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75º Mito - Desafios do Zodíaco: Convergência

Epopeia do Fim (EDF)

75º Mito - Desafios do Zodíaco: Convergência

Autor: Sora | QC: Amnésia

— Irmão! Lili! – Daisy arregalou os olhos e correu até os dois, que haviam acabado de sair dos seus portais, completando seus desafios.

— Yo, irmãzinha! – Damon olhou para todos que estavam ali e se surpreendeu – Oh, todos passaram. Incrível!

— O que diabos houve lá dentro, Damon? – Grey se aproximou com um semblante mais preocupado e perguntou, assim como Silver, Elaine e Meade.

— Hã?! Como assim?!

— Você e a Lili... estavam em perigo. Eu pude sentir... – Daisy respondeu, agora sem a tontura e os batimentos cardíacos controlados. A garotinha se ergueu normalmente.

— Ei, ei, como você sentiu isso? De perto eu até entendo, mas de longe...? – Sem entender, ele andou até ela.

— Meu desafio. – Daisy disse sorrindo – Eu posso falar com minha personificação agora. Pela mente!

— Tá brincando...! – Dessa vez, foi Lilith quem falou, impressionada.

— A personificação da Fé, Písti. Sempre que acontece algo com algum de vocês eu sinto e a Pístiinha especifica a personificação da pessoa. No seu caso, irmão, a sua era o Orgí. E o da Lili era Lagneía.

— Incrível, Daisy! Você teve esse progresso todo apenas por concluir seu desafio!

— Não só isso, mas agora eu posso sentir vocês mesmo distante! Mas ainda tenho que me habituar com isso! – Daisy deu um sorriso, confiante de si mesma.

— Demais! Viu só, ela também pode fazer isso! – Damon disse olhando para cima com um sorriso.

Cala a boca. Eu sei disso. – Orgí respondeu na mente dele. A personificação estava de braços cruzados, com um semblante mais fechado.

— Hm?! – Daisy inclinou levemente a cabeça, sem entender, assim como todos os outros.

— Ah, eu não te falei? Eu também posso fazer isso... – Damon apontou para sua cabeça com um sorriso amarelo.

— Até ele?! – Grey ficou ressentido por não conseguir. Mas, bem, ele não era o único.

— Orgí, eu suponho. – Damon se virou ao ouvir a voz feminina, porém com uma entonação levemente diferenciada do que ele já conhece.

— Hein?

Armonía, eu suponho... – Orgí respondeu, dando um sorriso forçado. Damon deu uma leve olhada para cima, como se estivesse olhando para Orgí.

— Eu estava certa... – Ela murmurou, com um suspiro.

— Então, quem é você? Tenho certeza que não é a Chloe. – Damon viu o olho esquerdo do corpo de Chloe com a cor laranja. Ele sabia do que se tratava.

— Eu sou a personificação da harmonia de Chloe, Armonía. 

— Armonía, né...?

Ao escutar aquilo, Damon abaixou o olhar e logo se lembrou da última conversa com Lagneía antes de retornarem ao Stellarium.

.........

— Bem, pessoal, vamos voltar. – Disse Lagneía, mas...

— Espera aí, ele não me respondeu à pergunta que fiz! – Damon, irritado, apontou para Orgí, que estalou sua língua, mais irritado ainda.

— Ah, sobre isso...

— Ei... Lagneía. – Ele deu uma pequena pausa antes de chamar o nome dela – Tem certeza? Pode ser um caminho sem volta...

— Uma hora ou outra eles irão saber. Eu sinto isso.

— Do que vocês estão falando? – Lilith perguntou, sem entender nada. Lagneía suspirou e ficou com um semblante sério.

— Sobre isso, é simples... – Lagneía deu uma pausa, que fez Damon e Lilith ficarem apreensivos, até que ela finalmente falou – Nós não lembramos sobre nossos verdadeiros nomes.

Os dois arregalaram os olhos, assustados. Orgí apenas ficou em silêncio, olhando para os dois pela visão periférica, enquanto a cabeça estava virada para o lado.

— Não... lembram...?!

— Não sabemos o motivo, mas nós não lembramos nada sobre eles. – Prosseguiu Lagneía.

— Que horrível... – Lilith olhou com tristeza para o lado.

— Então, a próxima pergunta. O que são vocês? – Damon fez a segunda pergunta. O brilho da mão dos quatro começou a brilhar simultaneamente e a engolir ambos ali.

— Você saberá em breve... – Lagneía murmurou, voltando a sorrir. Damon e Lilith puderam apenas olhar para os dois enquanto tudo desaparecia...

.........

— Por ser mais hábil, Chloe pode invoca-la. – Disse Grey, chamando Damon de volta para o presente – Já perdi a conta de vezes que ela já explicou isso...

— Sim, sim, ela é especial, não sintam inveja. – Armonía disse, fazendo todos olharem para ela de forma engraçada – Então, minha parte acabou aqui. Até breve, amigos da Chloe.

Ela fechou os olhos mais uma vez. E então, agora Damon e Lilith, que não haviam presenciado antes, puderam sentir a mudança na aura e no reiki de Chloe...

E quando ela abriu os olhos, o esquerdo voltou ao normal, da mesma cor violeta do direito.

— Bem-vinda de volta. – Damon disse, com as mãos atrás da cabeça.

— Sim. – Chloe respondeu, sorrindo – Todos passamos.

— Isso aí! – Grey falou, eufórico – Agora poderemos ir até as Irmãs do Destin-!

— Ainda não. 

— Ah... hã?! – A negação de Electra quebrou totalmente a euforia de Grey e interrompeu suas palavras.

Então, ela e Taigete se aproximaram dos doze que tiveram seus desafios perfeitamente completos.

— Parabéns, vocês concluíram os Desafios do Zodíaco. – Electra levantou seu vestido escuro e se curvou em reverência aos doze. Essa era a primeira vez que acontecia esse feito.

— Err... obrigado? – Damon coçou a cabeça, sem saber o que fazer.

 — Mas, para conquistar o caminho até as Moiras, vocês precisam passar pelo desafio final. – Electra estalou os dedos da mão direita e abriu mais um portal de forma rápida, por trás dela – O Desafio do Serpentário.

— Serpentário...?!

— A décima terceira constelação do Zodíaco. Pelo menos o primeiro.

— Primeiro?

— Isso mesmo. – Electra respondeu – Existem dois zodíacos. O astrológico e o astronômico. Nós, as Sete Estrelas do Céu Azul, temos base pelo astronômico, que tem os 13 signos, e não 12, que no caso é o astrológico, que, sendo sincera, é pura maluquice e está completamente errado.

Todos observaram em silêncio.

— E então, decidimos. Para provar seu merecimento, vocês precisam concluir o desafio mais difícil. Ophiuchus (Ofiúco).

— Quando eu pensei que nada podia ficar mais complicado... – Damon suspirou.

— E o que tem nesse desafio? – Perguntou Bluebell.

— Não sabemos. Assim como os primeiros desafios, é a primeira vez que esse aqui é aberto... – Electra respondeu – Entrem nesse portal. O Desafio do Serpentário os espera. – Ela saiu da frente do portal e moveu sua mão até ele, os convidando a entrar.

— Então, vamos lá. Não podemos demorar, esse é o desafio final! – Todos se prepararam ao comando do líder, Damon.

Os doze pararam em frente ao portal. A luz envolveu a todos, e então eles entraram, para o desafio final até as Irmãs...

 

***

 

— O Desafio do Serpentário jamais foi usado desde que elas criaram os Desafios do Zodíaco...

— Eu disse que seria um erro mata-los ou impedi-los de prosseguir! Vejam só! Eles chegaram onde humano algum jamais chegou! Foi bom controlar eles um pouquinho e impedir que minha adorada e mesquinha irmã desse um fim neles!

— O que você disse?!

Templo dos Destinos, Câmara de Tecer. Lar das Moiras, mais conhecidas como Irmãs do Destino. Ali estavam as três de sempre; Láquesis, Átropos e Cloto.

— Mas eles ainda têm que passar pelo desafio final. Desafio esse que nem nós, as Irmãs do Destino, testemunharam. – Cloto disse, enquanto tecia os Fios do Destino na Roda da Fortuna.

— Eu estava certa! Eu estava certaaa!

— Láquesis!

Láquesis não respondeu ao chamado brusco de Átropos, que estava preocupada e já sem paciência com as atitudes de sua irmã, que não tirava o olhar deles.

— Não adianta, Átropos. – Disse Cloto, sem se virar – Você não vai conseguir mudar a opinião dela. Principalmente no nível até onde isso chegou.

— Eu sei... 

— Ei, Átropos. Você por acaso está com medo?

Silêncio...

Láquesis se debruçou sobre o vento com a pergunta, com um olhar e sorriso sarcásticos para sua irmã. Átropos parou o que estava fazendo e ficou surpresa com a pergunta, tendo como sequência o aumento de sua impaciência e irritação.

— O que...? – Ela murmurou baixinho, cerrando o punho direito com demasiada força. Cloto parou de tecer os fios ao perceber isso.

E Láquesis começou...

— Veja só. Você insiste em impedi-los mesmo que eu e até Cloto sejamos contra. E fica tentando fazer eu mudar de ideia, mesmo que agora eles estejam burlando o próprio destino. Eu só consigo pensar que você está com medo e-.

Naquele local fechado e sem vento... uma pequena onda de ar poderosa fez o cabelo ondulado de Láquesis balançar. Átropos ficou cara a cara com sua irmã, a interrompendo de forma brusca, com uma velocidade incrível.

Tão incrível que nem foi possível de ver ela se aproximar. Átropos quebrou a parede detrás de Láquesis ao soca-la, seu braço ficou ao lado do rosto de sua irmã, a deixando sem saída.

Uma briga entre as três, ou duas das, teria o mesmo efeito que uma briga interna entre deuses, afinal elas são seres primordiais, querendo ou não. Por isso, assim como Zeus criou a lei de não-agressão entre deuses, as Irmãs do Destino tinham uma regra onde não poderiam lutar umas com as outras.

Porém, da forma que estava, isso seria quebrado...

— Eu não tenho medo de ninguém...! – O tom de voz de Átropos ficou mais amedrontador do que já era, porém, Láquesis não desfez seu sorriso, nem seu olhar sarcástico.

— Ah, acho que toquei em alguma ferida sua? Isso é raro, irmã... – Ela novamente provocou.

— Com quem pensa que está falando, Láquesis...?! 

— Muito bem, já chega, vocês duas.

Uma terceira voz se intrometeu, ao mesmo tempo Láquesis e Átropos pararam de se encarar e olharam para Cloto. Ela flutuou do lugar onde estava, em frente à Roda da Fortuna, e foi até a frente das duas com grande velocidade também.

— Eu mesma irei resolver isso. – Cloto estendeu a mão direita na direção das duas.

— Ei, ei, se acalme, Clot-!

Um impulso superforte fez as duas afundarem na parede, antes que Láquesis pudesse falar para Cloto parar. As duas Moiras sentiram o forte golpe de Cloto, uma força e poder absurdo.

 — Que dor...! – Resmungou Láquesis.

Cloto voltou a se aproximar e suas duas irmãs apenas paralisaram. Da linha de visão de Láquesis e Átropos, os olhos dela brilhavam em um âmbar puro, como se fossem olhos de um arcanjo.

A aura que exalava da Moira era tão extraordinária que fazia o Templo dos Destinos tremer.

— Se comportem. – O tom de voz dela era outro. Sério, amedrontador – Eu já falei que é estritamente proibido conflitos entre nós três. Se acontecer de novo irei tomar medidas mais drásticas.

As duas só conseguiram ficar em silêncio, e isso com algum esforço até. Láquesis engoliu seco. Quase foi possível ver os olhos de Átropos, que eram cobertos pelo negro capuz, tremulando.

— Agora, voltemos ao trabalho. – Cloto deu meia volta e retornou para a Roda da Fortuna.

— Que medo... – Láquesis disse, ao sair da parede que estava com um grande buraco, assim como sua irmã, Átropos.

— E isso tudo, graças a você.

— Foi você quem me atacou! – As duas ficaram em silêncio por um breve momento, se entreolhando, como se Cloto ainda estivesse as pressionando – Melhor voltarmos...

— Dessa vez eu concordo com você...

 

***

 

— Então, qual é a desse desafio final?

Stellarium, portal do Desafio do Serpentário, o último desafio a ser completo do Desafio dos Zodíacos.

Os Dez Apóstolos, mais Daisy e Bluebell estavam em um local diferente do de antes. Era um lugar preenchido por uma cor azul-escuro, com formas de galáxias, nebulosas e constelações, totalmente o oposto do branco vazio e infinito dos desafios anteriores.

Era como o próprio Cosmos!

Só que com chão...

— Não parece com a magia da Chloe e da Julie? – Lilith relembrou, olhando para o lindo e curioso local.

— Sim, parece mesmo. – Chloe, também surpresa, respondeu – Parece demais com nossa Arte Secreta dos Deuses...

Lilith, Chloe e os outros também estavam impressionados com o lugar onde se encontravam no momento. Exalava um ar cósmico, misterioso, que cativava ambos ali.

— Sejam bem-vindos. – Uma voz adulta e masculina proferiu as palavras, que fizeram os doze olharem para o lado direito.

Ali estava um homem. Um homem de estatura alta, como um adulto, que tinha um tipo de armadura negra em volta de seu corpo, com duas cabeças de serpentes nos ombros. Armadura essa que combinava com o local cósmico, mas que brilhava intensamente, se destoando do mesmo.

— Aquele é o...

— Ophiucus... – Damon completou a frase incompleta de Elaine, com um sorriso. Orgí, em sua mente, também sorriu.

— Estão aqui para o desafio final, eu suponho. – A voz abafada de Ophiucus, a armadura negra, era grave e certamente a de um adulto.

— Sim, sim! – Damon respondeu – E qual é o tal desafio final? Te derrotar?!

— Vamos com calma.  

— Hm?! – Todos ficaram sem entender. Ele se levantou de sua espécie de trono negro...

— Será uma partida de dois times. – Disse Ophiucus, andando até os doze, se aproximando.

— Dois times? De quantas pessoas? – Silver perguntou.

— Três. – Logo após falar, Ophiucus estalou o dedo. Uma fumaça negra apareceu como mágica e revelou três pessoas de forma lenta e demorada – Esses serão meus representantes.

A primeira era uma mulher que tinha cabelo grande de cor azul. A segunda era um homem, tinha cabelo verde espetado. A terceira também era um homem e tinha cabelo encaracolado, de cor branco.

Ambos eram na média de altura de todos os doze, podia se dizer que eram adolescentes como eles.

 — Agora, vamos decidir os seus. – Disse Ophiucus, enquanto preparou a mão esquerda.

— Ele não brinca em serviço. – Damon disse, impressionado.

É. – Orgí concordou, da mesma forma.

Três luzes brancas e fortes apareceram por baixo dos doze e se comprimiram até ficarem abaixo de Damon, Lilith e Silver. Elas então começaram a girar entre eles aleatoriamente, como uma roleta de sorteio, até que as mesmas foram perdendo velocidade e pararam embaixo dos três escolhidos.

— Aí está. – Disse Ophiucus.

Os escolhidos foram: Arthur, Grey e Daisy.

— Oh! – Daisy abriu a boca, surpresa.

— Vou lutar também...! – Grey se animou.

— ... – Arthur apenas suspirou em silêncio.

— Esses serão seus representantes. Se preparem e me avisem quando estiverem prontos. – Ophiucus virou e voltou para onde estava, com seus três representantes.

— Sem enrolações, assim que eu gosto! – Grey já se preparou, vestindo suas luvas de novo.

— Então, boa sorte para vocês. – Disse Damon, já se afastando do local.

— Irmão?!

— Só não percam. Contamos com vocês! – O filho de Zeus, sem se virar, acenou com a mão esquerda e seguiu indo para longe, acompanhar a luta.

— Irmão...? – Daisy seguia sem entender.

— E quem disse que vamos perder?! – Grey gritou, furioso para ele.

— Ninguém, ué. – E o garoto de cabelo escuro respondeu – Só que se eu fosse um dos escolhidos vocês teriam mais chances!

Todos olharam ao mesmo tempo para Damon, que seguiu sem se virar, com olhares cortantes e engraçados, a exceção como sempre foi Arthur e Brandt. Daisy então correu, passando por todos os outros e parou na frente dele, o assustando.

— I-Irmãzinha...?!

— Irmão, está me chamando de fraca, não está?! – Com um tom de bronca e descontentamento, ela esbravejou fazendo beiço.

— Gh. N-Não, Daisy! Eu nunca disse isso! – Ele gaguejou, nervoso.

— Ah, é...?! – Daisy semicerrou seu olhar, fazendo Damon se lembrar que ela sentia as mentiras dele. E agora, com Písti, ficou pior ainda.

— Orgí, essa Písti é um monstro assim mesmo...?! – Ele murmurou, de forma engraçada e hesitante.

Talvez... – Orgí respondeu à pergunta mental de Damon, também de forma engraçada e hesitante.

É, talvez Písti fosse assim também...

— Você e seu egocentrismo... vou te contar. – Lilith passou ao lado dele.

— Cale a boca...

E então, depois de um pequeno momento, os três escolhidos – Grey, Arthur e Daisy – se alinharam para o começo do desafio. Os que não iriam participar ficaram a alguns metros de distância do local, todos juntos para observar os três em ação.

— Ei, Orgí. – Damon murmurou com cuidado, para ninguém ouvir – Você sabe quem é esse cara?

Não, é a primeira vez que o vejo. – Ele respondeu – Mas, uma coisa é certa...

— O que?

Esse desafio cheira estranho. Melhor ficar bem atento. – Damon apenas semicerrou o olhar e ficou bem atento, como Orgí disse para ele.

— Bom, estamos prontos! – Grey, Arthur e Daisy pararam alinhados, frente a frente com Ophiucus e seus três misteriosos representantes da mesma forma.

— Muito bem...

Ophiucus estalou os dedos novamente. No peito de cada um dos três, inclusive o de seus representantes, apareceu uma espécie de insígnia branca, com o símbolo da constelação de Serpentário.

— A regra é simples. O time que tiver as três insígnias destruídas perde a luta. – Ophiucus explicou.

— Oh... bem como eu gosto! – Grey deu um sorriso.

— Vai começar...

— Sim...

Do lado de quem assistia, todos ficaram apreensivos, exceto Damon, Brandt e Julie, que observavam em silêncio e com semblantes mais sérios e controlados do que os demais.

— Pois bem. Desafio do Serpentário: Começar! – Ophiucus oficialmente deu início ao desafio final, erguendo sua mão direita para os seis participantes.


[O décimo terceiro desafio tem seu início!!]

[Buscando a passagem para as Irmãs do Destino, os Apóstolos encaram o último desafio do Zodíaco!! Daisy, Grey e Arthur entram para a batalha final contra Ophiucus de Serpentário!!]


Continua no 76º Mito - "Desafios do Zodíaco: A Batalha de Serpentário"

Por Sora | 10/04/18 às 19:39 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen