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Capítulo 302 - Constrangimentos

O Herdeiro do Mundo (HDM)

Capítulo 302 - Constrangimentos

Autor: Edson Fernandes | Revisão: Nego

Capítulo em áudio 301 --> https://www.youtube.com/watch?v=MChOka8JuYg&t=15s


O céu ia ficando mais escuro escuro. Um vulto com uma aura elétrica azul cruzava os céus em extrema velocidade. Esse vulto não era outro ser se não Rika. A celestial havia gasto uma enorme quantidade de vitalidade durante a batalha com suas habilidades, mas, como Rika era uma espécie bestial, também conseguia se recuperar conforme o tempo passava.

― ‘Eu não acredito que sofri tanto para derrotar um mero reino final, e ele ainda ousou me machucar!’ ― Rika tocou a mão no pescoço ainda bufando indignada, nesse momento já não havia nenhuma marca de ferida. Nero tinha apenas causado um ferimento superficial na Celestial.

Rika voltou para o ponto em que as três violadoras estavam e, quando chegou, viu elas em pé olhando em volta. No momento em que perceberam a chegada da celestial, as três mulheres subiram em voo para perto dela. Violeta e Emilia já estavam vestidas com novas roupas.

― Onde está aquele imperador desgraçado?! Eu vou parti-lo ao meio! ― Alice estava furiosa e seus olhos, vermelhos de raiva. A jovem violadora não chegaria perto, iria atacar com o seu poder destruidor de longe o suficiente para não sentir o efeito daquela erva.

― Eu já acabei com ele, fiquem tranquilas. ― disse Rika, aliviando as três violadoras.

― Isso está se tornando muito impertinente. Não me lembro de, em outras libertações, sofrer tanto com essas perseguições relacionadas a nossa fraqueza! ― disse Emilia, também indignada, mas bem mais aliviada por saber que Nero estava morto.

― Sorte dele já ter morrido! ― disse Alice, ainda bufando de ódio. Ela se sentiu vulnerável e não gostava de ter essa sensação.

― Precisamos fazer alguma coisa em relação a isso. Eu não suporto mais viver com medo da droga dessa erva. ― disse Violeta.

― Rael é o Herdeiro, é obrigação dele cuidar também dessa nossa fraqueza ― disse Alice em seguida. Emilia e Violeta concordaram, mesmo sendo algo que Alice disse num momento de chateação. Rael havia criado uma pílula para inibir os desejos sexuais das violadoras, então, na cabeça delas, ele deveria criar algo que as fizessem resistir à erva Alada Brilhante também.

― E o que há com esse céu? Isso também não parece ser nada bom... ― disse Emilia, depois de analisar e achar o céu estranhamente sombrio.

― Isso não é mais um problema meu, voltarei para o esconderijo. ― disse Alice e estava para criar um portal, mas se interrompeu quando ouviu a voz de Rika:

― Irei procurar por Rael, tenho que achá-lo ― disse Rika, fazendo Alice olhá-la com certo interesse.

― Quer achar Rael? Ele está aí: ― disse Alice, abrindo um portal roxo na frente de Rika. O portal roxo ficou aberto diante da celestial, que hesitou um pouco antes de finalmente entrar. Depois de sumir no portal, Alice o fechou. Emilia e Violeta a olharam sem dizer nada.

― Vocês vão voltar também? ― Perguntou Alice, abrindo um outro portal.

― Não. Temos que investigar o que o que pode estar acontecendo por aqui ― disse Violeta. Emilia concordou, mesmo não estando muito animada.

― Fiquem a vontade. Eu já tive muito por um dia ― disse Alice parecendo enjoada e desapareceu, sumindo em seu portal. Depois, ele se fechou. Emilia e Violeta se entreolharam e já se viraram, partindo em voo pelo céu.

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Rael e Janete continuavam na mesma posição. Rael não tirava de dentro da mulher, e continuava no vai e vem sem conseguir parar. De tempos em tempos, explodia dentro de Janete, fazendo-a arfar e, mesmo após, continuava intensamente com as estocadas. Janete respirava desordenadamente, desde que o ato teve início. Rael não ficava apenas contido na no vai e vem, ele acariciava e beijava Janete no pescoço, nos seios, ombros e lábios, e constantemente a apertava durante o processo.

Quando Rael dava espaço, Janete se mantinha olhando para o céu, preocupada, mas as sensações faziam-na mergulhar novamente, fechando os olhos em muitos momentos. A moça sentia todo aquele turbilhão de prazer correr pelo seu corpo o tempo todo, a deixando levemente fora de si. Ela se mantinha abraçada a Rael e tinha um olhar vago em volta. Sua mente, embora um pouco preocupada com o tempo e com tudo o que já ocorrera, estava nublada, como se ela não conseguisse pensar em muitas coisas além do incrível prazer de sentir Rael dentro de si.

Naquele momento, um portal roxo surgiu e uma bela mulher de cabelos azuis surgiu dele. Rika olhou para baixo e viu Rael com Janete no chão, em pleno ato sexual. Quando a celestial viu os dois paralisou por uns segundos no ar, como se não quisesse acreditar na cena que estava presenciando. O portal fechou-se e ela permaneceu estagnada, olhando silenciosamente a cena. Nesse momento, os olhos da celestial cruzaram-se com os de Janete. Mesmo com a distância de uma centena de metros, as duas se fitaram.

― Rael... tem mais... uma mulher... ah... qual é o problema hoje? Por que tantas mulheres estão... aparecendo... justo aqui? ― Janete perguntou um pouco angustiada e desistiu porque sabia que Rael não iria ouvi-la.

Rika, do céu, fechou uma expressão de fúria. Tudo que ela tinha preparado estava sendo tomado por esta mulher. A celestial conhecia Janete, era uma conhecida e discípula de Rael, porque na época em que ela seguiu Rael escondida, chegou a vê-la no antigo clã Sarbaros.

Janete, por outro lado, não conhecia Rika, mas podia sentir uma poderosa aura fluido daquela mulher incrivelmente linda. Janete só pôde olhar e pedir mentalmente para que a mesma também fosse embora.

― ‘Maldição! Por que isso tinha que acontecer? Justo hoje! Todos os meus planos viraram absolutamente nada! Nada!’ ― Rika gritou furiosa e chateada em sua mente. Ela teve a súbita vontade de descer e arrancar Rael do corpo de Janete, mas não o fez.

― ‘Por que não poderia ser com uma estranha qualquer? Ah, que falta de sorte...’  ― angustiada, Rika elevou sua aura e desapareceu dos olhos de Janete. Rika escondeu-se em uma pequena dimensão criada por ela mesma, enquanto observava Janete com inveja. Ela se aproximou flutuando deles e os via como se tivesse por trás de uma janela de vidro.

Janete fechou os olhos aliviada novamente, enquanto arfava em meio aos gemidos. Não importava o quanto Rael fizesse, ela não conseguia se acostumar com as sensações. Seu corpo parecia querer ser consumido por Rael e eles já estava a um bom tempo fazendo, mas Janete já tinha até mesmo começado a sentir uma estranha sensação de desconforto, como se estivesse um pouco assada.

Rika ficou parada, oculta em sua dimensão. Com um olhar de inveja estampado em sua face, a celestial viu o quanto Rael estava focado em Janete e o quanto ela parecia estar se sentindo bem ao sentir aquele jovem. Ela sentiu que não tinha o direito de separar os dois, então, só podia olhar e se lamentar por não ser ela no lugar de Janete.

Rika não foi embora porque ficou com medo de deixá-los sozinhos, pois a culpa era dela por ter dado o elixir para Rael e deixá-lo insaciável.

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Em vários lugares do mundo a correria era constante. Pessoas ainda fugiam assustadas enquanto em outros lugares alguns se reuniam para tentar pôr em ordem os destroços causados pelos ataques dos homens de Nero.

A capital Toravan estava lotada de pessoas, muitos tinham se refugiado na capital devido aos súbitos ataques. Os guardiões estavam trêmulos, cercando a muralha baixa da cidade. Pelo pouco que tinham ouvido falar, ela jamais seriam páreos para os reinos finais, mas estavam fazendo o seu trabalho como podiam.

Em meio ao caos, vários clãs pequenos e de portes médios da cidade ofereciam proteções para as pessoas ricas. Aproveitando-se do momento de desespero, várias famílias estavam contratando apoio e os outros, conseguindo trabalho. Ninguém sabia que tudo já tinha se passado e que agora os reinos finais estavam eliminados. As pessoas olhavam para o céu escuro e estremeciam, eles imaginavam que os ataques dos reinos finais estavam ligados aos céus.

No clã Torres, Violeta e Emilia conversavam agora com Rayger e Neide, explicando a atual situação. Ambos se sentiram aliviados em saber que tanto os homens de Nero quanto o imperador foram destruídos.

― Mesmo assim, não baixem a defesa. É muito provável que o império Norte receba todas as imagens das mortes ocorridas aqui e mandem mais pessoas em busca de vingança e retaliação, principalmente considerando que seu líder, o imperador, caiu. Nero sabia do nosso segredo, e é provável que os outros que vierem também saibam ― disse Violeta.

Rayger e Neide ouviram tudo em silêncio e concordaram com a cabeça. Emilia já não tinha mais raiva daquele casal, ela havia se acostumado com os dois sabendo o seu segredo e viu que não iriam fazer nenhum mal a elas. Um guarda veio avisar que Elisa estava pedindo uma audiência e os novos líderes permitiram que a mesma entrasse na reunião, cessando os assuntos relacionados a fraqueza das violadoras. Mas Elisa já deveria saber algo relacionado a esse ponto, e isso realmente não importava. Elisa era uma escrava que, basicamente, trabalhava para Rael e pertencia a Natalia.

Quando Elisa viu Violeta e Emilia, a mulher ficou um pouco ansiosa e angustiada, mesmo assim cumprimentou a todos com respeito e cabeças foram balançadas de volta pra ela. Rayger e Neide tinham aceitações mais naturais, embora não esbanjassem nenhum sorriso satisfatório. Emilia, por outro lado, tinha uma expressão mais fria, porém não se preocupou em cumprimentá-la de volta com um aceno de cabeça. Já Violeta, não conseguiu se segurar. A violadora imaginou como seria Elisa se disfarçando de Nastácia e ficando com Rael escondido de Mara e Natalia. Depois, imaginou uma cena da reação dela e Rael ao descobrirem toda a verdade e, em seguida, dela se sentindo completamente apaixonada pelo próprio filho. Isso não podia ser mais hilário para Violeta.

― Hahahaha...! ― Violeta levou as mãos para a boca tentando se conter porque acabou chamando toda a atenção da sala com uma gargalhada involuntária. Ela simplesmente não conseguia, acabava olhando para Elisa e voltava a gargalhar sem nenhum controle ou pudor. Elisa, por sua vez, se sentiu desconfortável e corou, como se imaginasse que Violeta tinha descoberto algo sobre ela. Naquela situação, Emilia era a única a entender o que fez Violeta rir tanto por saber do segredo também, mas Emilia segurou sua vontade de rir e disfarçou tossindo, chamando a atenção de Violeta para fazer o mesmo. Isso não adiantou, Violeta continuava a gargalhar sem se conter. A violadora pensava que quando visse Rael pessoalmente que teria uma crise de risos monstruosa por esse mesmo motivo, mas, na verdade, Elisa quem se tornou a chacota para ela.

Todos na mesa ficaram em silêncio, parados e confusos, com exceção de Emilia, que tentava inibir a risada contagiante de Violeta, mas tudo que ela fazia parecia piorar. Emilia cutucava, beliscava, tossia, pisava no pé, mas nada que ela fizesse parecia ter efeito, parecia que Violeta ria cada vez mais. Ninguém perguntava o motivo da graça, ficavam apenas em silêncio olhando para Emilia e a mesma dava um sorriso amargo de volta para eles, sem nem saber o que dizer. Elisa se sentiu a cada momento mais retraída, era quase óbvio que Violeta ria dela, mas infelizmente não podia fazer nada a respeito. A mulher pensou que Violeta estava rindo devido a ela agora ser uma reles escrava, e isso a encheu de pesar. Elisa tinha perdido tudo, e nisso também incluía a sua dignidade.

― Me perdoem [risos]... eu, hahahahahaha... eu... haha... Huuumf! ― Violeta apertou a boca de novo com as mãos, tentando se conter de todas as formas possíveis. Ela teve que sair apressadamente da sala por alguns instantes e depois voltar com uma expressão séria e dura, semelhante a uma máscara que visivelmente ameaçava cair a qualquer instante.

― Desculpem-me, acabei me recordando de algo muito engraçado que aconteceu uns dias atrás... De qualquer modo, o que você queria nos contar, Elisa? ― perguntou Violeta por fim, se contendo e retornando para o seu assento. Houve um momento de silêncio no ar enquanto todos pareciam ter certeza de que Violeta não iria ter outra crise de risadas, e então Elisa começou a relatar o motivo de sua presença naquele local, dizendo tudo que viu ocorrer com Natalia, sem esconder nenhum detalhe. Ela estava ali agora para ficar de olho em sua filha, e como não estava conseguindo falar com Rael, que não respondia ninguém, decidiu falar com elas.

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O imperador Elidas estava descansando em um dos quartos da residência de Rayger e Neide. A família imperial havia chegado minutos antes, mas o imperador não quis ir para a casa de Rael. Mandou suas filhas e disse que preferia ficar na residência do patriarca com eles. Ele estava com Rayger e Neide, quando Emilia e Violeta chegaram. Só em olhar para aquelas duas verdadeiras beldades, o coração do imperador quase parou. Quando foi dito que Violeta era a mestra de Rael, Elidas perdeu até as palavras, devido a seguinte dedução: Se Rael era um monstro inigualável, o que dirá sua mestra? Elidas não sentia a base de cultivo daquelas mulheres, mas teve a impressão que cada uma delas eram bem mais fortes que Rayger e Neide juntos. Ele teve que sair para deixá-los ter uma reunião a pedido de Violeta, que não queria falar nada na presença dele.

Na residência Raymonde, agora residência Torres, Mara estava sentada em um sofá pequeno, de frente para as duas irmãs princesas, que estavam no outro sofá. Alana estava do lado da irmã em completo silêncio. Os olhos de Mara constantemente observavam o ventre da jovem princesa. O ventre de Anita tinha crescido apenas um pouco, mas ainda não era nada muito perceptível.

A ferida causada por Heitor ainda não estava muito séria, mas piorava a cada instante e Mara teve que fazer um curativo, escondendo com faixas por baixo das roupas. Ela ainda não tinha dito nada aos seus pais para não preocupá-los ainda mais com isso e estava esperando Rael voltar para curá-la e resolver de uma vez.

― Como está a gravidez, terceira esposa? ― perguntou Mara depois de alguns segundos, frisando bem a parte onde a qualificava, como se ela quisesse fazer Anita entender bem o seu lugar dentro da vida de Rael.

― Eu estou ótima, Mara, obrigada por perguntar. Tive alguns enjoos, mas felizmente estou ótima ― Anita, por outro lado, respondeu com um sorriso gentil, sem se incomodar nem um pouco com o jeito de Mara. Mara também tinha um sorriso em seu rosto, mas não era tão gentil quanto Anita. Alana resolveu não tomar partido e apenas ficou quieta, mesmo assim, estava incomodada com a estranha energia pairando no ar.

― E Natalia, onde ela está? Eu gostaria de vê-la, se não for incômodo ― disse Anita, sempre da mesma maneira gentil. Mara não via Anita a enfrentando. Na verdade, Anita parecia mesmo não dar importância a esse fato.

― Ela está descansado no momento, mas não irá demorar a acordar ― disse Mara e ficou uma expressão mais séria. Não tinha graça enfrentar uma pessoa que não estava querendo lutar.

― Irmã Mara, eu posso falar sobre algo que estou sentindo? ― perguntou Anita, sempre gentil e amável.

― O que é? ― perguntou Mara, continuando com aquela expressão, sem muito interesse no caso.

―Eu sei que sou apenas a terceira esposa de Rael, nem meu cultivo e muito menos os meus status são melhores que o seu para ele. Eu só engravidei primeiro, mas não tenho direito algum de ter um espaço melhor que você no coração do nosso marido. Então, por favor, não fique com raiva de mim. Eu sei que todo esse casamento foi feito com um jogo interesses envolvidos, mas eu, eu amo o Rael de verdade. Adoro o tempo que passo com ele e todas as coisas mais. O mais importante, eu quero muito ter a sua aceitação verdadeira, não apenas sua como também a de Natalia. Eu estou sendo sincera, tenho um jeito levado, mas jamais brincaria com esse tipo de assunto ― disse Anita, parecendo bem sincera e séria. Alana, que estava ao lado, ficou até um pouco sem jeito, ela não esperava que sua irmã agisse de forma tão respeitosa com Mara.

Mara analisou bem a expressão de Anita e não encontrou nenhuma falha, a princesa não parecia mesmo estar fingindo. Mara se encheu de um sentimento estranho, era um misto de raiva com inconformidade devido a estar disposta a debater com a princesa e forçá-la a aceitar o seu lugar ao lado de Rael, mas a mesma se rebaixou e ela mesma admitiu que não tinha um lugar melhor que Mara. Como então Mara poderia lutar, sendo que a vitória estava em suas mãos?

― Eu só quero me dar bem com você e Natalia. Não quero ser melhor que ninguém, e sei que jamais poderia ser. Se isso a incomodou por um momento, peço sinceramente que me desculpe ― disse Anita, baixando levemente o rosto em uma forma de respeito.

― Esquece isso. Eu não quis ofendê-la antes ao te chamar de terceira esposa. Desde que você saiba o seu lugar, não precisaremos discutir nada disso ― disse Mara, parecendo estar sem vontade de continuar aquele debate. Quando finalizava, seus olhos pousaram em Alana, por ela se lembrar do que ocorreu entre a princesa e seu marido.

Alana, no mesmo instante, se sentiu estremecida com o olhar curioso de Mara a inspecionando, como se devesse começar a se explicar para aquela imponente mulher. A princesa se levantou e começou a falar imediatamente, em um tom educado e deveras cuidadoso.

― Eu não ousaria tentar ter nada com o seu marido. Tudo que aconteceu entre nós foi apenas para ele me ajudar a fugir de um casamento forçado ― disse Alana com seu rosto corado. Ela parecia sentir uma pressão invisível que emanava de Mara diretamente em sua direção.

Mara não sabia mais o que fazer, as princesas não tinham nenhum desejo de lutar por qualquer coisa. As duas praticamente já estavam dançando no seu ritmo, sem ela nem mesmo precisar impor.

― Esqueça sobre isso também. ― disse Mara, com o mesmo tom sem graça e sem ânimo. Mara pensou que iria arrancar alguns cabelos e ensinar uma severa lição para as duas, mas as irmãs eram tão cuidadosas que nem valia a pena se irritar.

Anita sorria para Mara com sinceridade e Alana, com um certo toque de cuidado enquanto voltava para o seu lugar.

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Enquanto isso, por vários lugares do mundo, fantasmas de corpos escuros apareceriam. As vezes, eles eram vistos apenas parados, mas em outros momentos, eles tiravam vidas de pessoas aleatoriamente.

Por Lord Letal | 10/11/18 às 13:14 | Ação, Aventura, Fantasia, Romance, Brasileira, Poder, Harém, Drama, +18