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76º Mito - Desafios do Zodíaco: A Batalha de Serpentário

Epopeia do Fim (EDF)

76º Mito - Desafios do Zodíaco: A Batalha de Serpentário

Autor: Sora | QC: Amnésia

— Pois bem. Desafio do Serpentário: Começar! – Ophiucus oficialmente deu início ao desafio final, erguendo sua mão direita para os seis participantes.

— Taiyokuro! 

— Konrama.

— Soraken!

Ao mesmo tempo, os três sacaram suas Armas Divinas; as Luvas do Sol de Grey, a Foice do Caos de Arthur e a Espada do Céu de Daisy, que começou inclusive com a mão esquerda.

E então...

— Que truque legal... – Murmurou Bluebell, do local dos observadores.

— O que...?! – Daisy ficou abismada ao olhar, porém, Grey e Arthur seguiram sérios.

Os três misteriosos representantes de Ophiucus, que nem esboçavam uma reação sequer, pegaram suas armas para a batalha. E elas eram as mesmas armas de Grey, Arthur e Daisy!

— As armas são as mesmas... – Damon murmurou, ainda estava de braços cruzados.

Bem clichê. – Orgí respondeu em sua mente. Damon deu uma olhadela para cima, como se olhasse para ele e falasse “você fez a mesma coisa não faz nem cinco minutos”.

— Mas, isso não muda nada! – Grey deu um sorriso, confiante – Eles não sabem liberar elas!!

— Greyzinho, você já vai...?! – Daisy olhou para Grey, que aumentou seu sorriso. Arthur apenas observou em silêncio como sempre.

— Grey! – Elaine gritou. Todos entenderam o que ele pretendia com aquilo.

“Esse reiki... ele realmente vai...!”, Chloe sentiu a mudança e a ebulição do reiki superquente de Grey. Estava fervendo. Até Armonía, que também tinha essa sensibilidade, como a filha de Atena, ficou pasma.

— Temos que acabar com isso logo. Temos que alcançar as Irmãs do Destino antes dos Imperadores da Escuridão. – Grey disse, em sua volta, uma aura quente começou a se elevar e até mesmo uma pequenina fumaça começou a subir do chão...

— Mas, isso é...!

— Não se preocupe. Eu vou terminar isso rapidamente! – Grey cerrou os punhos e os tocou, juntos, se preparando e gritando em seguida – Então vamos lá...! GENKAI!

A explosão de luz de cor vibrante e amarela do rompimento do limite da Arma Divina cercou todos, até mesmo os que estavam a alguns metros apenas observando. Ophiucus não se intimidou, mas sentiu o imenso poder que dali saía.

E então, a luz levemente se foi revelando Daisy, boquiaberta, e Arthur, apenas observando. E por último, Grey...

— Então essa é a verdadeira Arma Divina do Grey... – Elaine murmurou, impressionada.

Nas mãos de Grey estavam as mesmas duas luvas que o filho de Apolo possuía, porém, agora era de uma fortíssima e poderosa cor dourada, que pulsavam vibrantemente, como uma estrela, o próprio sol.

E agora, a luva que já era de aço, ficou ainda mais consistente e letal. Essa é a verdadeira forma das Luvas do Sol, as Luvas do Esplendor, Moerukuro!

— Incrível, Grey...! – A filha de Ártemis abriu levemente um sorriso com o que contemplava.

“A arma dele mudou...”, pensou Ophiucus. Não era possível ver, pela armadura, mas ele com certeza franziu a testa ao pensar isso, nesse exato momento...

— Ah, não pense que isso é tudo...! – Com um sorriso superconfiante, Grey foi para cima do primeiro adversário, o garoto de cabelo branco. Tudo isso com um impulso magistral.

Foi então, que Chloe percebeu de relance, seguida pelos outros, que assim que Grey saltou para frente, deu para ver, nem que por um milissegundo...

Uma pequena rajada de uma chama amarela.

— Isso é...!

Grey simplesmente passou pelo garoto com enorme velocidade, parecendo que ele simplesmente o ultrapassou, sem fazer nada. Porém...

CREC

A insígnia branca, no peito do garoto de cabelo branco, que tinha em sua mão a arma de Daisy, se rachou e então, se quebrou totalmente. Com isso, Grey deu um pulo para trás e voltou rapidamente até Arthur e Daisy, que mal puderam acompanhar.

Todos arregalaram os olhos. Um dos três representantes de Ophiucus estava eliminado.

— Olhem, os pés dele. – Silver apontou para os pés de Grey, e todos acompanharam.

Dois tênis metálicos que eram nada mais, nada menos que Propulsores do Sol. Era a nova aquisição com a liberação de sua arma, a verdadeira e completa forma das Luvas do Esplendor.

— As luvas não mudaram tanto, entretanto, ele ganhou os propulsores como um bônus. É a maior mudança entre a sua arma liberada e não liberada. – Analisou Damon, com um leve sorriso de canto.

— Isso dá inúmeras vantagens para ele... como velocidade e poder de impulsão! – Chloe completou, ainda com olhos arregalados.

— Então essa é o Genkai. Que foda! – Comemorou Grey, com um sorriso feroz.

— Ele já eliminou um...! – Disse Daisy, ainda boquiaberta e espantada. Arthur nada falava ainda, bastante quieto.

— Acho que isso vai ser mais rápido que o esperado. Ou então...

Damon olhou para Ophiucus, de pé observando o desafio, que ainda assim não demonstrava reação. Porém, ele se lembrou das palavras de Orgí, poucos instantes atrás.

Esse desafio cheira estranho. Melhor ficar bem atento

 Arthur e Daisy deixaram o impressionismo de lado e partiram para cima, mirando os dois restantes que apenas começaram a escapar dos ataques em sequência. Eles seguiram tentando acertar, mas os adversários eram bem ágeis e rápidos.

— Não foi tão difícil com o Greyzinho! – Reclamou Daisy, ainda tentando golpear os dois, com uma voz de choro.

Ele está com a Arma Divina liberada. Claro que não seria tão fácil com elas assim. – Písti respondeu em sua mente.

— Então deixem isso para mim! – Grey foi rápido, pegando novo impulso e voando com seus propulsores ele chegou na frente de um dos adversários, passando ao lado de Daisy – Punhos do Sol!

O golpe com o punho direito brilhou intensamente e fez com que a garota de cabelo azul tivesse sua insígnia destruída, seguido de uma brutal explosão, mais forte que a normal, que a jogou para longe, terminando a eliminação.

— Greyzinho!

Daisy gritou quando o último, o garoto de cabelo verde, veio por trás atacar. Grey então, subiu com os propulsores em um impulso de altíssima velocidade, deu um mortal e veio para sua retaguarda em questão de segundos.

— Acabou! – Quando Grey levantou o punho para dar o golpe final, ele sentiu o corpo todo pesar em conjunto – O que...?!

 Isso tirou sua velocidade e concentração, o que fez com que o garoto de cabelo verde, que tinha em mãos a réplica da Foice do Caos de Arthur, Konrama, fizesse o ataque rápido.

Mas, ainda assim, Grey desviou e se distanciou do último representante de Ophiucus, com cautela.

— Greyzinho! Você está bem?! – Ele pousou no chão, um pouco ofegante. Arthur e Daisy pararam ao lado dele.

— Eu estou bem...! – O filho de Apolo respirou fundo – Não imaginei que sugaria tanto poder assim...!

— O quanto você pode aguentar? – Pela primeira vez, Arthur abriu a boca para falar algo e Daisy até o olhou.

— Acho que uns 3 minutos, no máximo. – Grey respondeu, se levantando ainda ofegante, porém com o mesmo sorriso feroz de sempre...

— Ok, ganharemos tempo. Vamos, Daisy. – E Arthur completou, a garotinha se ergueu e ficou ao seu lado.

— Sim!

Arthur e Daisy nem esperaram e foram correndo na direção do último representante de Serpentário a ser eliminado, o garoto de cabelo verde com a réplica da foice de Arthur, sua Arma Divina.

O filho de Afrodite segurou sua foice com apenas a mão direita e semicerrou o olhar, preparando-se para o ataque. Seu reiki se reuniu e ele soltou.

— Ciclone do Caos. – Um gigantesco ciclone negro se formou e começou a ir na direção do garoto, que foi habilidoso o suficiente para desviar.

Arthur não esboçou reação alguma. Isso porque era uma armadilha. Raramente ele fazia armadilhas em conjunto com alguém, seu orgulho era mais forte, porém, Daisy viu a brecha e aproveitou o momento para seguir o ciclone e, caso o garoto desviasse, aparecer cara a cara com ele, com sua magia preparada.

— Corte dos Dragões Gêmeos!

Ela usou sua magia, dois cortes incríveis e velozes, que pareciam ser de duas espadas, e tentou cortar a insígnia no peito do garoto, mas ele era muito mais ágil e rápido que os outros dois e também conseguiu desviar.

Enquanto isso, Grey se levantou e começou a concentrar seu quente reiki.

— Como esquivou dos dois ataques?! – Daisy pareceu não acreditar que ele havia desviado de uma magia que nem Damon conseguiu com perfeição.

O garoto de cabelo verde foi para contra-atacar com a foice, Daisy primeiro e Arthur em seguida, defenderam os golpes sem tanta dificuldade. Eles no mínimo foram para trás, mas ainda pareciam estar se segurando.

Do outro lado, os outros nove seguiam observando. Damon fez um olhar de relance para todos, de braços cruzados, e pensou um pouco mais, relembrando novamente o aviso de Orgí...

Até que finalmente disse...

— Algo está me incomodando... – Todos olharam para ele ao mesmo tempo, como um efeito dominó.

— Como assim? – Chloe perguntou.

Mas não houve resposta, apenas o silêncio estranho e misterioso. Damon continuou olhando para o local da batalha, com um semblante sério e preocupado. Então, todos também voltaram seus olhares para lá.

Arthur e Daisy seguiam lutando contra o garoto de cabelo verde. Até que eles recuaram e pularam, fazendo todos se perguntarem o porquê daquilo. Mas a resposta viria com um grito.

— Agora, Grey! – O grito de Arthur, pela primeira vez!

— Vaaaaai! – Daisy apontou para frente.

— Sim!

Grey preparou-se e foi a toda velocidade para cima do último adversário, que preparou a foice para o ataque, e o fez. Porém, Grey foi mais para baixo e desviou, ficando totalmente livre para o golpe. Não havia chance de desviar agora, por mais rápido que fosse.

— Tome isso! – Ele o socou com o resto de sua força e quebrou a insígnia de seu peito, o jogando para longe na sequência, tudo como planejado.

— Isso! – Daisy comemorou e Arthur apenas olhou em silêncio.

O filho de Apolo parou e se ajoelhou, ofegante após o sucesso. No fim, ele quebrou todas as três insígnias dos três adversários, as duas primeiras praticamente sozinho. Esse era o poder das Armas Divinas na sua forma divina...

Por fim, suas duas Luvas do Esplendor voltaram a ser as Luvas do Sol, Taiyukuro, e os propulsores também se foram. Seu reiki estava quase que totalmente esgotado e ele estava fisicamente muito cansado. Não poderia mais lutar por agora.

— Ufa, isso é cansativo mesmo...! – O garoto lamentou, respirando fundo. Daisy e Arthur guardaram suas armas na sequência.

— Conseguimos! – Do lado dos espectadores, Elaine comemorou, batendo as palmas de sua mão uma vez.

— Sim! – Lilith também fez o mesmo.

— Agora podemo-!

— Espere! – Damon rapidamente jogou sua mão para frente e parou Elaine, que já estava começando a caminhar em direção à Grey e os outros.

— O que houve...?! – Ela perguntou, sem entender. Damon olhava para frente, sério.

— Olhe com mais atenção...

Elaine seguiu sua linha de visão e olhou para frente, como o mesmo disse. E, com muita dificuldade, ela viu o que era, ficando espantada.

Havia uma barreira quase invisível, de cor negra separando os três que estavam lutando mais à frente dos espectadores.

— Uma barreira?! – Lilith percebeu junto com o restante dos nove que estavam ali, também ficando espantada.

— Eu sabia que havia algo errado. A competição era um blefe. – Damon indagou, semicerrando os olhos.

— Um b-blefe...?!

— Sim. O verdadeiro adversário é...

— Greyzinhoooooo! – Daisy foi correndo até Grey, de braços abertos e sorrindo, enquanto Arthur foi andando – Você foi incrível! – Ela disse com brilho nos olhos. Grey deu um sorriso, se acomodando no chão.

— É, mas se não fosse vocês eu não ia conseguir nesse último...!

— Somos uma equipe afinal, né?! – Daisy abriu um sorriso e Grey suspirou, aliviado.

— Verdade...

Arthur estava andando, quando teve um pressentimento estranho em poucos segundos. Ele parou por um momento e olhou para trás, mas ali, onde devia estar alguém, não estava mais ninguém...

O garoto tentou girar e acelerar o passo, mas já era tarde. Grey arregalou os olhos, olhando para trás de Daisy, quando a armadura negra, Ophiucus, estava com uma espada negra preparada para apunhalar a garotinha...

— Daisyyy...! – Gritou Grey e até mesmo Písti, em sua mente, juntos.

Daisy olhou para trás, mas não teve tempo de esquivar, a espada negra que a armadura segurava era amedrontadora. Do lado dos espectadores, todos ficaram atônitos e chegaram a esboçar gritos também.

— Ophiucus?! – Lilith gritou, sem acreditar. Todos prenderam a respiração.

A espada desceu na direção do corpo de Daisy, mas em um impulso que pode ter até ultrapassado a velocidade do som, Arthur chegou no momento certo e o impediu com a sua Foice do Caos, Konrama.

— Ar...?! – Daisy apenas viu essa cena estupenda e sentou-se ao chão, trêmula, ela mal conseguiu falar o nome de Arthur.

Foi abafado, mas deu para escutar levemente a armadura, Ophiucus, estalando a língua em revolta.

— O que significa isso? – Arthur, mantendo a expressão calma de sempre, porém um pouco mais impaciente, perguntou.

— Quem disse que o desafio era só aquilo?

Após a resposta e pergunta simultânea de Ophiucus, abafada pela sua grande armadura negra, ele jogou o homem para trás, pegando distância. Arthur ficou à frente de Daisy e Grey.

— Foi bem fácil, de fato. – E o garoto protestou.

— Então... esse é o verdadeiro desafio! – Ophiucus abriu os braços, os mostrando o verdadeiro obstáculo a ser ultrapassado ali.

Arthur olhou para o lado rapidamente e pôde ver na hora a barreira tênue. Eles três teriam que resolver ali, mas havia ainda o fato de que eles não sabiam sobre a verdadeira força dele, diferente de suas personificações, que era algo idêntico ou muito próximo dos originais.

— Você... – Arthur murmurou.

— Hm?

— Não tem nenhum senso de orgulho?

— Orgulho, é...? Isso é apenas um empecilho, não acha? Apenas algo que um mero pecador poderia sustentar em vida. – Ophiucus respondeu, fazendo Arthur abrir um leve, porém ameaçador sorriso, jamais visto antes.

— É mesmo...?

Arthur segurou firme em sua foice e foi para cima de Ophiucus, chocando suas armas e provocando uma grande onda de choque no local. Eles então, começaram a trocar golpes de forma rápida e incrível.

— Arthurzinho!

— Daisy, essa foi por pouco! Você está bem?! – Písti perguntou, era um misto de preocupação e alívio.

— Sim, mas...!

— Daisy... – Grey a chamou, se levantando com um pouco de dificuldades – Fique aqui. Ele é muito forte e você não está totalmente recuperada...

— Mas... você também! E eu já usei meu Genkai faz mais tempo, então...!

— Não se preocupe. – Disse Grey, sorrindo. Daisy voltou a olhar para a luta dos dois.

O que vai fazer? – Perguntou uma voz parecida bastante com a de Arthur, que se digladiava com Ophiucus.

“O que foi, Yperi? Quer entrar na brincadeira?”

Isso é você quem decide. – Era a personificação do orgulho de Arthur, Yperi, quem falava.

“Então, olhe mais um pouquinho.”

Arthur foi aumentando mais e mais a velocidade de seus ataques e foi deixando Ophiucus encurralado cada vez mais. A armadura, porém, logo se habituou e tomou a investida.

Os dois colidiram suas armas e recuaram, arrastando os pés no chão.

— Por que não faz o que o seu amigo fez? – Ophiucus perguntou, girando a espada negra em sua mão e apontando para o garoto.

— Desculpe. Não sou tão afobado quanto ele.

— Ei! Eu estou ouvindo! – Grey protestou, em tom engraçado.

— Vocês são bastante confiantes, não é mesmo...?! – Ophiucus fez Arthur ir um pouco para longe com um golpe rápido de sua espada – Vamos tentar isso novamente...

Arthur se perguntou sobre o que ele falava quando Ofiúco o passou em uma velocidade inacreditável e parou à frente de Daisy e Grey, com sua espada negra já em posição.

Arthur apenas pôde se virar, mais nada. Agora sim não dava para alcançar.

— Acabou!

Daisy tentou sacar a Soraken para usar a sua defesa dourada, mas não dava tempo de impedir. Porém...

— Lixo. – Arthur acompanhou os movimentos de Ophiucus e o observou de cima para baixo com um olhar cortante e assustador, que o fez hesitar por um segundo, suficiente para ele, com sua foice, contra-atacar e cortar sua armadura.

— O que...?!

— Acha mesmo que vai me derrotar com algo assim? Se ponha em seu lugar, lata velha. – Arthur segurou firme em sua foice, começando a concentrar seu reiki monstruoso, que fez até mesmo Daisy e Grey ficarem acuados.

“Que poder intangível é esse que ele tem...?!”, Ophiucus se perguntou, dando um passo para trás.

— Esfria a cabeça, Arthur! – Uma outra voz, diferente, gritou fazendo Grey, Daisy e Ophiucus olharem para a esquerda, ao mesmo tempo que uma espada colidiu com a da armadura...

Daisy deu um sorriso ainda maior ao ver quem era que estava ali. Arthur apenas observou quieto, paralisando a concentração de reiki e voltando ao habitual. Ophiucus, por outro lado, ficou em êxtase.

— Como?! Como você conseguiu ultrapassar a barreira?!

Damon parou na frente de Daisy e Grey, com a Ryūken, a sua Espada do Dragão em mãos, disputando forças com a espada negra de Ophiucus, enquanto os três observavam.

— Quem você pensa que eu sou...?! – Ele deu um sorriso amargo, porém confiante...


[O Desafio de Serpentário chega ao clímax!!]

[Após a vitória de Grey, Daisy e Arthur contra os três representantes adversários, Ophiucus se revela o último obstáculo!! E com isso, Damon atravessa a barreira e ingressa na batalha!!]


Continua no 77º Mito - "Desafios do Zodíaco: Coroação"

Por Sora | 11/04/18 às 11:40 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Romance, Brasileira, Magia, Drama, Comédia, Shounen