapidamente agora. Hazel tomou um susto e tentou defender com o chicote, mas foi arremessada para trás pelo golpe que recebeu da garota.

“O que!?”

— Ela foi mais rápida que Hazel...?! – Bluebell murmurou impressionada, boquiaberta com aquilo. Isso era...

— Mas ela não está séria ainda. – Bluebell olhou para Damon, que ouviu o seu murmúrio e respondeu – Ela ainda subestima Daisy. Acho que esse ataque fez ela entender...

— Realmente. Eu conheço Hazel melhor do que ninguém, mas ainda assim...

Ainda assim a velocidade de Daisy era assustadora para uma criança de apenas 11 anos de idade. A que nível ela poderia chegar, afinal? Era isso que Damon estava observando e tentando descobrir. “Além do mais...”, ele pensou.

Hazel estava um pouco ferida com o impacto da espada de sua adversária, após ser jogada para longe. Daisy seguia olhando firmemente para ela, sem medo, sem ansiedade...

— Ela não pode mais brincar, senão vai perder. – Damon completou, com Bluebell assentindo com a cabeça positivamente.

— Isso foi bem audaz de sua parte, pirralha!

Hazel resmungou enquanto limpava o rosto, sujo pela poeira. Daisy não falava nada, desde o começo da batalha foi assim. Hazel ficou séria por um momento e viu que o melhor a se fazer seria lutar com tudo de uma vez.


[A última batalha para alcançar as Plêiades começou!!]

[Após matarem as Fúrias, Hazel dos Imperadores do Escuridão se opõe como obstáculo final!! E a batalha surpreendente e enigmática contra a mais nova Daisy começa!!]


Continua no 63º Mito - "Os Novos Dotes da Irmã Mais Nova"

Por Sora | 23/03/18 às 20:55 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen