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Capítulo 48 - Finalmente a Relação

O Herdeiro do Mundo (HDM)

Capítulo 48 - Finalmente a Relação

Tradução: Lord Letal | Revisão: Sneed - Nego

Rael ficou por um momento fazendo uma cara indecifrável enquanto sentia os primeiros impulsos recebidos pela penetração inicial. Era estranhamente pegajoso, quente e confortante. Então ele foi empurrando mais sem prestar nenhuma atenção a Mara.

― Samuel, Devagar! Devagar! ― a moça gritava porque para ela certamente não estava sendo tão fácil. Rael estava preso demais sobre aquilo, segundos antes ele jamais saberia que poderia ficar ainda melhor, e ficou várias vezes melhor. Eles tinham ficado tanto tempo nas preliminares que seus corpos estavam simplesmente explodindo de desejos.

― Tá ardendo! ― Mara gritava se contorcendo e gemendo, apertando os lábios quase chorando devido o ardor. Enquanto Rael, por outro lado, estava boquiaberto, suspirando devagar enquanto ia empurrando e voltando contra o corpo dela. Naquele estado nem precisa mencionar que tudo já estava bem escorregadio.

                Apesar da ardência, Mara também sentia prazer. Aquela sensação de pressão e sucção misturadas com o ardor e êxtase era uma mistura completamente nova de sensações, a deixando completa de satisfação. Rael tinha sido um pouco bruto e não pegava leve com ela, mas ele jamais poderia imaginar que isso seria importante, no final das contas.

                Rael não podia acreditar que toda aquela sensação confortante de fazer ele perder os pensamentos estavam sendo gerados por Mara. Como uma mulher maligna como ela poderia dar tamanho conforto? Tal incrível sensação de prazer? Aliás, que sensação! Rael não conseguia parar de ir e voltar querendo mais e mais daquilo. Naquela altura do campeonato, Mara já tinha percebido que Rael estava muito excitado com ela e, mesmo com a ardência, a sensação de prazer superava. Já Rael tinha aumentado a velocidade porque parecia que a cada momento estava ficando melhor.

                Os dois não estavam mais se beijando, cada um estava preso sobre seus próprios estímulos e sensações. Mara no seu ardor, com o prazer de sentir um homem pela primeira vez e Rael, preso no intenso prazer de possuir sua primeira mulher.

Mara gemia revirando o rosto de um lado a outro enquanto agarrava as costas de Rael. Ela sentia toda a extensão de Rael dentro de si, que quente e pulsando dentro dela. A cada estocada, mais eletricidade percorria por seu corpo, isso misturava ardência com prazer em um estado único e intenso.

                Rael, por outro lado, sentia apenas prazer, muito prazer. Era um conforto incrível e a cada nova estocada, mais desejo ele tinha de estocar mais. Molhada, quente, apertada. A coisa pressionava o de Rael apertando, o sugando... A sensação que ele tinha era de que estava sendo chupado pela melhor coisa do mundo (obviamente era primeira vez que ele estava sentindo isso).

                Até que chegaram ao ápice, e Rael explodiu dentro dela. Rael, que já achava que o antes era o limite do prazer, ficou ainda mais impressionado quando o ultrapassou e finalmente soltou para fora toda aquela onda de desejos. Mara sentiu quando ele a preencheu. Tudo tinha durado pouquíssimos minutos e os dois terminaram ainda encaixados, respirando desordenadamente. Um olhando para o outro, ainda podiam sentir alguns impulsos e algumas sensações por continuarem conectados, mas não era nada comparado ao clímax atingido antes.

                Rael não disse nada enquanto o retirou de dentro, virou-se na cama e ficou de barriga para cima, ficando ao lado de Mara.

― Você é um cavalo! Eu disse para ir devagar. Ardeu muito, seu ignorante! ― reclamou a moça olhando Rael de lado. Ela estava um pouco irritada, mas não muito, porque ela finalmente tinha sentido como era fazer amor, e tinha sido bom, mesmo sendo a sua primeira vez.

― Ardeu em você? Eu não senti nenhuma dor... ― disse Rael olhando para o teto. Era a primeira vez de Rael, e com uma mulher que, supostamente, estava em sua lista de vingança. Quando Rael pensou nisso, se sentiu estranho. Ele passou parte de sua vida sofrendo nas mãos da família e foi cruelmente morto a mando dos mesmos. Agora, ele estava deitado ao lado de uma mulher dessa família, depois de dividir um momento único de prazer e conforto sem igual. Essa mulher no passado era como uma cobra para ele. Aquilo era Real? Mara podia dar a Rael tal incrível sensação?

― Não ardeu somente, também foi muito prazeroso ― disse Mara e virou o corpo de lado na cama, agarrando o braço direito de Rael. Agora ela se sentia completa, dividir tal momento com aquele homem, tinha feito sentir-se como se tivesse subido no céu e voltado.

― Eu quero de novo ― disse Rael se soltando dela e subindo novamente em seu corpo.

― Espera, Samuel! Deixa eu... ― Rael não esperou Mara terminar de falar e já foi abrindo caminho e estocando de novo. Ele queria sentir de novo aquela incrível sensação de antes. Mara não podia controlar Rael, ela também era outra que queria aquilo, então se deixou levar. O ardor e o prazer voltaram... 

                Rael estava sentado na cadeira do quintal da mansão pensativo. Ele tinha ficado com Mara por quase uma hora inteira e no processo fizeram cerca de cinco vezes. Ele jamais esperou que Mara fosse tão incrível.

                Rael estava ali parado já há um longo tempo, sem dizer qualquer coisa, e Rose estava do lado. Rael sempre acreditou que o prazer de se vingar de sua família seria o maior que teria em sua vida, ele não estava tão certo sobre isso agora.

― ‘Rael o que aconteceu? Conseguiu se acertar com ela? Você não me contou nada até agora’ ― disse Rose. Rael se virou olhando Rose e seus olhos correram para aquela região dela, a mesma que Mara tinha. Então Rael se voltou a olhar para frente. Agora que ele pensava com cuidado, cada mulher em sua vida tinha aquilo, então todas elas poderiam dar a Rael aquela sensação, aquele prazer. Isso o fez se lembrar de Violeta e seu coração começou a pulsar como um trovão. Rose, Violeta, Isabela, Rita e Janete. Todas eram mulheres como Mara, e diferente dela, não estavam em nenhuma lista.

― ‘Rael? O que há de errado com você?’ ―perguntou Rose de novo. Ela não entendia o que havia ocorrido com Rael. Desde que ele voltou tinha um olhar perdido, ele não parecia se concentrar em nada.

― ‘Rose, nós precisamos dar um jeito com urgência nesse seu problema de não podermos nos encostar’ ― disse Rael de repente.

― ‘Hã? Por que isso agora?’ ― Rose ficou confusa.

― ‘É algo que não da para explicar, apenas mostrar’ ― disse Rael.

― ‘Esqueceu que podemos trocar imagens? Me mostre’ ― disse a moça.

― ‘Eu não sei como fazer isso, não é uma imagem é uma sensação, então acho que não consigo mostrar para você’ ― disse Rael.

― ‘Tente’ ― insistiu Rose que estava curiosa demais por Rael estar tão diferente.

                Rael não sabia como explicar isso a ela. Então ele se concentrou e mostrou imagens dele e Mara fazendo. Ele deixou Rose perceber como era o funcionamento e a junção dos dois instrumentos. Ele passou visões de como Mara ficou.

― ‘Eu não sei explicar, mas tudo foi tão bom que até mesmo Mara pareceu ser boa naquele momento, é algo completamente fora do normal’ ― disse Rael.

― ‘Ela parece ter gostado’ ― disse Rose.

― ‘Eu não fazia ideia de que juntar os dois, os instrumentos de mijar ia trazer algo tão bom’ ― disse Rael.

― ‘Rose?’ ― perguntou Rael porque de repente o corpo de Rose estava soltando raios. A moça parecia está com um olhar semelhante ao de Rael antes.

Booom!

A cadeira em que Rose estava foi explodida e ela caiu atrapalhada no chão. Rael se levantou preocupado. Dois protetores pularam armados no quintal caçando qualquer ameaça invisível.

― Jovem mestre o que aconteceu? Ouvimos um barulho! ― disse um deles vendo Rose se levantando. A cadeira estava destruída quebrada em vários pedaços e soltando fumaça.

― Não se preocupem, foi só um treino padrão ― disse Rael rapidamente. Os dois baixaram suas armas e guardaram de volta no bracelete.

― Desculpe incomodar o jovem mestre ― disse o mesmo e os dois saíram depois de reverenciarem levemente Rael.

― ‘Rose você ta bem?’ ― perguntou Rael se aproximando para ajudar.

― ‘Melhor você não tocar em mim!’ ― disse Rose rapidamente um pouco assustada se virando bruscamente para Rael. Ela já tinha se levantado.

― ‘Qual é o problema?’ ― perguntou Rael de volta preocupado.

― ‘Eu acho que descobri porque perco o controle do meu poder, isso tem haver com o que você e Mara fizeram, porque eu começo a me sentir estranha e então simplesmente me foge o controle. Todas as vezes que isso ocorreu foi porque você estava por perto, me tocando, tentando me tocar ou fazendo essas coisas’ ― disse Rose se lembrando.

― ‘Como assim?’ ― perguntou Rael confuso.

― ‘A primeira vez eu estava com o rosto por cima de seu peito. Na segunda vez foi você tentando me beijar. Na terceira vez foi assistindo você e Mara na cama e agora a quarta foi você me mostrando aquelas imagens. Tudo está ligado a mesma coisa, a essa ação final. Eu sinto meu corpo começar a esquentar e uma estranha onda confortável me corre, agora com essa ultima imagem ficou claro, a onda vem exatamente daquele mesmo lugar’ ― disse Rose olhando as próprias pernas.

― ‘Sua mãe nos deixou juntos por alguma razão, acho que ela espera que possamos controlar e lidar com isso não?’ ― perguntou Rael.

― ‘Acho que sim’ ― disse Rose.

― ‘Então você deve começar a tentar controlar, depois de hoje eu quero fazer aquilo com você o mais rápido possível’ ― disse Rael, se virou e sentou de volta na cadeira sem conseguir pensar em outra coisa. Rose ficou olhando Rael por um tempo, depois ela saiu de lado dando espaço para os escravos virem limpar a bagunça.

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                Mara se banhou. Vestiu um bom vestido e se perfumou. Ela se olhava e sorria de frente ao espelho. Ela sabia que era linda e agora desejada. Rael tinha sim perdido o controle e a feito sofrer um pouco, mas esse fato também poderia ser visto por outro lado. Mara tinha um corpo tão incrível que Rael simplesmente não conseguia se controlar. Então pensando por essa linha de visão, ela só podia se imaginar sendo uma mulher extremamente desejada. Se esse era o caso então Rael gostava muito dela, diferente do que parecia.

                Mara era uma mulher de poder, uma beldade atraente. Ela sempre se achou superior a todos e não havia um homem nesse mundo que ela não poderia conquistar. Com Rael não poderia ser diferente. O dinheiro e o poder não pareciam atrair ele, mas seu corpo pareceu conquistar e aquilo provou que ela estava certa.

                Mara tinha alisado o ventre varias vezes, esperando que depois daquela relação uma criança já estivesse a caminho. Não seria nada de errado ter um filho oito meses após o casamento. Isso ia aumentar os status do clã. Ela era afinal uma filha importante e logo mais deveria se tornar a mais importante. Seu pai estava trabalhando dia e noite para aquilo.

                Qualquer ciúme de Rose tinha sumido completamente depois daquela tarde com Rael. Pela maneira que ele tinha ficado, agora ela sabia que seria procurada, novamente e novamente. Aquilo a encheu de felicidade, de prazer, isso a fazia suspirar toda vez que pensava nele.

 

                O jantar finalmente veio e nenhum dos irmãos sabiam porque Mara estava tão bem vestida, mas não comentaram. Rayger ainda não tinha voltado para casa, ele e os Elders estavam resolvendo aquele problema.

                Mara estava certa sobre o que tinha pensado a tarde toda. Rael veio mesmo procurá-la depois que todos se deitaram. Ele já chegou a beijando, a agarrando e a levando para cama. Os dois estavam completamente dentro do desejo de fazer aquilo novamente. Mesmo Mara se sentindo um pouco assada ela ia aguentar por Rael, porque ela sabia que ele também tinha Rose. Se Rose pudesse se controlar então ela passaria a dividir Rael e isso não seria muito interessante.

                A nova relação rendeu mais prazer a Mara do que ela podia imaginar. O ardor tinha sido bem menor e apesar de estar assada não foi tão incomodo assim. Dessa vez os dois trocaram mais caricias até durante o ato, coisas que não fizeram a primeira vez, tinham ficado tão concentrados no prazer que não faziam outra coisa. As caricias tornavam tudo ainda mais prazeroso. Rael não podia negar aquele fato. Isso sem mencionar as posições diferentes que Mara tomou a iniciativa de fazer com Rael. Obvio que os dois eram leigos no assunto, mas Mara tinha mais informações que Rael, então ela que teve que mostrar. De ladinho, cavalgada...

                Uma hora depois Rael estava deixando o quarto de Mara para voltar para o seu e dormir com Rose. Mara não ficou irritada, não ia ser interessante seu pai chegar e encontrar os dois juntos daquele jeito. Tudo bem que ele parecia já ter aceitado, mas era bom não abusar de qualquer modo.

                De volta no quarto Rael se deitou ao lado de Rose. Essa segunda rodada com Mara tinha sido incrível também.

― ‘Como foi?’ ― perguntou Rose curiosa.

― ‘Muito bom’ ― disse Rael olhando a moça de lado. Os dois estavam deitados de lado um olhando para o outro.

― ‘Você ainda pensa em matar ela Rael?’ ― perguntou Rose. Rael não respondeu. Ele apenas fechou os olhos pensando em dormir ignorando a perguntar de Rose. Ele não sabia como responder aquilo agora.

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Nota autor: o texto foi editado com ajuda feminia

Por Lord Letal | 28/11/17 às 23:29 | Ação, Aventura, Fantasia, Romance, Brasileira, Poder, Harém, Drama, +18